O que é uma namorada deveria fazer em um relacionamento

Para pessoas casadas e com filhos, um rompimento se torna muito difícil por razões óbvias como o bem-estar das crianças, compromissos financeiros em comum e decisões como o que fazer com a casa onde moram. Porém, um término é complicado mesmo para quem está apenas na fase de namoro e não tem tantas responsabilidades compartilhadas. Sinceramente, vocÊ deveria parar de perder seu tempo com ele, já que ele se demonstra um cara mulherengo, que não é capaz de ter um relacionamento sério e que se envolve com várias pela internet. Um tipo de homem desses não deveria ser amado por nenhuma mulher. Amiga, não seja boba, não se envolva com um tipo assim. Caia fora dessa.. Outro fora das coisas mais engraçadas que fazer com o namorado em casa que eu gostaria de revelar e quero que todos os meus leitores a saber é que joga o jogo juntos é uma ótima maneira de se divertir. A maioria dos caras adoram jogar jogos de vídeo, então por que não colocá-lo em suas coisas para fazer com o namorado em casa. Mas para que a relação com uma mulher seja tão satisfatória, a ponto de fazer você esquecer todas as outras possibilidades de conquista, é preciso atentar para algumas dicas que podem garantir o romance ideal. Para um namoro dar certo, é preciso deixar alguns hábitos de lado, mas se você encarar isso como limitações, quer dizer que o ... Quando uma mulher toma uma decisão e a decisão é que esse relacionamento acabou, é como se todas as outras alternativas sumissem, porque agora só existe aquela opção e mais nada. Dessa forma, sua postura, as mensagens que você mandar, o jeito que você se comportar, tudo estará diferente. A diversão é muito importante para qualquer relacionamento, já que não é nada fácil passar o tempo ao lado de uma pessoa entediante. Os dois deverão curtir realmente a companhia um do outro, logo, tente fazer alguma coisa divertida com seu namorado e observe se você se sente mais feliz e seguro durante a atividade. É importante que sua cara-metade confie em você tanto nos pequenos detalhes quanto nas coisas globais, desde a escolha de uma sobremesa até as preocupações mais íntimas. Sem confiança, o relacionamento acaba se perdendo, ou virando uma tirania com controle total. O nosso felizes para sempre acontece todos os dias, de um jeito diferente, e isso que é mágico. É ter força para mostrar a felicidade daquele que você ama todos os dias. E essa felicidade nem precisa ser mostrada para o mundo, em uma foto qualquer na rede social, você pode conseguir ela nos detalhes mais simples, só entre vocês. 41. Quem você acha que é o mais afetuoso em nosso relacionamento? ? 42. Como você acha que nós dois mudamos desde que começamos a namorar? ? 43. Que sobre nós dois é exatamente o mesmo desde que nós começamos datar? ? 44. O que é uma coisa que faço que faz você se sentir bem, que você gostaria de ter feito mais? ? 45. Se você é o tipo de pessoa que sempre se questiona sobre o(a) parceiro(a) ideal, ou o porquê nunca está completamente satisfeita(o) em seu relacionamento, esse teste foi feito para você. Cada pessoa é boa em algum sentido, mas não importa quão maravilhoso(a) ele(a) é, você pode não ser capaz de encontrar felicidade com ele(a).

Eu deveria terminar meu namoro?

2020.10.04 02:59 heartless2000 Eu deveria terminar meu namoro?

a historia é longa mas vou tentar resumir:
Estou em um relacionamento a tres anos onde sempre deu tudo certo. Em maio desse ano eu acabei entrando no facebook do meu namorado e baixei uma conversa que ele tinha com uma menina chamada "Mariana". Eles conversavam no facebook de 2011 ate 2015 e tiveram um relacionamento mais serio em 2015. Apesar de isso tudo ter ocorrido muito antes da gente se conhecer(nos conhecemos em 2017) eu fiquei com uma pulga atras da orelha por dois motivos: 1 - ela é muuuito bonita e 2 - ele sempre deixou claro pra mim que eu fui a primeira namorada dele. Na conversa do facebook ficava nítido o quanto ele gostava dela e como ele ficou triste quando ela n quis levar o relacionamento pra frente pelo motivo de "ainda sou muito nova e quero aproveitar mais". Pouco tempo depois disso ele até tentou se matar mas n sei se tem algo a ver com essa menina.
Até ai vc deve estar me achando maluca e possessiva ne? Afinal, tudo isso aconteceu antes de nos conhecermos e eu nem deveria mexer nas coisas dos passado. O ponto é que fiquei com aquilo na cabeca e fui perguntar a ele sobre ela. Perguntei se durante o nosso namoro ele havia tido algum contato com ela e ele negou. Perguntei mil vezes e ele negou.
A questão é que fiquei desconfiada e acabei fazendo algo que nao me orgulho: peguei o celular dele enquanto ele dormia e fui atras de mensagens com ela no whatsapp. O fato é que ele havia mentido pra mim: eles conversavam sim durante nosso namoro e isso me deixou muito mal. Exportei toda a conversa(QUE ESTA ALI NO FINAL, SE VC QUISER LER) e no outro dia perguntei pra ele novamente se ele falava com ela. Implorei na verdade e ele continuava mentindo, dizendo que eu deveria acreditar nele. Ele so admitiu quando eu falei que havia acessado o celular dele.
Depois disso demos um tempo de 1 mes mas ele sempre insistiu pra continuarmos. Falava que aquelas conversas nao significavam nada e que ele somente respondia quando ela chamava ele. disse que gostava de ver ela sofrendo porque ela havia feito ele sofrer no passado.
Enfim, se vc leu ate aqui agradeço muito. Eu realmente n sei se devo continuar ou nao pois ele mentiu muito pra mim.

Por favor, me de a sua opinião.

Vcs confiariam novamente se estivessem no meu lugar?
Voce conversa com sua/seu ex? Se sim, por quê? é realmente sem sentimento nenhum?

---------------------------------CONVERSA QUE ELES TIVERAM NO WHATSAPP-------------------------
11/05/2020 13:22 - As mensagens e chamadas desta conversa estão protegidas com a criptografia de ponta a ponta. Toque para mais informações.
11/05/2020 13:22 - Mariana: E aí
11/05/2020 13:22 - Mariana: Como é que cê tá?
11/05/2020 13:37 - Joao: Heey, to bem você?
11/05/2020 13:38 - Mariana: Também
11/05/2020 13:38 - Mariana: Não estou bebada e tbm não acabei de levar um chifre
11/05/2020 13:38 - Mariana: hahahaha
11/05/2020 13:38 - Joao: Olha, isso é novidade hahah
11/05/2020 13:38 - Joao: Estranhei pelo horário, estar bebada agora seria meio estranho
11/05/2020 13:39 - Mariana: hahahahah
11/05/2020 13:39 - Mariana: To trabalhando
11/05/2020 13:39 - Mariana: e ontem lembrei de você
11/05/2020 13:39 - Mariana: e aí vim especular sua vida
11/05/2020 13:39 - Mariana: Na realidade, eu queria te perguntar uma coisa
11/05/2020 13:39 - Mariana: É pessoal, mas acho ok
11/05/2020 13:40 - Joao: Certo, o que é?
11/05/2020 13:44 - Mariana: Naquela época que tínhamos uma relação, você havia comentado que sofria de um transtorno de agressividade
11/05/2020 13:44 - Mariana: Lembra?
11/05/2020 13:44 - Mariana: Inclusive, pouco tempo depois tu ficou internado
11/05/2020 13:45 - Joao: Não, não era transtorno de agressividade, era boderline
11/05/2020 13:45 - Joao: Pq?
11/05/2020 13:47 - Mariana: O que é isso?
11/05/2020 13:47 - Mariana: Cara, pq eu precisava de certos acompanhamentos
11/05/2020 13:48 - Mariana: Eu sei que sou uma pessoa extremamente ansiosa, mas em alguns momentos de irritação - ainda que por motivos bem pequenos - eu tenho uma reação desproporcional
11/05/2020 13:48 - Mariana: E me sinto muito violenta
11/05/2020 13:48 - Mariana: Claro, não chego a fazer nada
11/05/2020 13:48 - Mariana: Mas a vontade é imensaa
11/05/2020 13:49 - Joao: Então, Boderline é um transtorno de personalidade, é um agregado de coisas
11/05/2020 13:50 - Joao: Para o diagnóstico do transtorno de personalidade limítrofe, os pacientes devem ter

Instabilidade persistente nos relacionamentos, na autoimagem e nas emoções (desequilíbrio emocional), bem como acentuada impulsividade.
Esse padrão é caracterizado por ≥ 5 dos seguintes:

Esforços desesperados para evitar o abandono (real ou imaginado)
Relacionamentos intensos e instáveis que se alternam entre idealização e desvalorização da outra pessoa
Autoimagem ou senso do eu instável
Impulsividade em ≥ 2 áreas que pode prejudicá-los (p. ex., sexo inseguro, compulsão alimentar, dirigir de forma imprudente)
Comportamentos, gestos ou ameaças repetidos de suicídio ou automutilação
Mudanças rápidas no humor, normalmente durando apenas algumas horas e raramente mais do que alguns dias
Sentimentos persistentes de vazio
Raiva inadequadamente intensa ou problemas para controlar a raiva
Pensamentos paranoicos temporários ou sintomas dissociativos graves desencadeados por estresse
11/05/2020 13:55 - Mariana: Hmm
11/05/2020 13:55 - Mariana: Poxa, isso tem martelado na minha cabeça
11/05/2020 13:56 - Mariana: Eu preciso ter mais calma, ou uma hora vou fazer algo que eu possa me arrepender
11/05/2020 13:56 - Joao: Mas tipo, isso é uma coisa, o certo é procurar acompanhamento para te diagnosticarem do jeito certo
11/05/2020 13:56 - Mariana: Não sei explicar, só sei que é algo muito forte e que vem de dentro!
11/05/2020 13:56 - Mariana: Aquele raiva!
11/05/2020 13:56 - Mariana: E depois eu penso, e vejo que é desproporcional sabe
11/05/2020 13:57 - Mariana: É, eu tenho que voltar a fazer acompanhamento
11/05/2020 13:57 - Mariana: Eu tinha achado umaclinica pelo meu plano
11/05/2020 13:57 - Mariana: Só que aí começou a Pandemia, e eu deixei de lado
11/05/2020 13:58 - Mariana: E como até hoje tive apenas 03 crises bem fortes
11/05/2020 13:58 - Mariana: Essas de ansiedade ou pânico, eu acabo deixando sabe
11/05/2020 14:00 - Joao: Entendo, as vezes eu tenho certas crises também, eu voltei pra tratamento agora depois de um bom tempo tentando marcar horário
11/05/2020 14:00 - Joao: Mas não estou mais tomando nada
11/05/2020 14:00 - Joao: Talvez tenha que voltar
11/05/2020 14:01 - Mariana: Que ótimo!
11/05/2020 14:01 - Mariana: Tomara que não precise voltar para o tratamento medicamentoso, mas se precisar, também não é o fim do mundo né
11/05/2020 14:02 - Mariana: Infelizmente esses problemas psicológicos tem se tornado cada vez mais comum
11/05/2020 14:15 - Joao: Pois é, também espero que não, sempre me senti estranho tomando. Não parecia ser eu, além disso tinham efeitos colaterais bem chatos
11/05/2020 14:17 - Mariana: Faz parte...
11/05/2020 14:17 - Mariana: Na minha volta bastante gente precisa se submeter e tais tratamentos
11/05/2020 14:18 - Mariana: Mas enfim! Como está a vida? Está aqui em SJP? Aulas suspensas?
11/05/2020 14:23 - Joao: Restrita, apesar de eu não ter parado de trabalhar
11/05/2020 14:24 - Joao: Estavamos imprimindo máscaras para o pessoal da saúde de Joinville e Curitiba
11/05/2020 14:24 - Joao: Mas as aulas pararam, só estou tendo EAD por enquanto, e por ai?
11/05/2020 14:27 - Mariana: EAD também!
11/05/2020 14:27 - Mariana: Escritório voltou semana passada
11/05/2020 14:27 - Mariana: Mas antes disso estávamos trabalhando em casa
11/05/2020 14:29 - Joao: Foda, aqui não tem previsão das aulas voltarem
11/05/2020 14:31 - Mariana: É, aqui disseram que retornaria em agosto
11/05/2020 14:31 - Mariana: Mas não sei em...
11/05/2020 14:31 - Mariana: Que situação, né?
11/05/2020 14:32 - Joao: Pois é, era pra estar mais controlado, mas o presidente não ajuda muito kk
11/05/2020 14:33 - Mariana: Não ajuda em nada! Estou preocupada com o que pode acontecer ainda
11/05/2020 14:34 - Mariana: Se passarmos por mais um impeachment é de se discutir a própria democracia né
11/05/2020 14:34 - Mariana: Pois ao que parece não está funcionando para eleger representantes
11/05/2020 14:34 - Joao: Sim, essa instabilidade total piora situações como ansiedade
11/05/2020 14:35 - Joao: Se passarmos por mais um nossa economia vai demorar mais de uma década pra ser recuperar, ninguém investe em um país que troca de presidente como troca de camiseta
11/05/2020 14:36 - Mariana: Com certeza...
11/05/2020 14:37 - Mariana: Poisé, mas tudo caminha para isso né
11/05/2020 14:38 - Mariana: Até pq inquerito já foi instaurado
11/05/2020 14:38 - Mariana: O cara também é bem burro né, não dá uma dentro!
11/05/2020 14:39 - Mariana: As vezes me arrependo de ter feito direito, sabia?
11/05/2020 14:39 - Mariana: Com outra profissão eu teria chance de tentar a vida em outro país
11/05/2020 14:40 - Joao: Eu to pensando, quando me formar acho que vou pro Canadá
11/05/2020 14:40 - Joao: Sim, todo dia uma atrás da outra
11/05/2020 14:41 - Mariana: Eu iria
11/05/2020 14:41 - Joao: Uma amiga conseguiu validar o diploma dela de engenharia quimica
11/05/2020 14:41 - Mariana: Eu não gosto que falem mal do país, sei que em todos os lugares existem problemas - culturais, políticos..
11/05/2020 14:41 - Joao: Creio que engenharia mecanica de boa também
11/05/2020 14:41 - Mariana: Mas porra, virou bagunça!
11/05/2020 14:41 - Mariana: Virou putaria bater panela
11/05/2020 14:42 - Mariana: Ué? não era de avião?
11/05/2020 14:42 - Joao: Então hahaha
11/05/2020 14:42 - Mariana: kkkkkkkkk
11/05/2020 14:42 - Mariana: Indeciso em!!???
11/05/2020 14:42 - Joao: Mudei da UFSC pro IFSC, pra conseguir trabalhar de dia
11/05/2020 14:42 - Joao: Na UFSC não tinha como trabalhar e estudar
11/05/2020 14:43 - Joao: Ai mudei pra engenharia mecânica no IFSC a noite, aqui em Joinville também
11/05/2020 14:43 - Joao: Mas não perdi quase nada, matei várias matérias
11/05/2020 14:43 - Mariana: Já pensou as suas entrevistas de emprego?
11/05/2020 14:43 - Mariana: Hahahahah
11/05/2020 14:43 - Mariana: Ah, comecei com o curso x, depois migrei para y, depois z, depois x novamente
11/05/2020 14:44 - Joao: A eu nem falo nada hahaha
11/05/2020 14:44 - Mariana: Hahahahahha
11/05/2020 14:44 - Mariana: E tu se forma quando?
11/05/2020 14:44 - Joao: Antes do COVID era pra ser uns 2 anos haha
11/05/2020 14:44 - Joao: agora já não sei mais
11/05/2020 14:44 - Joao: e vc?
11/05/2020 14:44 - Mariana: Último ano
11/05/2020 14:45 - Mariana: Ano que vem já sou bacharel ahahha
11/05/2020 14:45 - Mariana: Bacherel é quando se forma, né?
11/05/2020 14:45 - Mariana: E sou 1/2 advogada
11/05/2020 14:45 - Mariana: Falta a segunda fase, sabe lá Deus quando será!
11/05/2020 14:46 - Joao: Da OAB?
11/05/2020 14:46 - Mariana: Eu sou indecisa para a vida, relacionamentos e compras
11/05/2020 14:46 - Mariana: Para o curso tem se mantido ahahha
11/05/2020 14:46 - Mariana: Uhum
11/05/2020 14:47 - Joao: Então, na real eu ia manter, mas com a situação financeiro dos meus pais complicou eu resolvi tomar as rédias. Meus pais já estão cansados, não quero que fiquem me bancando kk
11/05/2020 14:48 - Joao: Que massa!
11/05/2020 14:48 - Mariana: É, eu imagino! É bom você trabalhar, já vai entrando no meio né.
11/05/2020 14:48 - Joao: Parabéns, a segunda fase tu vai tirar de letra tbm
11/05/2020 14:48 - Mariana: Cara, eu tinha tantas expectativas para esse ano, mas o COVID atrapalhou muito
11/05/2020 14:48 - Mariana: Por isso ando desanimada, sabe?
11/05/2020 14:48 - Joao: Nem me fale... kkk
11/05/2020 14:48 - Mariana: Deus lhe ouça
11/05/2020 14:49 - Mariana: Eu consegui monitoria com a professora que eu mais admiro
11/05/2020 14:49 - Mariana: E ela desenvolve várias pesquisas, já conhece professores de federal e tal
11/05/2020 14:49 - Mariana: Esta fazendo doutorado
11/05/2020 14:49 - Mariana: E eu quero muito fazer mestrado
11/05/2020 14:49 - Mariana: Mas uma pós na federal já vale
11/05/2020 14:49 - Mariana: Então, queria ficar ali no meio né
11/05/2020 14:50 - Mariana: Até uma aula eu dei, sabia? ahhaha
11/05/2020 14:50 - Mariana: SOZINHA
11/05/2020 14:50 - Mariana: Tinha tudo para ser um bom semestre, nesse sentido
11/05/2020 14:50 - Mariana: Mas.....
11/05/2020 15:25 - Joao: Que isso, ai sim em!
11/05/2020 15:25 - Joao: Ta mandando muito
11/05/2020 15:26 - Joao: Também penso em fazer mestrado, mas as vezes desanimo kk
11/05/2020 15:29 - Mariana: Pq desanimo?
11/05/2020 15:29 - Mariana: Eu preciso aprender uma outra língua
11/05/2020 15:30 - Mariana: Só sei português e merda
11/05/2020 15:30 - Mariana: hahahah
11/05/2020 15:33 - Mariana: Eu gostaria de lecionar, acho muito legal!
11/05/2020 15:33 - Mariana: E na advocacia passa mais credibilidade
11/05/2020 15:33 - Mariana: Só que meu sonho não é advogar
11/05/2020 15:35 - Joao: Ah sei lá, as vezes cansa essa rotina só de estudos
11/05/2020 15:36 - Joao: Eu manjava um pouco de inglês mas tive que aprender mais ainda na marra
11/05/2020 15:36 - Joao: As materias especificas o conteudo que presta é praticamente em inglês kk
11/05/2020 15:36 - Joao: Quer ir pra concurso?
11/05/2020 15:44 - Mariana: É, cansa! Eu imagino...
11/05/2020 15:44 - Mariana: Yes! Queria magistratura e atuar em vara cível
11/05/2020 15:44 - Mariana: Queria não, eu quero
11/05/2020 15:44 - Mariana: Mas não sei se tenho perfil de concurseira
11/05/2020 15:45 - Joao: Ninguém tem até tentar 🙃
11/05/2020 15:46 - Joao: Se tu tirando a OAB de letra tem que tentar sim
11/05/2020 15:46 - Mariana: Ah, vou tentar até meus 35 anos
11/05/2020 15:46 - Mariana: Aí prorrogo até 40
11/05/2020 15:46 - Mariana: Vai que
11/05/2020 15:46 - Mariana: hahaha
11/05/2020 15:47 - Mariana: Demora para sair, ainda mais eu que só vou tentar no sul
11/05/2020 15:53 - Joao: Vai dar boa, tu tem que advogar 3 anos pra poder concursar né?
11/05/2020 15:53 - Joao: Na magistratura
11/05/2020 15:53 - Mariana: Isso! Nesse período eu tento pós e mestrado
11/05/2020 15:54 - Mariana: Até pq conta como título
11/05/2020 15:54 - Mariana: Então, nada é perdido
11/05/2020 15:59 - Joao: Verdade, não tem nada a perder, só a ganhar tentando
11/05/2020 16:00 - Mariana: Uhum
11/05/2020 16:00 - Mariana: E o relacionamento?
11/05/2020 16:00 - Mariana: Firme e forte?
11/05/2020 16:00 - Joao: Então, ela ta aqui em Joinville comigo, ta sem aulas e o Banco afastou os estagiarios
11/05/2020 16:01 - Joao: Ai ela ta "morando" comigo faz uns dois meses
11/05/2020 16:01 - Joao: Amanhã a gente faz 3 anos
11/05/2020 16:01 - Joao: E o seu?
11/05/2020 16:02 - Mariana: Caralho, o tempo voa em
11/05/2020 16:02 - Mariana: Ah, o meu as vezes anda e as vezes desanda
11/05/2020 16:02 - Mariana: Ora quero casar e ter filhos, ora quero chutar o balde e ser solteira o resto da vida
11/05/2020 16:03 - Mariana: hahahahaha jeito Mariana de ser
11/05/2020 16:03 - Mariana: Bem decidida, sabe?
11/05/2020 16:03 - Joao: Sei bem haha
11/05/2020 16:03 - Joao: Filhos é uma parada que nem cogitamos haha
11/05/2020 16:04 - Mariana: É que eu quase tive né
11/05/2020 16:04 - Mariana: Dai as vezes da vontade hahaha
11/05/2020 16:04 - Mariana: Mas passa bem rapidamente
11/05/2020 16:04 - Mariana: Qd eu vejo que n
11/05/2020 16:04 - Mariana: não tenho paciência nem com a minha cachorra
11/05/2020 16:05 - Joao: kkkkkkkkkkkk
11/05/2020 16:06 - Joao: É, complicado haha
11/05/2020 16:06 - Joao: Como vão seus pais?
11/05/2020 16:06 - Mariana: A mãe esta em casa
11/05/2020 16:06 - Mariana: Foi suspendido o contrato
11/05/2020 16:06 - Mariana: O pai começou as férias hoje
11/05/2020 16:06 - Mariana: Por enquanto esta ok
11/05/2020 16:06 - Mariana: Ninguem demitido
11/05/2020 16:06 - Mariana: E os seus?
11/05/2020 16:07 - Joao: Suspenderam a licitação da obra que meu pai estava indo em Maceio
11/05/2020 16:07 - Joao: E agora os dois estão em casa kk
11/05/2020 16:09 - Mariana: Af, é foda para eles né
11/05/2020 16:09 - Mariana: Sua mãe chegou a inciar o restaurante no caminho do vinho?
11/05/2020 16:09 - Joao: Não, deu uma parada, ela andava meio mal
11/05/2020 16:09 - Joao: Agora segurou por conta do covid
11/05/2020 16:09 - Mariana: Depressão?
11/05/2020 16:10 - Joao: Uhum
11/05/2020 16:12 - Mariana: Eita, e ficar parado em casa só piora, né?
11/05/2020 16:15 - Joao: Uhum, ela ta tentando estudar outras coisas devagarzinho
11/05/2020 16:18 - Mariana: A mãe eu plantei ideia de fazer empedão para vender
11/05/2020 16:18 - Mariana: Pelo menos ela ocupa a cabeça
11/05/2020 16:18 - Mariana: E ainda lucra um pouco
11/05/2020 16:18 - Mariana: E eu ainda como toda semana hahahaha
11/05/2020 16:19 - Joao: hahahah
11/05/2020 16:19 - Joao: stonks
11/05/2020 16:19 - Mariana: o que é isso?
11/05/2020 16:28 - Joao: É um meme haha
11/05/2020 16:30 - Joao: É tipo quando você mostra solução pra algo de uma maneira diferente inédita
11/05/2020 16:30 - Joao: Meio difícil de explicar hahaha
11/05/2020 16:32 - Mariana: Hmmm
11/05/2020 16:32 - Mariana: Entendi 🤔
11/05/2020 16:41 - Joao: E suas irmãs, como estão?
11/05/2020 16:44 - Mariana: Ah nega continua na loja
11/05/2020 16:44 - Mariana: a*
11/05/2020 16:44 - Mariana: Passou na primeira fase junto comigo
11/05/2020 16:44 - Mariana: Diz que vai tirar a OAB
11/05/2020 16:46 - Joao: Mas ela ja se formou né?
11/05/2020 16:47 - Mariana: Aham, ano passado
11/05/2020 16:47 - Mariana: Não sei o que ela vai fazer da vida
11/05/2020 16:48 - Mariana: Diz que quer ser delegada
11/05/2020 16:48 - Mariana: Mas não estuda
11/05/2020 16:48 - Mariana: A Daiana ainda mora em SP e esta casada, a um tempinho já
11/05/2020 16:48 - Mariana: A Luana continua bem e está no segundo ano de BJ (mesmo ano em que a gente ficava)
11/05/2020 16:48 - Mariana: O tempo voa, né?
11/05/2020 17:15 - Joao: Nossa, já??
11/05/2020 17:15 - Joao: Sim, muito haha
11/05/2020 17:15 - Mariana: Poisé
11/05/2020 17:15 - Mariana: Eu ainda não me toquei ahahaha
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2020.09.16 09:16 Matheuskeeeeeee Minha namorada e o amigo dela

Preciso da ajuda de vocês 😫
Antes de estar em um relacionamento com minha namorada, ela ficava com um mlk que era o Pedro. Eles brigaram por algum motivo e ela não quis mais ficar com ele, nessa época a minha namorada era na vdd minha amiga mttt próxima, me mandava os prints dos longos textos que ele fazia pra ela pedindo uma nova chance. Eles não tinham uma relação de amizade e não eram amigos, no começo da quarentena ja estávamos namorando e ela me contou detalhes dizendo que ele era louco pra ter uma relação sexual com ela pelo fato dela ser virgem, e tinha fetiche nisso.
Passado um tempão, mais precisamente no começo desse mês, ela me avisou no WhatsApp que estava saindo com ele para uma adega onde tinha mais gente, e eu fiquei incomodado lógico e disse pra ela. Ela disse pra mim que estava de aliança (não acho que isso tenha um peso enorme positivo ou negativo na questão da minha insegurança), disse também que ele sabia que ela estava namorando e respeitava ela.
No dia seguinte postou um print da conversa dos dois dizendo que iam sair pra encontrar uma tal de Júlia no fim de semana. Quando vi isso não aguentei de tanto desconforto e fui conversar com ela. A minha namorada, foi totalmente grossa e disse: ele é só meu amigo vc tá cego ou o que?
Depois no Twitter os dois sempre apareciam respondendo as coisas um do outro, e se eu fizesse ao contrário de voltar a ter uma relação com uma pessoa da qual me relacionei no passado sei que causaria um desconforto enorme nela e com certeza seria falta de empatia com o que ela sente
Foi quando ela me disse que ia sair de novo pro mesmo lugar com ele e com as outras pessoas e eu desisti de tudo. Mas ela me convenceu a ir junto para ver que não havia nada demais. Fui junto e não conhecia ninguém lá, quando perto do fim, ela me perguntou se eu iria ficar bravo caso ela desse uma volta de moto com o Pedro Nessa hora eu não queria causar desconforto nenhum pra ela e disse que não e tava tudo bem. Mas com certeza fiquei muito incomodado e por uns minutos fiquei esperando sozinho e quieto lá no banco, mas ela voltou pois o amigo que emprestaria a moto aos dois não cedeu.
Aí nesse fim de semana ela chamou o Pedro no WhatsApp e disse que estava com saudades, mas ele tinha saído com uma pessoa e sumido aí ela se incomodou e postou no Twitter: “nunca mais falo que to com saudade” e ele respondeu: “🤔”
Quando vi isso fiquei totalmente desconfortável e pra baixo de novo, pois no fim de semana e no horário em que ela postou ela estava vindo pra cá passar o sábado comigo. Então não aguentei mais de tanta insegurança e mal estar e decidi conversar com ela
Fui conversar com ela com o propósito de resolver como desse, e ela disse que ou teria de lidar com isso ou terminar. E daí eu disse que não conseguia lidar com isso de tanto desconforto que me causa e terminamos.
Mas depois de umas horas ela me ligou e pediu pra que a gente se visse na mesma noite (ontem), veio aqui em casa e leu uma carta pra mim, e disse que queria resolver ou até mesmo fazer terapia de casal pra que a gente continuasse juntos. Ela me disse que eles não eram amigos antes mas que agora são, que ele respeita que ela esteja namorando, e não deu em cima e quanto terminamos, aliás disse pra ela que ele não via sentido em ser o motivo do término, e chamou ela pra sair no fim de semana pra não ficar mal.
Enfim, aconteceu que eu e ela voltamos mas não resolvemos isso ainda, eu tenho medo de estar sendo abusivo com ela mas realmente a situação de ela sair com o cara que ficava antes me deixa muito inseguro. Sei que é um problema meu, levei pra minha psicóloga e ela me disse que eles não são só amigos e deveria explicar isso pra ela, e como dada a opção, não estar mais no meio disso.
O que ela me disse aqui na conversa, foi que se fosse com uma menina não teria problema algum então pelo fato de ser com o Pedro ela acha que não tem nada a ver. Disse também que eles são só amigos e não tem nada demais. Chorou bem de leve e disse que não queria terminar comigo.
Acontece que ontem eu voltei com ela e disse que tava tudo bem. Mas hoje lembrei e todos os fatos e não consigo não me incomodar com isso. Ela já disse que não tá disposta a ceder nada e eu que deveria ceder isso 😫 e agora mano
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2020.08.27 21:34 Ultimecia- Desabafo sobre pensamentos ruins que me atormentam (+18)

Ola pessoal, depois de muito pensar, e me perguntar se deveria fazer esse texto, venho aqui pra desabafar um pouco, pois não tenho um ciclo social muito grande pra o qual eu poderia contar essas coisas, e as poucas pessoas que eu poderia contar, Não seriam diretas e sinceras. Como o texto também é bem constrangedor, acredito que um leve anonimato deve me ajudar a se expressar melhor.
Marquei o texto como +18 porque usarei palavras bem explícitas aqui para melhor entendimento, porém, ciente das diretrizes da comunidade, caso o texto seja ofensivo ou afete alguém menor de idade, gostaria que fosse removido o mais rápido possível, me desculpem se acabar sendo ofensivo ou algo do tipo, espero não ultrapassar nenhum limite aqui. Mas vamos lá.
A 3 anos atrás eu conheci uma garota do meu antigo emprego (tenho 23 anos, isso não fere meu anonimato). Essa garota era perfeita e muito fofinha, tinhamos a mesma idade e nos demos super bem, estávamos solteiros, e depois de 6 meses nos conhecendo começamos a namorar. Namoramos por uns 2 anos, e nesse tempo aproveitamos muito a companhia um do outro, foi tudo perfeito, sem brigas e sem desentendimento, até que começamos a nos conhecer de mais. Sempre fui um cara reservado, antes dela só namorei uma pessoa, por 3 anos, minha única experiência sexual foi com essa pessoa, e após o termino nunca me relacionei como mais ngm, porém, essa garota que conheci no meu trabalho (vou chama-la de Yomawa, nem sei o pq :v) ja havia tido muitos outros caras no passado. Conversando com ela, descobri que fui o primeiro namorado dela, porém, ela ja havia ficado e tido aventuras adultas com mais de 15 caras no total, alguns em festas, faculdade, e todo o resto, com alguns mais de 5 vezes, ja havia feito menage e outros desejos sexuais que realizou por curiosidade. Confesso que me surpreendi, uma garota tão fofinha e delicada ja ter passado por isso me abalou um pouco, e depois que eu fiquei sabendo dessas coisas, nosso namoro desandou. Comecei a criar uma espécie de paranóia na cabeça, de nunca ter dado um prazer tão bom pra ela em nossas relações na cama. Eu tinha alguns fetiches e curiosidades, e ela, ja havia realizado todos com os caras anteriores. Com o tempo essa paranóia de me sentir insuficiente foi tomando conta de mim, até que cometi o erro (ou não) de perguntar se eu ja havia sido o melhor com ela na cama. Ela disse que não, disse que avalia certos pontos nas relações, como preliminar, oral, beijo, penetração, vibe e etcs. E que desses pontos, eu tinha sido o melhor em preliminar e sexo oral, maaaaas, um dos piores em penetração, disse que ja tinha se relacionado com outros caras que proporcionaram um prazer enorme pra ela, e que achava difícil eu superar. Uma coisa que amo nela, é a sua sinceridade, eu odiaria sentir que estou sendo enganado, e a verdade apesar de doer, é o que eu prefiro. Desde então eu tenho me empenhado e dado o melhor de mim, para "ser o melhor" de cama. Eu nunca tive esse orgulho macho (como prefiro chamar) de querer ser o mais fodao em tudo e bla bla bla, mas isso tem me atormentado, e tem me impedido de ser feliz.
No começo ela acreditava que eu poderia ser o melhor na penetração e bla bla bla, mas agora ela pede pra eu não criar esperanças ahebhahehe que do jeito que estou (estou dando o maximo que consigo e fazendo treinos constrangedores de desempenho sexual no meu quarto) posso levar quase 1 ano pra conseguir ser o melhor do melhor. E isso tem me atormentado tanto que estou ficanso triste de vdd, me sinto insuficiente, quando estamos juntos e vejo ela gritar e gemer de prazer na cama, penso logo : - Se ela se contorce desse jeito comigo, imagina com o cara que já comeu ela melhor. Aaaaaaaaahh é horrível, me desculpem pela forma de falar "comeu" mas não consegui pensar em algo menos machista. Imagina você namorar uma garota que diz "meu namorado não foi o cara que me comei mais gostoso, desculpa, estou sendo sincera".
Ela diz que não liga pra isso, que o que sente comigo nunca sentiu com ngm, que nosso amor é pfto, que eu trato ela como uma Deusa e isso motivz muito ela todos os dias, ela chora só de pensar em me perder, e de vdd combinamos em tudo. Gostos, musicas, animes, séries, jogos, ela é perfeita, e eu sou o cara que nem consigo dar um prazer suficiente na cama, me sinto ridículo por isso, mas penso que quando começamos a tranzar, ela tem uma expectativa de ser bom e maravilhoso, e acaba não sendo, ela acaba esperando que seja bom como os outros caras, e acaba não sendo. Ja imaginou ela ter aquele prazer como referência sempre que pensar em sexo ? E não no meu ? Eu não consigo ser eu mesmo desde que isso aconteceu, e me sinto tão mal que penso em terminar. Estou mt agressivo com as palavras e muito decepcionado comigo, esse relacionamento está me deixando mal e me fazendo sentir a cada dia insuficiente, e ela não tem culpa, nunca seria capaz de culpa-la por falar a verdade, é a qualidade que mais amo, mas estou perdido. O relacionamento é mt mais que sexo galera, mas sinto que a cada segundo que passa, os caras anteriores estão ganhando de mim, sei la, é como se eu estivesse perdendo (???) Estou paranóico, queria desabafar, penso em ir em um psicólogo ou sexólogo, mas não sei mais o que fazer, de vdd.
Me desculpem se ficou mt grande este desabafo, ou se acaba ferindo alguma diretriz ou algum menor de idade, pfvr excluam se for o caso :(((
Ass : O cara que não foi o melhor da sua namorada
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2020.08.17 02:59 gimme-that-potato Uma das melhores decisões que tomei foi começar a tomar remédio para depressão

Olá, meus queridos.
Como o título sugere, venho aqui compartilhar minha experiência, pois acredito que possa acabar ajudando alguém aqui. No mais, vou poder pôr algumas ideias em ordem e poder dar uma desabafada. Tentarei ser breve, mas sei que não vai rolar rs, e acredito que meu texto não será tão linear.
O negócio é o seguinte: nunca fui apaixonado pela vida, de modo geral. Sempre fiz minhas coisas e tudo mais, mas essa tendência já me fez ficar para baixo (talvez algumas vezes depressivo) em algumas partes de minha vida. Nada disso me impediu de viver normalmente, sentir alegria, felicidade, paixão, correr atrás do que gosto, etc.
Acontece que ano passado estava em uma época braba. Havia terminado a faculdade, saído do emprego para prestar um concurso que não passei, e estava desempregado. Porra, estar desempregado é foda. A sensação de ficar em casa sem produzir é péssima.
Chegou uma hora que quis me cortar. Nada de suicídio, e nunca acreditei que pudesse fazer isso (apesar de estar com a constante sensação de querer nunca ter nascido), mas não deixa de ser um sintoma bem preocupante. Quando comecei a me dar uns pequenos cortes (escondidos), entendi que era hora de voltar pra terapia. Voltei para a mesma psicóloga que conheço há uns anos e confio bem.
Cabe aqui fazer um parênteses sobre depressão: há vários jeitos de melhorar esta doença. Contudo, tem um estudo recente que analisou a mistura entre dois tratamentos variados (ioga com psicólogo; meditação com psiquiatra; prática de esportes com meditação; etc.), e a melhor combinação de tratamento encontrada foi: acompanhamento psicológico junto com psiquiátrico. Não significa que tem que deixar outros tratamentos de lado, mas essa foi a melhor fórmula comprovada para combater.
Outra coisa: se você quer buscar um psicólogo, o que super recomendo, não importa a linha que ele ou ela segue. Freud, Lacan, Jung... nada disso importa. São ferramentas elaboradas para chegar em um mesmo objetivo. O que importa é você encontrar alguém que você vá com a cara. Alguém que você confie em desabafar. Não adianta conversar com um psicólogo pica das galáxias se você não se sente à vontade com ele.
Enfim. Começando a terapia, comecei a perceber diversos outros sintomas. Já não estava com a mesma concentração de antes. Me perdia no meio de frases. Estava me desconectando do mundo. Até atividades mais prazerosas estavam soando trabalhosas ou cansativas demais para mim. Meu prazer em coisas comuns, como comer algo bom, estava diminuindo. Foi a primeira vez que minha psicóloga sugeriu eu procurar um psiquiatra para me ajudar.
De início me senti mal, pois nunca tomei remédios para a cabeça. Mas depois veio um certo alívio: eu simplesmente estava doente, como uma gripe, e talvez precisasse só tomar um remédio. Você tem ideia de como é um alívio entender que sua mente te prega peças, e o motivo de você estar mal pode ser simplesmente algo fora de seu controle? Como uma mera desregulação hormonal, ou falta de algum receptor no cérebro, algo assim.
Falando com o psiquiatra, ele me passou um remédio relativamente novo, que, a grosso modo, estimula a produção de receptores de certos neurotransmissores na minha cabeça. Em outras palavras, ele estimula o cérebro a "captar mais prazer", ao invés de criar o prazer em si (como uma droga ilícita geralmente faz). Tanto é que é um remédio de tarja vermelha, e que não vicia (apesar de dar efeitos colaterais).
O início do tratamento foi bem ruim. O primeiro efeito colateral era a sensação de estar sonhando, ou na beira de uma grande ansiedade. Como se eu estivesse caindo, mas aquela sensação de "estar caindo" tivesse durando minutos. Isso me fez aprender a deixar rolar, sabe? Eu sabia que era um efeito do remédio, então não podia fazer nada, senão deixar acontecer, seguir com a maré. Eu diria até que eu pude aproveitar minha ansiedade. Sentia que era o remédio que me causava essa aceleração, mas que era ao mesmo tempo ele que me possibilitava ter esse "freio".
Outro efeito ruim foi o sono. Na verdade era mais uma vontade incontrolável de bocejar em si do que sono.
Como um outro possível efeito era falta de libido, óbvio que nos primeiros dias a primeira coisa que fui testar foi a masturbação. Confesso que foi bem difícil chegar no orgasmo, parecia que eu ia criar fogo com as mãos hehe. Por outro lado, um tempo depois minha libido até melhorou, pois minha depressão me fazia não querer buscar sexo. Minha namorada me apoiou durante tudo isso e entendeu, quando conversamos, que o sexo poderia piorar, o que felizmente não ocorreu.
Depois esses efeitos melhoraram (acredito que em até 2 semanas). O de sono e bocejo passou por completo, assim como o da ansiedade. Eu sentia que o remédio era um freio para minha ansiedade. Se eu fosse um carro, era como se o remédio colocasse uma trava na velocidade máxima. Sentia ele me ajudando.
Uma coisa que demorou para melhorar foi meu fluxo intestinal. Estava acostumado a ir ao banheiro todos os dias, às vezes até duas vezes (aqui cabe ressaltar que sou homem e, quando comecei a tomar o remédio no ano passado, estava com 26 anos). O remédio me fodeu com isso. Comecei a passar uns dias sem ir ao banheiro, ou ficar totalmente desregulado. Hoje, meses depois, isso já melhorou 100%.
Umas semanas depois comecei a ter um pouco de insônia, que até hoje vem e volta, mas nada que me atrapalhe.
Mas nada disso chega perto ao que o remédio me proporcionou: a capacidade de sentir prazer banal, no dia a dia, como ao ver um pôr-do-sol, ouvir uma música foda, ou comer algo gostoso. Hoje nem parece que eu tomo remédio. Faz parte da minha rotina: eu acordo, tomo meu comprimido, meu café, e sigo com o dia. Às vezes penso que deveria ter buscado um psiquiatra antes.
Claro que o tratamento é temporário. Eu sinto um pouco de falta de poder "curtir mais minha angústia" quando não tomava remédio, pois isso me ajudava a compor música ou escrever algo. Hoje me sinto melhor sabendo que estou mais pronto para terminar o tratamento (que demora no mínimo 6 meses, se não me engano até 2 anos). Também sei que, se voltar a ficar mal daquele jeito, tenho mais ferramentas para usar ao meu favor.
Se você está mal, não tenha vergonha de procurar um psiquiatra. Não coloque barreiras que não existem. Se você estivesse com febre, você iria no médico. Pode ser que sua depressão seja simplesmente uma reação física de seu corpo, e não uma mera falta de vontade (aliás, acho que nunca é, pois vontade de estar bem todo mundo tem). Até porque, uma pessoa com a vida 100% boa pode sofrer de depressão. Como falei, pode ser por algo idiota, como uma desregulação de seu corpo, algo hormonal, etc.
Pense nos remédios como uma rodinha extra numa bicicleta: ele vai servir de apoio para seu cérebro reaprender a andar sozinho, e, então, quando estiver pronto, vai poder andar ser as rodinhas.
Uma questão é que eu dei sorte. Um dos meu melhores amigos demorou uns bons anos para encontrar o remédio certo para ele. Ele tentou de tudo, várias terapias, e finalmente achou esse remédio (que é o mesmo que o meu, por coincidência), junto uma terapeuta de confiança. O cara até conseguiu assumir ser gay e hoje está namorando e feliz em um relacionamento, o que me deixa muito feliz.
Quando compartilhei essa história com outro amigo, ele confessou que estava tomando remédios para a ansiedade. Ele disse que era incrível poder sentir o prazer do presente ao andar de ônibus.
Comecei um trabalho novo em janeiro, e venho enfrentando altos e baixos por conta do isolamento da pandemia (não estar fazendo exercício vem ferrando com meu corpo). Mas sei que hoje tenho mais recursos para me cuidar. Ainda tomo remédio e faço acompanhamento psiquiátrico, e parei com a terapia pois não queria fazer online, embora eu ache que volte logo menos e faça por videochamada mesmo.
Enfim, espero ter ajudado alguém, ou ao menos estimulado a empatia, caso conheça alguém que esteja depressivo, ou com receio de começar a tomar remédios. Sempre fui muito mente aberta com muita coisa, inclusive terapia e psiquiatria. Mas ainda dava uma julgada com quem "parecia bem" e mesmo assim estava tomando remédio. Hoje vejo isso com mais empatia, pois nem todo mundo que parece bem está de fato bem. Quem sou eu para saber o que o outro sente, quando às vezes nem eu mesmo sei dizer o que sinto...
Se você tem algum amigo com depressão, ofereça seu apoio. Não julgue. Quando puder, insista na amizade. E não vomite suas próprias histórias. Não fale que "é falta de vontade", ou que é "frescura", ou que você conhece um "óleo essencial" para depressão. Às vezes a pessoa só precisa de alguém para desabafar, ou ao menos saber que você está lá para ela (como eu estive para esse meu grande amigo). Apesar de a tristeza poder ser um sintoma da depressão, depressão não é tristeza. Depressão é o oposto de vitalidade.
Por fim, deixo como dica de leitura o que acredito ser uma espécie de "guia definitivo" para a depressão (só não digo "definitivo" pois é uma área da ciência em constante evolução, e, CARAMBA, como eu sou grato por nascer nesta nossa época e não há 50 ou 100 anos, quando havia muito mais estigma e muito menos remédios...). Trata-se do livro O Demônio do Meio-dia, de Andrew Solomon. É um documento jornalístico que conta a história, em primeira pessoa, do escritor e sua luta para entender a própria depressão e a Depressão em si como doença. Nele há muito sobre questões emocionais, como os diferentes remédios funcionam, como a depressão afeta diferentes grupos de diferentes formas, etc. Foi o que me ajudou para ganhar conhecimento e lidar melhor com esse meu amigo (e, depois, lidar comigo mesmo). Esse mesmo jornalista faz um TED Talk muito bom aqui.
Obrigado a quem teve o saco de ler até aqui. Não sei se vou responder todas mensagens, mas tentarei. Se tiverem alguma dúvida, será um prazer tentar ajudar na medida do possível. Um grande abraço e tenha uma boa noite!
Edit: o remédio é Venlafaxina.
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2020.08.12 18:48 NerdFesteiro Convívio constante com namorada na quarentena a deixou sufocada

Eu normalmente moro com a minha avó, e para evitar um possível contágio de COVID para ela, tenho ficado na casa dos pais da minha namorada desde o começo da quarentena (isso mesmo, desde fodendo MARÇO). Na época foram os próprios pais dela que sugeriram que eu não retornasse.
Eu via minha namorada apenas nos finais de semana, e assim tem sido desde que começamos a namorar, há quase dois anos.
Só que agora ela me contou que o contato constante a incomoda, que se sente sufocada, com falta de tempo e um espaço só dela. Que falta novidade e saudade, porque estamos juntos literalmente o tempo todo. Ela comenta que a falta de previsão do retorno da normalidade a deixa insegura em relação aos pais dela, já que estou ficando na casa deles por tempo indeterminado e ela tem medo disso criar uma situação chata.
Ela também sugere que eu faça visitas à minha avó, mas eu tenho sido irredutível sobre não ir vê-la na quarentena, apesar de já ter afrouxado duas vezes.
Eu tenho certeza que não devo ficar visitando a minha vó, mas também não quero uma crise no relacionamento. O que eu deveria fazer?
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2020.07.31 07:22 AD-Pudim Motivos pra ter um relacionamento de verdade?

Eu tenho 15 anos, um garoto extremamente formal e introvertido, tenho somente 2 amigos, o problema é que todos eles tem toda fé a esperança de arrumar uma namorada, principalmente um dos camaradsa que vamos nos referir a ele de "Mate". Mate tem muito medo de morrer sozinho, não amar e não ser amado, eu acho isso extremamente idiota, ser feliz na vida porque você tem uma parceira(o) parece extremamente retardado e atrasador. Eu tenho minha vida planejada como um futuro soldado (ou professor) e político, quero fazer a diferença na nação porém em nenhum desses planos incluem uma parceira. O Mate considera isso muito triste, principalmente por causa dos meus últimos relacionamentos que não deram muito certo, por culpa minha e agora bateu uma certa preocupação, será que é realmente importante ter uma parceira(o) na sua vida? Porque eu não acho isso importante mais, eu não sou bom em relacionamentos, eu sou orgulhoso e arrogante demais, não sinto empatia a não ser por aqueles que são MUITO próximos de mim, me diz, como eu deveria considerar relacionamentos importantes nesse estado merda?
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2020.07.23 00:58 Cellbitoves Me ajudem por favor, preciso de um conselho urgente!

Boa noite a todos, acabei de fazer meu cadastro nesse site, após lê sem querer, um post antigo de uma pessoa( não citarei nomes) que estava na dúvida se trocaria a carreira pública pela iniciativa privada. Após a leitura dessa discussão nesse forum, percebi que deveria fazer o mesmo questionamento, visto que me encontro indeciso profissionalmente e com tendencias de DEPRESSÃO, isso será quase o meu primeiro desabafo da vida, bem para começar irei falar um pouco de mim, e serei o mais breve possível.

Sou um jovem de 18 anos que mora no Norte do país, ps: odeio morar aqui, tive uma infância relativamente tranquila, estudei sempre em escola privada( não sou rico, aqui no norte a escola particular custa mesmo de 600 reais), bem fiz amizades desde cedo, no entanto, meu pai começou a não querer mais trabalhar para governo que é o órgão que mais emprega nesse estado miserável que moro, tornando a minha mãe a responsável pelas finanças por muitos anos. Quando completei o ensino fundamental troquei de escola para uma das escola mais caras(r$800 de mensalidade), pois no início pensava em fazer medicina, no entanto o meu problema começa aqui, não me adaptei ao ritmo intenso de estudos pra vestibulares, pois é um modelo de estudo voltado a aprender pra marca o , e não estudar algo que vc tem prazer, e isso começou a afetar a minha vida pessoal, primeiro pq chegava em casa e via meu pai assistindo tv enquanto minha mãe se matava de trabalhar, eu não conseguia entender nada de química, e com esse enjaulamento em casa deixei de ter tantas amizades, e as que tinha construído na infância não queriam mais sair comigo pq era outra fase da vida, novas relações e cada um estava se redescobrindo.

Bem avançando um pouco a história comecei a ficar triste( AQUI COMEÇAR), ainda no primeiro ano tentei reunir todos meus amigos do passado com os meus colegas do médio, e deu "certo" bem entre aspas, pois quando fiz essa comemoração de 15 anos, ja de cara os brothers que eu mais consideravam não puderam ir, ai blz, curtimos esse dia. em Julho fui para BSB onde ja havia passado varias vezes antes pq meus pais tinham um ap lá( depois tiveram que vender). E sério não digo que lá é perfeito, mas coisas como BK, Starbucks, Outback e lojas jamais havia visto na minha cidade natal, sinceramente nesse ponto notei que eu estava perdendo tempo de vida na minha cidade natal.

Bem voltei e um ano após, comecei meu 2 ano do EM( 2018), meu pai voltou a trabalhar, talvez isso tenha me ajudo, ja consegui entrozar mais com a galera da escola, fui pra uns jogos de futebol, conheci muita gente nova, mas nenhum virou meu amigo so colegas de escola do tipo que te esquecem no ano seguinte. Esse ano eu consegui algumas coisas do tipo perde o ficar com uma mina, que me difamou em toda escola, pq ela tinha acabo um relacionamento recente( não fiquem com alguém que terminou recentemente), na época eu tinha uns 3 contatinhos no esquema e ela conseguiu estragar todos depois que a gente ficou. Bem, nessa época retornei contato com dois amigos meus de infancia, so que um continua brother e o outro que conheço desde os 4 anos, simplesmente me ignora, meio que não vai nos roles que eu chamo, fura no meu niver, isso me deixou muito pra baixo. Cheguei ao ponto de ir a um psicologo quando desabafei o que sentia, ele me falou que em todos os anos de carreira nunca havia visto algo assim( isso posso relatar em um futuro post), então me enviou a um psiquiatra que me recomendou remédios para dormir, os mesmos remédios que usam para pessoas em MANICÔMIOS, ele disse que eu tinha algum TRANSTORNO/DEPRESSÃO, bem deixei tudo passar, e segui em frente.

Em 2019 foi a minha pior decisão resolvi ir para o colégio mais elitista da região. Nunca tinha estudando em um ambiente com tantos mauricinhos e patricinhas(odeio essa galera que se exibe, só pq tem dinheiro). Era ano de vestibular e eu ja não queria mais fazer medicina, estava com planos de ir apra economia e me especializar em mercado financeira( uma de minhas paixões), no entanto, percebi que a matriz curricular das federais e particulares de economia so tem matérias de economia voltado a GESTÃO PÚBLICA, e onde eu ainda moro, não tem quase emprego para esses profissionais. O tempo foi passando, estava em uma escola nova da qual eu não gostava, com apenas 3 amigos, pensei que se conseguisse uma namorada as coisas iriam melhorar e bem eu tentei, a mina era linda( eu tenho muita pira com esse negócio de beleza quando vou entrar em relacionamento amoroso), so que eu tava tão fodido da cabeça que mesmo ela se interessando por mim, eu travei e perdi ela pra um outro mlk lá. RESUMO, eu não gostava da escola, mas consegui terminar, terminei indo parar na área de TI, pq sempre gostei de tecnologia, inovação e é uma carreira que eu não precisava ter um pré-requisito para entrar, e *incrivelmente esse ano a Federal não abriu vaga para o meu curso*. Paguei uma fortuna de colégio para ir para uma faculdade privada, que é boa sim, mas não precisava ter passado 3 longos anos da minha vida fazendo simulados de ENEM.

( SE NÃO TIVER PACIÊNCIA COMECE DAQUI)
Agora em 2020, tentei fazer um encontro, tipo rolezão, com todos os meus brothers de infância, e aqui começou a cagada, dos 20 "amigos" que eu tinha, so 3 foram e todo o resto sumiu, me ignoraram totalmente, tive uma CRISE EMOCIONAL do kct, cara eu to numa cidade que odeio, sem amigos, e de novo vendo a cena da minha mãe saindo pra trabalhar e meu pai sentado no sofá vendo TV, pq cansou de trabalhar. Comecei a refletir sobre o que quero fazer da minha vida a partir de agora, pq caiu a ficha, quando completei 18 anos.

( AJUDA POR FAVOR)
Meu curso tem duração de 3 anos, e eu quero ser independente até lá, agora começam as minhas DÚVIDAS, sou muito jovem, e por não ser rico a ponto de viajar, so conheço minha cidade e BSB, bem outra PAIXÃO minha é morar fora do BR( por isso escolhi TI, me da uma chance maior), eu comecei a investir na bolsa esse ano, consegui juntar uma graninha legal, comprei um curso de como ganhar dinheiro como produtor de infoprodutos, adquiri um curso grátis muito bom sobre Day Trade, e também um curso preparatório para CONCURSO PÚBLICO. Ai vcs devem estar pensando, " ta mais como assim vc vai fazer concurso, quer trabalhar na bolsa e quer ser programador morando fora?", e ai está o X da questão, perdi as esperanças no BR, sempre fui ligado na politica, acreditei que esse país aqui poderia mudar( pelo visto estou errado). So que com esses curso ai que dizem ensinar como fazer dinheiro na net, investir uma grana, comecei a colocar em dúvida se valia a pena mesmo ir para fora( é meu sonho) ou se tentaria ficar rico aqui mesmo, ps: tenho familia fora e a que mora aqui não tem muito esse laço de fazer festa, comemorar juntos, então isso não seria uma falta para mim.

(PLANOS VIÁVEIS?)
Meu pai agora decidiu largar tudo e ir para o USA para trabalhar de peão junto com o resto da minha familia que mora lá, achei a ideia até boa, já eu tenho duas idéias em mente( É AGORA GALERA) * Não sei e * PLANO 1- Me especializar na minha área durante a facul e aprender ingles, e daqui a 3 anos tentar ir para europa, Australia ou Canada para trabalhar como programador lá e realizar meu sonho de ir embora dessa jocha. OU
PLANO 2- Me formo aqui, continuo operando na bolsa, crio meu canal no YT( uma de minha metas), faço um concurso público, pq quero ter algo para eu não morrer de fome, ( cara quem é jovem aqui não tem oportunidade nesse paí, bora garantir o nosso que é), enfim, faço mestrado e doutorado, me mudo dessa cidade que eu odeio, vou para o sul do BR, tipo inteiro de SC, não confio mais em mulher brasileira, então iria ser um solteirão convicto hehe. E serei concursado com doutorado pago pelo órgão, ( eles pagam kk), teria dinheiro investido na bolsa, uma renda extra com cursos na net e canal no YT, nesse tempo também estudaria inglês, e com toda essa bagagem acumulada tentaria o visto de trabalho no exterior para minha área, casando com uma estrangeira.OU tentarei esquecer das merdas que aconteceu aqui no BR e morarei vivendo no meu carguinho público, no interior do sul.
(THE END)
Manos foi um desabafo e tanto, não? Resumindo, eu fico no BR, concursado com doutorado, tocando minha vida que eu sou apaixonado, que vai ser quando chegar em casa, e trabalhar no meu canal do YT e meus investimentos. OU eu termino minha faculdade daqui a três anos e meto o pé dessa desgraça enquanto sou jovem? ( para trabalhar na minha área, ja tenho visto, não sei inglês ainda)
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2020.06.21 20:43 Wooden_Statistician3 Tudo que falo só piora e só queria que voltasse a ser como era antes

Desabafo. Há alguns meses casei, depois de menos de um ano de namoro. Apressado? Com certeza. Mas as circunstâncias meio que pediam. Ela veio de uma família extremamente quebrada e tóxica. Vivia sozinha há alguns anos, dependendo de auxílios de faculdade, parentes que só sabiam reclamar de estar ajudando, etc. Ela tem depressão profunda, e não tinha nem como se tratar.
Quando a conheci ela estava namorando, mas um namoro só de fachada, pois na verdade ele era abusivo e não deixava ela terminar, sob ameças contra a própria vida por parte, e à vida dela por partes de parentes dele. Durante boa parte da sua vida, a chamaram de feia, estranha, etc. Na faculdade as coisas mudaram, e começaram a enxergar a sua beleza, ficou com vários, mas sua auto-estima baixou tanto ao longo da vida que ela aceitou namorar com essa cara, sem nunca de fato querer, e acabou presa nesse relacionamento por mais de 2 anos.
Eu só tive uma namorada, há mais de 10 anos, e um crush forte até alguns anos atrás, o qual acabou em inimizade total. Sempre percebi que não era interessante pra nenhuma garota, na aparência, e nunca tive qualquer desenrolar pra "chegar". Depois de namorar, tomei gosto, e tentava. Porém do meu jeito tímido e, claro, ineficiente. Anos disso me fizeram perceber que não havia porque eu ficar insistindo em "achar alguém", se fosse acontecer seria no dia-a-dia normal, ou quando eu realmente me melhorasse como pessoa. Foquei então na minha educação e no profissional.
Um dia ela, ainda em namoro abusivo, falou comigo pelo Whatsapp, tarde da noite. O meu racional dizia pra eu ir dormir, pois a pessoa responsável e profissional dorme cedo e acordar cedo (ou assim deveria, pelo que dizem). Mas algo me fez querer falar com ela, mesmo que ainda de forma um tanto fria, admito. Papo vai, papo vem. Como parecia ser só uma amizade, eu falei abertamente com ela, inclusive quando ela perguntou de relacionamentos/crushes passados.
Semanas depois, ela termina o namoro e diz que gosta de mim. Pela primeira vez em muitos anos volto a sentir aquilo que senti no primeiro namoro. E ficamos, e namoramos, e tudo foi muito intenso. E então casamos, para que ela pudesse ter acesso ao meu plano de saúde como dependente e tratar, principalmente, da depressão, pois várias noites a vi chorar pelo seu passado que ainda atormenta o seu presente: ela não consegue nem mais estudar e boa parte das tarefas domésticas ficam pra mim. Mas havia tudo pra melhorar, não havia? Infelizmente, tudo mudou um dia.
Ela acordou e disse que sonhou que eu falava que eu achava aquele meu crush forte (Fulana) de alguns anos antes mais bonita que ela. Depois de algumas horas, como se perguntasse algo banal, ela perguntou se achava mesmo. O problema: eu considero a Fulana bonita, mesmo nível, mas o sentimento que existe é pela minha esposa e, obviamente, ela me é "a mais bonita". Mas ela não aceitava esse tipo de resposta, ela queria que eu respondesse de forma crua. Eu, que sempre procuro ser honesto, correspondi. Como considero as duas de mesmo nível, foi difícil. Conseguia lembrar de momentos onde uma estava mais bonita que outra, mas não chegava a "vencer". Uma certeza eu tinha, e continuo tendo, minha esposa tem a maior capacidade, ou seja, consegue ser a mais bonita. Mas ainda assim minha resposta não foi suficiente: ela dizia que eu estava enrolando, com medo de dizer a verdade. Não entendi do que deveria ter medo afinal, pra mim, a resposta mais direta e crua não fazia a menor diferença nos meus sentimentos para com ela. E, se eu estivesse raciocinando direito eu teria percebido a armadilha bem ali na minha frente, mas eu caí nela quando ela novamente exigiu a resposta direta e crua: ou ela ou a Fulana. E eu falei a Fulana.
E, de repente, ela começou a me atacar. Dizendo que eu acho a Fulana "linda e maravilhosa" e ela feia (quando pra mim ambas tão no mesmo nível, e pra mim ela vai ser sempre a mais bonita, pois é ela que eu amo). Que meu sonho era que tivesse dado certo com a Fulana, mas que ela foi o que deu (quando ela, e somente ela, que conseguiu reacender meus sentimentos, mesmo quando tudo dizia que não valia a pena sonhar com isso (afinal ela tinha namorado, etc.). Eu tentava explicar meus sentimentos, mas nada adiantava. A frustração, a angústia tomou conta e então, a raiva. Raiva de como algo que estava morto no passado, voltou pra me assombrar. Raiva de que algo completamente irrelevante no meu presente, e portanto nosso presente, estava ali, destruindo nosso casamento. Pois ela começou a querer ir embora, anular casamento, se separar. E na tentativa de melhorar as coisas, eu sempre piorava. Acabei falando palavras (que pra mim não teria tanto significância se ela dissesse), mas infelizmente pra ela tinha: disse que ela estava sendo "idiota" por insistir tanto nas afirmações desses ataques e desconsiderar completamente o que eu sinto e falava. Só estava tendo "amenizar" a situação, segundo ela. E que no fundo, eu queria alguém """melhor""" que ela.
Isso foi uma tarde. Ela eventualmente parou quando percebeu o quão mal eu estava. E claro que eu estava. A pessoa que eu amo e por quem eu faço tudo, praticamente "inventou" um motivo pra me atacar. E daí que numa análise crua e racional, naquele ponto específico da história, a Fulana havia "vencido" no concurso de beleza entre as duas. Grande bosta. Minha esposa continuava sendo bonita, e pra mim e meu amor, a mais bela. Era ela que realmente havia gostado de mim, era ela que quis casar comigo, era ela que me acompanhava nos filmes de sábado à noite, era ela com eu me via vivendo pra sempre do lado. E de repente, parecia que nada mais disso iria se tornar realidade e por quê? Por algo que nem ao menos mudava o que eu sentia em relação a ela e nunca iria.
Durante o final da noite, eu tentei dormir, mas não conseguia. Tentei assistir vídeos de "como lidar com a pessoa amada em depressão". E ela começou a chorar do meu lado, muito. Larguei o vídeo, abracei-a. E ali as gentes se aceitou novamente. Ou assim parecia, porque poucos minutos depois, ela pergunta, inocentemente, se eu acho minha irmã mais bonita que ela. E o fato é, se eu dissesse que não seria uma bela duma mentira, e mesmo que eu achasse, ela diria que eu estava falando aquilo só pra agradar. E eu, O idiota, achando que estava tudo bem de novo, respondi que sim. E novamente ela começou a me atacar. E POR CAUSA DA MINHA IRMÃ!?
Atualmente eu me considero forte pra aguentar essas coisas, mas não dava mais. Ela quebrou minhas defesas com esses ataques. E tudo que ela me falava soava como "EU TE ODEIO". E eu aceitei esse ódio dela, pois, afinal, ela devia estar certa. Eu sou uma pessoa com 30 anos, aparência ok, mas que não tem amigos e só teve uma namorada antes dela. É óbvio que tinha algum problema, o problema de que eu era detestável. Eu sempre tentei demais ser prestativo e tudo mais, mas quando o assunto são sentimentos eu nunca consegui transmitir isso. Abraço minha mãe quatro vezes ao no: aniversário dela, o meu, dia das mães e natal. Sempre um abraço bem "desengonçado". Eu noto isso, mas sempre foi assim, e eu não sei mudar. Eu sei o que eu sinto, mas minha demonstração é e sempre vai ser insuficiente. E por isso todos ou acabam por me detestar ou se afastar de mim. Mas eu realmente pensei que com ela seria diferente.
Alguns dias se passaram e as coisas até foram melhorando. Até que cai tudo de novo. Ela conta pra uma pessoa, que mal conhece, que eu achava que ela na praia não ficava tão bem quando dentro de casa. Sim, eu havia falado algo do tipo, quando no começo da discussão ela pedia pra eu ser mais direto. Oras, ela tem umas manchas, gordurinhas a mais, etc. do que a fulana. Eu me sinto menos bonito do que um cara que não é assim, mas nem por isso me acho feio, ou ache vou sempre ser inferior. É só eu cuidar disso. E se não cuido, é porque tenho outras prioridades. Da mesma forma com ela. Não acho ela feia, nem menos bonita, só relatei o óbvio. E se ela não quiser cuidar, ou não conseguir cuidar, não é problema pra mim. Eu casei com ela pelo pacote completo. E assim como eu, ela também vai com o tempo perder pontos na aparência. E assim como eu, espero que ela ainda me ame, ainda me ache bonito, com eu continuarei amando ela e achando bonita. Mas não importa eu falar isso. Pois ela quer sempre dizer que tudo isso que eu falo é balela, enrolação, agrados, etc.
Pelo meu jeito detestável de demonstrar sentimento ela perdeu totalmente a confiança nos meu sentimentos, a ponto de nada o que eu falo valer mais. Ou talvez, no fundo, ela espera que eu seja pra sempre tão bonito quando ela acha atualmente, e quando eu não foi mais, ela vai me trocar por alguém que envelheça melhor. Mas se eu falo isso pra ela, ela bate o pé pra dizer que pra ela é completamente diferente, que o sentimento dela é real, mas que o meu? O meu é de mentira, porque assim ela decidiu. E ela ainda diz que eu mereço alguém ""melhor"". Mas o fato é, que ela se estiver certa, o que eu mereço é desaparecer. Pois o meu eu que ela odeia, é o único eu que existe. E se ela não é capaz de amar esse meu eu, e insiste em brigar, está mais que na hora de ela admitir o que está bem na frente dela: ela não me ama. Não mais. Só espero que não tenha sido nunca. Porque pior que ver tudo se destruindo e não poder fazer nada, pois nada do que eu falo impede, pelo contrário, piora, e ficar calado não é opção, então que pelo menos não tenha sido tudo uma mentira.
E hoje ela do nada veio falar que tá com medo de engordar, pois, segundo ela, eu falei que iria querer outra se assim acontecesse. Eu nunca falei isso, assim como nunca falei outras coisas com as quais ela vem me atacando. Mas o pouco que eu digo, se transforma num muito na cabeça dela. Eu não aguento mais. Eu peço pra ela parar, mas ela insiste em, nas palavras delas, "me colocar contra a parede pra botar as verdades pra fora". Mas do que adianta isso, quando ela já decidiu o que é verdade e o que é mentira? Nada, e por isso eu só queria que ela parasse. Que não pelo amor que ela supostamente sente por mim, mas pelo menos em consideração a tudo que eu fiz por ela.
Pois agora eu já não sinto nada. Um nada que não me permite nem ao menos dizer o que sinto por ela. Mas enquanto eu quero acreditar que ainda amo ela, ela insiste. Eu novamente pedi pra ela parar, e afirmei que não sei mais se gosto dela, mas que se ela realmente me ama, ela tinha que parar, e me deixar sentir novamente. Mas meu medo é que ela continue (ela está passeando com uma amiga nesse momento), pois se ela continuar o pior vai acontecer. O amor vai virar ódio. A vida vai virar morte. Figurativamente (apesar de temer, e muito, que aconteça literalmente para ela).
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2020.05.16 19:44 Dentito Eu estou errado?

Boa tarde pessoal. Tudo certo?
Estou passando por uma situação chata e complicada com o meu pai.
Primeiro vou explicar a situação atual crítica e depois vou dar um contexto (que pode ser pessoal) pra ficar menos enviesado e vocês avaliam se eu estou sendo infantil, acomodado ou qualquer outra crítica.
Meus pais são divorciados e vivi um bom tempo só eu e meu pai.
No começo de 2016 meu pai estava planejando morar com sua noiva e eu iria morar junto. Nunca vi com maus olhos mas também não tinha motivos pra gostar. Pra mim era indiferente aquela situação.
Acontece que eu fui aprovado em uma universidade federal em outro estado e passei quatro anos fora de casa estudando em outra cidade. Só voltava pra minha casa nas férias (capital de SP).
Obviamente isso foi cômodo para a companheira do meu pai, uma vez que em qualquer relacionamento com pai/mãe que tenha filhos, os filhos podem ser um incomodo grande.
Fiz minha faculdade, não reprovei em nada e portanto finalizei em exatos quatro anos.
Uma observação importante: Meu pai topou ter uma filha c sua companheira, que deu luz em março de 2019. Uma filha que ele topou pois gostava de sua companheira, mas não queria exatamente mais um filho. Afinal, aos 50 anos acredito que poucas pessoas gostariam de mais um filho e também, em uma ocasião ele me contou que estava c vontade de se separar, mas que não faria por causa da criança. Eu já havia comentado com minha namorada que isso daria problema e sobraria pra mim
Muito bem. Indo pra 2020 quando voltei para minha casa, digamos que não estava me sentindo em casa. Tinha minhas obrigações e tudo bem, faz parte, já fazia isso quando morava com meu pai. O problema foi quando ele me pediu pra sair do quarto e ficar oferecendo ajuda a sua companheira...
Educadamente sugeri que ela fosse até mim pedir ajuda, batendo na porta ou chamando meu nome. Não negaria ajudar ninguém, mas primeiro preciso saber que alguém PEÇA ajuda. Tenho minhas coisas pra fazer, minha formação é acadêmica e tenho meus cursos pra me adequar ao mercado de trabalho, estudar de forma autônoma é super trabalhoso e exige demais, ainda mais de mim que tenho dificuldade em me concentrar.
Em mais de uma situação meu pai me chamava pra conversar e enfiar o discurso de que eu tenho que sair do quarto pra ver o que ela quer e se ela precisa de ajuda. Novamente, eu dizia que era só bater no quarto que não teria problema algum. Foram umas 5 conversas tentando me empurrar esse discurso.
Esse é o principal ponto de discordância, que basicamente parece que a companheira quer um mordomo na sua casa.
Agora vou trazer outros contextos que a tensão se intensificou e as coisas foram piorando:
Antes quando havia uma babá (que estava mais para diarista), eu colocava as roupas no cesto, mas eu mesmo que lavava. Eventualmente a babá lavava e tanto meu pai quanto a própria babá não via problema. Porém a companheira não gostava pois ela queria que somente eu lavasse minhas roupas, o que eu já fazia, mas me pareceu mais mesquinharia mesmo. A própria babá em outras ocasiões conversava comigo que não entendia as atitudes dela, que implicava c pouca bosta.
Em outra situação, haviam pregadores/prendedores de roupas novos e eu os utilizei. A mulher ficou puta pois aquele prendedores eram das roupas da bebê (?????????). E não, não são prendedores decorados, apenas um plástico mais sofisticado. Eu sempre conto essa situação para meus amigos quando quero falar sobre white people problems e gerar risadas.
Nas minhas primeiras férias da faculdade estava passeando com meu primo em sp (ele é do interior) e o levei para conhecer o apartamento novo que meu pai foi morar. A companheira do meu pai achou ruim que levei meu primo sem perguntar se podia. Eu havia avisado para o meu pai, mas ela queria que eu perguntasse antes. Tudo bem, acho ridículo mas ok, vamos ter essa regra. Porém... Ninguém me avisa ou pergunta quando está indo alguém lá.
Umas semanas atrás eu estava indo tomar banho, já com a toalha na roupa, e então ela me disse que ia tomar banho e que era pra eu sair. Simples assim. Já estava no banheiro indo abrir o chuveiro e ela queria q eu parasse para ela se banhar. E não, não era uma situação urgente. Foi simplesmente folga dela. Eu geralmente não falo nada e nem respondo pois não gosto de discussão, principalmente quando é baixa.
O ponto de inversão foi quando eu estava lavando aquele mixer de mão à pilha que deve custar uns 10 reais. Estava com sabão não mão e eventualmente o Mixer caiu no chão e quebrou. Meu pai enfiou começou a dizer q eu era muito distraído e que não fazia as coisas direito. Naquele momento eu disse que se eu apontasse os erros de cada um e puxasse a orelha, notariam que não é somente que faço isso. E sim, eu observo cada vacilo ou coisas que deixam para trás, mas que como falei eu fico na minha e não falo nada até porque não vale a pena (coisas do tipo deixar a luz ligada, garrafa de água fora da geladeira, TV ligada 24/7 em todos os cômodos; coisas que principalmente a companheira dele faz). Meu pai respondeu q se eu fizesse, só iria irritar os outros (ah vá) e que se ele quiser ele faz, pois ele que está pagando. O problema foi esse argumento. "Eu faço pois estou pagando", quando o discurso dele mesmo é de economizar energia. A junção de incoerência, hipocrisia e autoritarismo não deu pra engolir.
Nesse momento já coloquei na minha cabeça que eu deveria juntar minhas coisas e ir para minha mãe, que é o que fiz faz duas semanas já.
Existem outras ocasiões incômodas e pontuais, mas as principais são essas.
Ontem meu pai me ligou e disse que se havia algum problema e questionou pq eu não estava ligando, eu disse que não me sentia em casa. Eventualmente a conversa virou discussão (se quiser posso detalhar mais depois) e ele disse q se eu quiser, que eu vá conversar indo no apartamento dele.
Não tenho interesse em voltar. Só voltaria com condições minhas estabelecidas, que é pedir ajuda se precisar. Só isso.
Um bom sábado a todos.
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2020.03.29 06:10 laizeneves Estou me sentindo muito incomodada com certas atitudes minhas;

Estou me sentindo muito incomodada com certas atitudes minhas;
Quando busco na memória percebo que tais atitudes não são de hoje.
Hoje escrevi um texto no Reddit respondendo ao desabafo de um jovem, sobre as dificuldades de se conseguir uma namorada;
Eu disse que sai de um relacionamento longo, e quis aproveitar ao máximo essa "nova" liberdade adquirida. E é a mais pura das verdades.
Hoje sinto falta de ter uma pessoa do meu lado, as vezes queria ter uma namorada para chamar de minha, tem o lance sexual, não posso ser hipócrita e dizer que não me importo com isso, mas também não é o ponto mais importante. O fato é que as vezes sinto muito a falta de ter alguém ao meu lado.
E eu começo a entrar em umas nóias muito loucas, as vezes tenho a "certeza" que a mina está me dando mole, encasqueto isso na minha cabeça e demora se um longo tempo até ir embora;
Vivemos hoje na era das mídias sociais, onde você consegue acompanhar os passos que as pessoas dão ao longo do seu dia a dia, isso "nos" torna participantes da vida do nosso crush;
Mas cá para nós, tudo tem limite.
Não é errado se interessar por alguém, achar a pessoa interessante, bonita, atraente, gostosa, enfim, se sentir atraído por alguém e criar expectativas de ficar com a pessoa, e se tiver oportunidade demostrar o interesse.
Mas tudo tem limite.
As vezes quero me convencer que estou certa, que a pessoa X está me dando muito mole, e nutro esse sentimento dentro de mim, é verdade que com o tempo isso passa, mas consome muito do meu tempo e da minha mente ficar pensando em situações que me levariam a ter uma chance com essa pessoa.
Sismei com a mina da faculdade.
Agora com a mina do trabalho.
Estou escrevendo este texto por causa dessa minha "fixação" por essa mina.
É verdade que eu me sinto atraída fisicamente por ela, mesmo que não saiba nada da sua vida, exceto o fato dela ter uma personalidade muito forte.
Tentei chegar, e fiquei "convencida" que ela me deu "mole".
Por mais que isso seja verdade, não posso, não quero e não devo viver em função disso.
Posso descartar todas as formas que tenho de chegar nela novamente, como posso coloca lás em pratica, mas isso tem que ser de forma saudável e genuína;
Me veio na cabeça agora uma comparação meio louca: o Thiago Nigro sempre fala que para os investimentos um dos pontos mais negativos é a ganância, é querer muito mais do que se tem e não medir esforços para conseguir, independente da forma que será adotada para conseguir o objetivo.
A ganância cega.
E tá aí a comparação que eu gostaria de fazer, é uma forma de ganância essa falta de discernimento de saber o que posso ou o que não posso, o que devo ou não fazer.
As vezes viajo tanto nessa situação que acabo alimentando mais do que deveria;
Ela está seguindo a vida dela, pode ou não se lembrar que eu existo, e eu criando planos mirabolantes para chegar até ela, pensando no que posso fazer para retornar o nosso contato se é que um dia tivemos um, o fato é que eu quero acreditar nisso tudo;
Não a tanto tempo assim, costumava me comparar aos meus amigos homens, ficava pensando porque a grande maioria deles é tão fria, não são tão sentimentais, confesso que por vezes senti inveja, mas hoje consigo me enxergar, e entender que eu sou uma pessoa extremamente sentimental, que gosto de viver de sentimentos, sentimentos esses que me tocam, que me motivam, que me despertam, e hoje sou grata por cada um desses sentimentalismos.
Mas tudo tem limite.
Sinto medo de estar passando do ponto, por mais que seja total verdade que ela esteja me dando mole, não posso ficar nessa ânsia em querelá a qualquer custo.
Ser for pra gente beijar na boca, namorar ou quem sabe casar, vai rolar independente de qualquer coisa, preciso ter maior e melhor discernimento sobre isso.
A palavra é autocontrole/equilíbrio.
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2020.03.02 17:58 El_Victim O fim do meu relacionamento foi a minha culpa.

Antes de tudo, sim, eu sei que eu sou um babaca ou qualquer outro adjetivo pejorativo. E eu quero mudar, não aguento mais ser isso.
Há quase dois anos eu comecei a namorar uma garota que eu conhecia, eu já gostava muito dela, fomos em uma festa de aniversário, e uma das "amigas" dela, disse que eu a traí (foi desmentido depois) isso já aconteceu no terceiro dia, no terceiro mês ela queria dar um tempo, ela veio me dizer que eu ligava mais para o sexo do que ela, e eu percebi que era verdade, comecei a dar mais atenção. No quarto mês eu tinha uma amiga que estava com medo de estar grávida, e a minha namorada também estava com esse mesmo medo, eu dava mais atenção para a minha amiga do que para a minha namorada, eu dormia o dia todo. Depois de algum tempo, eu dava muito mais atenção para essa minha amiga, ela sempre pedia para sair comigo, e a minha namorada não gostava, e ela tinha algumas desavenças com a minha amiga. Um certo dia infeliz onde tudo já estava ruim, eu decidi fazer um grupo de festa surpresa para a minha amiga, minha namorada estava nesse grupo, ela não aguentou, me pediu para eu escolher entre ela e a minha amiga, eu bloqueei minha amiga. A minha relação com a minha namorada já não estava muito boa, ela disse que estava cansada, e pediu para dar um tempo, estávamos no 6° mês. Depois de um tempo, minha amiga me chamou no messenger pedindo uma foto que eu tinha tirado dela em minha festa de aniversário (até esse momento eu não havia apagado nossa conversa no WhatsApp e não as fotos que eu tinha dela). Eu enviei uma foto, mas não era a foto que ela queria (eu deveria tê-la bloqueado nesse momento), minha namorada me disse que ficou com um amigo dela (não foi traição, estávamos dando um tempo) eu fiquei bem triste. Falei algumas vezes com a minha amiga, disse que me arrependia de ter cortado a amizade, um dia ela disse que me viu na rua, mas não falou comigo, eu respondi dizendo que gostaria que ela tivesse falado. Minha namorada entrou no meu messenger para ver um outro assunto, não foi algo invasivo, mas ela viu essa conversa com a minha amiga, ela resolveu acabar com tudo aí, eu não sabia o que fazer, eu estava sem chão. Eu apaguei tudo relacionado a minha amiga. Nós conversamos, e resolvemos manter certo contato. Eu comecei a falar com umas pessoas novas, ela também, fiquei com com três, eu chuto que ela ficou com 9 ou mais, mas isso não importa. Ela começou a namorar com um cara, durou um mês. Eu e ela voltamos a namorar em 12 de outubro, eu demorei cerca de 14 dias, para dizer a as pessoas com quem fiquei e tive outras relações que eu estava namorando, ela disse no exato dia em que voltamos, quando eu disse a ela o tanto de tempo que eu demorei a falar para eles, ela quis terminar de novo, consegui reverter para apenas um tempo, voltamos logo depois. Antes de voltarmos, eu conversei um pouco com a minha amiga, tentamos resolver as coisas, não deu muito certo. Eu marquei de ir vê-la pessoalmente para resolver tudo, resolvemos. Nunca mais conversei com ela, nem mesmo a vi, minha namorada consertou as coisas com a minha ex amiga, e elas voltaram a conversar. No terceiro mês de relacionamento, de noite, minha namorada me manda uma mensagem dizendo que quer terminar, não quer olhar na minha cara. Minha amiga tinha falado para ela que nós conversamos e nos encontramos. Minha namorada disse que nunca ia me impedir de resolver nada com ninguém pessoalmente, mas que se descobrisse na época iria ficar extremamente brava, eu escondi isso dela para evitar isso, mas eu deveria ter dito que queria resolver as coisas. Não existe justificativa para nada do que fiz. Eu choro todas as noites antes de dormir, não consigo me perdoar por isso, ela disse que já me desculpou, faz quase um dia que eu não converso com ela, há 50 minutos a mãe dela me mandou uma mensagem de voz, perguntando o que haveria acontecido, se eu havia traído ela, eu expliquei tudo o que aconteceu após 12 de outubro, ela disse que não se sente convencida. Mesmo que seja minha ex, não quero perder contato com ela, eu amo muito. Eu queria poder saber o que fazer para mudar, ela me falou que nós só voltaremos quando eu mudar totalmente e aprender a dar valor a ela. Eu me esforço todos os dias, mas não percebo mudança, o que eu faço!?
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2020.02.12 04:32 Enscie Tristeza profunda

Opa galera, tudo bem?
Queria desabafar com a galera e ter conselhos... Eu atualmente estou sofrendo bastante com ansiedade tipo, não consigo mais espera o ônibus parado, tanto que acabo pegando qualquer outro que passe próximo do local que preciso e faço o trajeto a pe.... fico preocupado com o dia seguinte, e muitas vezes fico ansioso, inquieto ou angustiado e está ficando pior e acabo tendo vontade de dar cabo da vida, ou causar um ferimento, mas é menos frequente.
Estou indo buscar ajuda psicólogica, mas também estou concorrenndo a uma vaga de emprego e vou trabalhar em tempo integral 10h por dia e não terei tempo de fazer tratamento psicólogico.
Fico em dúvida como poderia ser melhor em algumas coisas sobre ir me controlando com esses problemas.
Outra coisa me preocupo com meu relacionamento, pois este estado meu está começando a afetar, e minha namorada diz que sempre fui assim, só estou pior agora... Mas eu acreditava estar bem, estar melhorando... Fico ruim com isso, será que só eu via a melhora? Será que eu não conseguia mostrar essa melhora?
Por fim, uma coisa que tá me incomodando foi que em uma conversa de brincadeira... Falei de um tipo de mulher que gostaria e ela disse "As pessoas com o tipo que vc quer não ficariam com vc" e tipo isso me afetou... Cheguei a ideia que esse comentário não deveria me afetar, mas sim ela mesmo se rebaixou pois nem ela é o que eu acho "interessante". Mesmo que eu discorde....
Será que eu sou imprestável, instável... dar cabo de mim seria melhor??
Grato!
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2020.02.07 00:09 pano_preto Aquela sensação de que nada que você faz é o suficiente

Esse post aqui vai ser só um desabafo dessa sensação de merda que eu tô sentindo há um tempo, pra ver se eu melhoro ou pelo menos me lamento com algum outro sofrido daqui.
Tem uns meses já que parece que nada que eu faço é certo, ou bom o suficiente, ou agrade totalmente todo mundo, fora as merdas que eu faço diariamente.
Em todos os núcleos do meu dia-a-dia, em qualquer tarefa que eu tente fazer, seja no meu relacionamento, com a família, entre amigos, nos estudos ou trabalho, sempre parece que falta alguma coisa. Sempre sou cobrado, reclamado, falam que não faço o bastante. Se eu consigo agradar minha namorada, minha família fica puta, mas se eu tento agradar minha família aí já é o contrário. E eu realmente me esforço pra ser bom pra todo mundo.
Nos estudos, eu to uma negação sem conseguir acompanhar o ritmo dos outros, ou sempre percebendo que eu sei menos do que eu deveria saber para o estágio que eu to agora. No trabalho é impressionante como eu não consigo tocar o serviço como todo o resto e ainda recebo chacota do pessoal, ou pior, aquele olhar de decepção de algum superior.
Aí se eu tento tacar o foda-se e fazer algo que só me agrade, eu termino decepcionando todos os outros núcleos da minha vida e, porra, não tem como vc se sentir bem mesmo fazendo algo que gosta, se vc sente como se tivesse decepcionando todo mundo ao seu redor.
É foda essa sensação, pq há uns anos eu me sentia sempre com boas decisões, ou habilidoso, ou que eu sempre estivesse certo. Hoje eu não me sinto metade do homem que já fui, eu sinto que não sou bom o bastante ou digno pra quase nada, e é foda fingir que vc não sente isso no dia-a-dia.
Sei lá, só queria falar isso, hoje eu realmente dei um surto de raiva/stress (não sei dizer o que foi direito) e isso nunca aconteceu antes.

TL;DR - Decepciono todo mundo e a mim mesmo em todos os tipos de núcleo possível da minha vida e me sinto merda.
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2020.01.23 18:56 desabafei Nascido pra ser solteiro?

Oi, como vocês estão?
Eu tô confuso, de novo. Tenho 29 anos e nos últimos meses estou com um sentimento de quando eu tava no meu primeiro namoro com 16, de novo...
Já namorei 4 vezes desde os 16 anos. Alguns namoros duraram mais, outros menos, mas sempre com um "prazo de validade" parecido. Eu namoro por uns 2~3 anos e me separo. Todas as vezes fui eu que terminei e em todas vezes foi o mesmo sentimento, de parece que simplesmente acabou a magia.
O primeiro namoro foi mais fácil, pois quando eu já estava pensando em terminar por estar sentindo isso, descobri que minha namorada estava me traindo, então só dei tchau e segui em frente.
Os outros 2 namoros antes da minha atual namorada foi mais complicado. Passou este tempo e eu simplesmente tive que terminar pois não via mais propósito no namoro, começava a ver problemas onde antes não existia, defeitos que a pessoa nem tem, na real. Enfim, motivos pra terminar.
Eu sei que tu tá pensando "todo relacionamento é assim", "ninguém é perfeito", "tem que aceitar como o outro é", "vou te contar um segredo... todo relacionamento é assim depois de um tempo", algo do gênero. Porque eu levo tudo isso em consideração. É exatamente por isso que eu já fico puto comigo mesmo.
Minha atual namorada é uma mulher fantástica. Temos uns problemas aqui e outros ali, como todo mundo tem. Eu admiro ela demais em todos aspectos. Só que parece que a magia acabou... eu nos vejo como uma grande amizade entre um homem e mulher. A gente se diverte quando estamos só nós dois, mas de resto a gente é bem diferente, no que gostamos de fazer e nos propósitos de vida.
Eu sou extrovertido e ela é introvertida. Eu sou sociável e ela não gosta de ver ninguém. Eu gosto de beber, dançar e fumar. Ela gosta de ler, tomar chimarrão e dormir. Eu gosto de música alta, ela prefere música baixa, quase inaudível pra poder conversar. Ela é MUITO envergonhada pra tudo, inclusive ainda comigo...
O sexo é um grande problema também. Estamos a quase 3 anos juntos e ela nunca tomou atitude pra nada. Em quase 3 fodendo anos ela nunca chegou em mim pra rolar um clima ou ao menos aquela "passada de mão". Já conversamos sobre isso e ela diz que não é por falta de vontade, é que ela não consegue mesmo, é "travada". Isso é foda demais. PESSOAS, TENHAM ATITUDE!
Enfim, é mais um namoro que eu vejo chegando nos 3 anos e eu já estou vendo como vai acabar...
Será que eu só deveria aceitar que todos relacionamentos tem um prazo de validade e ficar com ela, já que nos damos bem em tantos aspectos (respeito, carinho, companheirismo, a base toda) e abrir mão de todo o resto? Me conformar?
Será que eu devo terminar mais uma vez e uma hora aparece alguém que vai ser diferente? Tenho medo de magoar ela e magoar outra pessoa e seguir magoando as pessoas por que é um problema meu.
Ou será que eu nasci pra ser solteiro?
Me desculpem o texto longo. Eu queria falar isso pra pessoas desconhecidas pra ver outros pontos de vistas. Acho que seria interessante o ponto de vista de quem não tem um afeto maior por mim ou por ela, pra não influenciar no que me diriam.
Obrigado por quem ler até o final.
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2020.01.20 17:31 Gab8786 A PIOR SOGRA DO MUNDO. Me livrei, mas doeu.

Considerações:
Primeiro: eu juro que isso não é fanfic. Eu vivi isso, acredite ou não.
Segundo: primeiro post que envio para o turma-feira, ah que emoção. Recentemente seus turma-feira's têm sido meu melhor passatempo, gratidão imensa por fazer meus dias melhores.
Terceiro: Minha vida amorosa é uma tragédia (não a nível de Shakespeare, mas é quase), te contarei apenas um dos casos. Se você gostar, quem sabe eu te conte mais outros...
Provavelmente você terá que fazer um vídeo inteiro sobre isso. Vamos lá.
(Os números e nomes aqui estão trocados. Não mostre isso no vídeo, ok editor?)
Aconteceu em 2014.
Conheci Micaela, a namorada com quem eu casaria se existissem condições. A gente combinava em tudo. Em todas as conversas tínhamos uma harmonia ímpar, gostávamos de estar juntos em todos os momentos, não tínhamos divergência de pensamentos políticos ideológicos (eu nem ligava pra isso na época), ela gostava de muitas coisas que eu gostava, se esforçava pra gostar de outras e eu fazia assim com ela também. Era muito bom estar junto dela.
Eu andava 3 km a pé pra ver ela e valia muito a pena(não existia Uber na minha cidade ainda, mas mesmo que existisse eu iria a pé pq eu n tinha grana, e ela gostava de mim mesmo assim, o que prova a veracidade dos sentimentos dela).
Ela frequentava minha casa algumas vezes, meus pais amaram ela, fez amizade com meus irmãos mais novos, ela jogava videogame comigo. Era um sonho.
Só havia um problema. Dona Gertrudes, a mãe dela. Ah, Dona GERTRUDES... Como posso te explicar, Luba... Imagina uma mulher religiosa ferrenha com uma moral do século 18. Eu não sabia disso até então. Pelo visto nem Micaela sabia que a mãe poderia chegar a um nível tão ABSURDO no final da história. Micaela apenas dizia que não podíamos subir pro quarto dela porque a casa estava bagunçada devido a uma reforma, e a mãe queria me conhecer primeiro (com o tempo), ou que ao menos eu assumisse namoro antes que eu pudesse frequentar lá em cima. Tudo bem? Tudo bem. Não sou acostumado com cerimônias, mas tudo bem.
Isso fazia com que tivéssemos que transar dentro do banheiro do prédio dela(Sim, nos primeiros dias já estávamos apaixonados a esse nível). Tinha uma câmera em frente à porta, mas a gente ligava o foda-se e entrava mesmo assim.
Aí você se pergunta: porque não na minha casa, no meu quarto? Bom, eu dividia meu quarto com meus irmãos. Nosso AP. Era pequeno, apenas 2 quartos. Seria constrangedor, muito embora, algumas vezes considerarmos essa possibilidade mantendo meus irmãos fora, mas era difícil.
Alem disso, dona GERTRUDES não deixava Micaela vir pra casa de um amigo sem mais nem menos. Ela não deixava eu entrar na casa dela, porque ela deixaria a filha entrar na casa dos outros?(Lógica dela). Então as vezes, quase nunca, ela ia escondido pra minha casa. Portanto, o banheiro, quase sempre, era nossa única opção (lembrando, eu não tinha grana pra Uber, imagina pra motel).
Chegou o momento que a gente se cansou disso (3 semanas depois) e resolvemos assumir logo esse namoro. Dona GERTRUDES quis marcar um jantar para perguntar quais as minhas intenções com a filha dela. SIM, não era o pai que queria perguntar isso, afinal ela era....... MÃE SOLTEIRA. SIIIIIIIIM, LUBA, MÃE SOLTEIRAAAAAAAAAA. Pegou raiva né? Saiba que não é nada perto do que vc vai sentir.
Então o dia do jantar chegou. A mãe veio com a famigerada pergunta e eu armei um discurso todo fofinho... "Eu quero amar e respeitar sua filha, quero conhecê-la a fundo, saber dos seus desejos e sonhos de vida, quero aprender com ela e ensinar tbm" pra que que eu disse "quero aprender com ela"? Ela já deu sua primeira patada: "Espera um pouco... Aprender com ela? Minha filha não é professora de ninguém não!"
Eu comecei a dar risada achando que era zueira, mas eu via cada vez mais que não. Que ela estava falando sério mesmo.
"Que absurdo, num relacionamento ninguém ensina nada a ninguém não, tem que estar todo mundo maduro o suficiente sabendo das coisas da vida, e o homem é quem toma a frente e quem sabe mais das coisas, porque é o chefe da família! Se você assume essa postura você é um bunda mole, e eu não quero minha filha casada com um bunda mole. CASADA, sim porque você sabe que um namoro é um preparativo para um casamento. ALIÁS, sexo, nananinanão. Só depois do casamento. Entendeu, senhor Matheus? Aliás... Quantos anos você tem mesmo?"
"19..."
"Pois é. Você que é mais jovem não deveria casar com uma pessoa 6 anos mais velha que você. (Sim, ela tinha 25 anos) Ela tem que se casar com um cara mais velho, com condições de formar uma família. Você trabalha? Você tem uma casa própria? Não. Então eu não acho que você deveria namorar minha filha, mas eu não vou estragar isso no dia da inauguração desse namoro né? Eu abençoo vocês mas com a condição de que você deve assumir essa responsabilidade."
E eu: "Tudo bem."
Sim, Luba eu deveria ter terminado alí, mas eu gostava tanto de Micaela, e eu achava aquilo ridículo demais para ser verdade, além disso eu não sou um cara de se jogar fora, eu não ia deixar que ela me considerasse um cara qualquer, eu fazia faculdade de Medicina na Federal, tinha educação de moral elevada de berço, iria provar meu valor, mas foi muita falta de amor próprio da minha parte. "Deve ser só pressão" eu pensava... Aham... Vai achando!
Os meses foram passando, e eu ainda não podia entrar no convívio da casa de Micaela, e ela ficava cada vez mais ausente, e me dizia por whatsapp que a mãe estava vigiando ela, não deixou mais ela sair de casa por um tempo, até que, quando chegou no sétimo mês, ela me revelou que Dona GERTRUDES não quer mais que ela se encontrasse comigo. E eu "WTF???"
Eu comecei a xingar a mãe dela dizendo ainda "como ela pode controlar tanto assim a filha de VINTE E CINCO ANOS? Micaela, você tem que tomar a independência para sua vida! Não deixe sua mãe te controlar assim! É muita imbecilidade da parte dela."
"Matheus eu ainda não me formei, não tenho condições de construir uma vida sozinha, e apesar de tudo ela é minha mãe, e eu não quero viver brigada com ela!"
"E eu, tudo bem... Como que a gente faz então? Se encontra escondido?"
"Parece ser a única opção né."
Assim fizemos por algumas vezes até o dia que eu fui para o prédio dela escondido. Ela estava fazendo um projeto da faculdade sozinha. Dona GERTRRRRRUUUDES viu pela câmera do prédio e desceu.......................
Eu nunca fui tão humilhado na minha vida.
"O QUE VOCE ESTA FAZENDO AQUI? Eu já não falei pra você não ver mais a minha filha? Você é um imprestável, você não é suficiente para minha filha, você é um qualquer e minha filha merece muito mais. Você é jovem e vai viver muita coisa ainda, vai conhecer muita gente e se relacionar. E se um dia trair minha filha? O que eu faço? Não importa a idade dela ela sempre será minha filha e se você for a causa do sofrimento dela eu n sei o que eu faço com você. Eu sei porque eu vivi isso. Ok? Além disso, você acha que eu não vi vocês dois pela câmera quando entravam no banheiro? Eu vi você falando mal de mim pelo whatsapp da minha filha, alem das fotos dela pelada! Eu fiquei tão chocada com isso que eu não permito mais vocês dois juntos, vagabundo. Saia daqui, vai para sua casa, eu já falei com o condomínio para não permitir mais sua entrada aqui. Não fale mais com minha filha. Está avisado.".
Enquanto isso Micaela morria de chorar pedindo para a mãe não fazer isso e ela estava irredutível. Não me permitiu falar nada. As duas subiram. E eu andei 3km de volta pra minha casa com o coração destruído. Achando que tudo tinha terminado.
Cinco dias depois me liga Micaela dizendo que disse a mãe que ia na casa da amiga Jéssica que morava perto de mim algumas quadras, mas estava vindo para minha casa para conversar comigo, dizendo que não iria desistir de mim.
Conversamos, e daqui a pouco DONA GERTRUDES liga para Micaela dizendo que estava na rua de Jéssica para buscar ela, porque ela havia esquecido de resolver algumas contas da casa no banco e ela queria a ajuda da filha. Depois ela deixava de novo lá na casa da amiga.
Micaela entrou em desespero. Saiu correndo daqui. Chegando no portão da minha casa estava lá a Dona GERTRUDEEEEEEEEES. Ela tinha ativado GPS no celular da filha e sabia de tudo.
Do carro ela falou aos berros e buzinas que chamaria a polícia e me acusar de sequestro se a filha não saísse e entrasse no carro. Eu tive que chamar meu pai que estava trabalhando porque eu não estava aguentando essa situação. Ele chegou e viu a situação insustentável. Falou com Micaela e levou até o portão. Meu pai não falou nada. Chegando em casa ele falou comigo o quão sortudo eu era por eu ter me livrado da convivência com esse ser desprezível como sogra.
Nunca mais vi Micaela.
Fiquei numa depressão profunda durante meses. Pensando no que me aconteceu.
Meu amor foi arrancado de mim sem dó nem piedade. Como se eu a agarrasse e tivessem cortado meus braços para que eu a soltasse.
Depois disso tive alguns namoros que também não passaram dos 7 meses. Hoje estou solteiro. Sem ninguém para eu dizer "te amo". Ao menos não de uma maneira tão sincera quanto eu dizia a Micaela.
Fim.
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2019.11.30 18:53 PolyglotSam Gosto de um amigo, talvez seja recíproco, mas ele namora, Não sei o que fazer.

Bom, não sei bem como começar um post aqui, é o meu primeiro post, na verdade.
Eu tenho 18 anos, masculino, sou bi e tô num ano infernal onde tudo tem acontecido, de bom e de ruim. No início desse ano, meu 3o do médio, mudei de unidade no meu colégio, fui pra uma sala relativamente nova, pq já conhecia gente lá. O ano começou comigo tendo um crush fodido num menino que eu sabia q iria estudar com, eu tinha quase certeza q ele era bi, nunca cheguei a perguntar, pq com o passar do tempo fui me condicionando a esquecer aquilo e seguir em frente.
Isso seguiu até mais ou menos o meio do ano, mas ter um crush nele não me impedia de ficar imaginando um relacionamentos com outra pessoas da sala, afinal, pensar não mata ninguém, e aquilo me deixava feliz de certa forma. Nisso, um dos casais mentais que eu criei envolvia um amigo meu, que eu comecei a ficar próximo depois das férias de meio do ano, visto que tinhamos um projeto final para fazer e tal, e ele é uma pessoa muito bacana de se conversar, ao meu ver, fisicamente atraente e tal, não dei muita bola pra nada porque: Primeiramente, ele namora, o que em si só já é o primeiro aviso pra manter distância e manter o respeito pelo relacionamento alheio, e além disso ele, por estar namorando uma menina, era hétero, ao menos na minha cabeça.
O que aconteceu pra eu mudar de opinião e começar a criar paranoias na minha cabeça foi: No meu aniversário de 18, esse ano em outubro, faz um mês, eu disse que tava afim de tomar umas cervejas, pq poderia comprar álcool legalmente e tal. Fomos nós dois pro bar que tinha perto da escola depois da aula, sentamos lá, conversamos sobre muita coisa, disse que não tinha chamado ele antes pra uma 'saída' que dei antes, pq ele parecia ser de outro grupo, o grupo dos meninos lá, héterotops, futebol e coisas assim, sempre sem outro conteúdo pra conversas. Ele disse que não, nas palavras dele: "Claro que não", depois disso, eu tava com aquela coragem q o álcool dá e perguntei " Você é hétero?", ele olha pra mim e diz que não, perguntei de novo " Você é bi?", ele respondeu que sim. Essa resposta me deixou surpreso pq foram poucas as pessoas que eu gostei, mesmo que de relance, que poderiam gostar de mim também.
Naquela hora tive que repassar todo o background dele. Q ele não era hétero, como eu pensava, mas que ainda sim namorava, e a namorada dele é o tipo de pessoa incrível, linda, e super alto astral. Respondi ele dizendo que eu também era bi, e a gente continuou a conversa não voltando nesse assunto.
A semana que se passou depois disso foi um inferno pessoal, porque eu admiti pra mim que sentia algo por ele, ao mesmo tempo que eu me sentia horrível por sentir algo por uma pessoa que tá feliz no relacionamento dela, que tá com a vida estável, me senti imoral. Minha ansiedade veio de uma maneira avassaladora, fiquei meio recluso por um tempo, viajando na minha cabeça, pensando em milhares de coisas, pensando se deveria falar pra ele isso, se isso mudaria alguma coisa, se abriria uma possibilidade. Porém quanto mais eu pensava sobre isso, mais eu começava a ter sonhos esquisitos, como se eu estivesse aprendendo algo com eles. Num desses sonhos eu parei num momento onde eu havia dito que gostava dele, ele tinha dito o mesmo pra mim, ele terminou o namoro e então me perguntou "E agora?", sinceramente foi um dos sonhos mais estranhos que eu já tive. Eu achei a resposta q eu tava procurando: Não valia a pena, me arriscar tanto assim, fazer ele arriscar algo ( sem nem saber se era recíproco também).
Avançando um pouco no tempo: segundo dia de ENEM, alguns colegas combinaram de sair depois da prova pra beber e desestressar da merda que foi a prova. Ele tinha ido, eu fui comprar bebida, bebi razoavelmente muito, o suficiente pra eu ignorar tudo que eu tinha construído sobre deixar aquilo de lado e seguir em frente. Esperei o momento onde eu estivesse à sós com ele, e comecei a falar, tudo, absolutamente tudo q eu sentia ( isso td em inglês pq eu n tinha coragem de falar em português, eu já tava alterado nessa hr) por um minuto eu achei q ele só ia perguntar pq q eu tava falando em inglês, mas na verdade ele começou a me responder em inglês. Eu não fazia ideia de que ele falava ingles, eu fiquei tipo: "ok, então quer dizer q vc enteneu tds as indiretas no twitter?", ele disse que sim.
Continuei a conversar, dizendo pra ele que eu gostava dele, q tipo, na minha opinião ele era incrível, que eu tava super afim dele, e que sabia que ele estava namorando, e por isso sabia que nada ia acontecer. Ele tava super tranquilo e falou que era normal, que a gente não controla quem a gente gosta, mas não surtou nem nada do tipo, foi uma resposta totalmente diferente da que eu tinha imaginado. Eu me senti muito melhor depois que falei pra ele, era muito ruim ter que manter aquilo só pra mim, afinal, vamos nos formar em dezembro, talvez não verei ele por muito tempo, que é quase certo. Precisava jogar nessa última chance, tinha q arriscar. Antes de encerrarmos a conversa, pq tinha amigos nossos vindo, perguntei pra ele: "Se você não estivesse namorando agora, vc ficaria comigo?", e ele respondeu que sim.
Eu absorvi a resposta e pensei que, achei q pessoa certa, mas na hora errada. Tô muito triste com isso, mas é um triste pq tudo dá certo pra todo mundo ao meu redor, geral consegue um relacionamento, alguém. Enquanto eu tô amaldiçoado a ouvir Jão e me identificar com as letras de sofrência pro resto da vida. É frustrante. Sei que meus amigos não aguentam mais me ouvir reclamar disso, e sei que se eu continuar reclamando vai ser irritante, eu sei disso. Só queria que, pelo menos uma vez, eu conseguisse ficar com alguém eu eu gosto, e gosto muito.
Desculpa pelo texto longo, eu precisava externalizar esse sentimento, que é uma mistura de coisas positivas com negativas.
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2019.11.29 18:06 desabafo4774 Sou um traidor e não consigo me perdoar.

Título. Obrigatório perdão textao, mas eu preciso te dar o contexto, já que eu nunca dei o contexto pra ninguém.
Tenho 20 anos, masculino, depois dos 16 me tornei uma pessoa relativamente atraente mas sempre fui muito tímido com o sexo oposto quanto a flerte. Namorei uma garota dos 16 aos 19, que chamaremos ficticiamente de Carol. Esse foi um período de bastange desenvolvimento sexual da minha parte, que até então só havia namorado a distância e nunca chamado uma garota pra sair. A Carol era ainda mais tímida que eu, então nós éramos amigos antes de ter algum desenvolvimento amoroso.
Acho que era início de 2016 quando uma amiga que eu considerava atraente começou a dar em cima de mim. Sempre que estávamos sozinhos ela me olhava vorazmente, esbarrava com a mão no meu corpo, etc. Eu ficava simplesmente louco, até que em um momento não resisti e ficamos. Mais tarde, isso me consumiu de culpa, pois eu ainda gostava da minha namorada mas a simples ideia de ser sincero com ela e contar a verdade me congelava. Eu não queria fazer isso, então omiti. Ainda assim, eu ainda sabia o que tinha acontecido, e era real comigo mesmo: eu ainda sentia vontade de ficar com outras pessoas. Provavelmente por questões que discuti na terapia, eu sempre fui frustrado com minha "incompetência romântica". Sempre quis provar pra eu mesmo que eu consigo flertar, seduzir e ficar com alguma garota, e sempre fui péssimo nisso. Foi então que um conceito me foi introduzido à mente: relacionamentos abertos.
A partir daí, eu comecei um processo feio de racionalização, sugerindo a ideia à minha namorada. Eu sempre fui inteligente e bom em lógica e argumentação, então falava de coisas como o ciúme sendo algo ruim, implantado culturalmente e plantado na noção de propriedade. Hoje em dia tenho outras perspectivas sobre a questão, mas na época eu era bem convincente. Eu não era insistente (até onde me recordo, mas sou enviesado, né?) e mesmo assim depois de alguns meses ela me disse que toparia experimentar. Poderíamos ficar, mas não transar com outras pessoas.
Ainda dentro desse acordo, um tempo depois eu traí ela de novo, com essa mesma garota. Obviamente eu omiti, mas a culpa claramente afetava como eu me relacionava com ela. Eu era meio distante, me sentia incapaz de me aproximar se não pudesse ser sincero sobre o que sentia desde o início. Honestidade, por mais controverso que soe, sempre foi um valor de enorme peso para mim, então era como se eu não conseguisse ser eu, de verdade, com ela. Apenas uma fração, e era isso. Eu a traí ocasionalmente umas outras 3 vezes, e sempre me sentia um bosta depois. Ainda assim, namoramos por todo esse tempo, Mesmo que por esse canal de existência limitado, eu me conectei com ela de verdade.
Foi mais ou menos um mês antes do término que descobri que meu pai havia traído minha mãe. Aí foi a vez da projeção, que garantiu que eu ficasse furioso com meu pai. O que eu mais queria era que ele contasse pra ela, mesmo que isso significasse o fim do casamento deles. Acontece que a situação deles é bem diferente da minha, mas eu estava furioso comigo mesmo. Sabe, até pouco eu nunca havia contado isso a NINGUÉM, nem pra analista. Eu não me gabava para amigos. Para amantes. Eu só vivia com meu segredo longe do resto do mundo, me odiava por isso. Já fiquei bem deprimido em alguns dias, mas nada grave. Nesse tempo da traição, porém, eu não aguentei. Como eu fazia terapia, acho que eu inconscientemente sacava o que estava acontecendo, mesmo sem admitir pra analista, então simplesmente decidi terminar. Eu estava distante demais, não suportava ficar perto dela. Passei na faculdade pra outro estado, e hoje faz uns 10 meses que terminamos, sob o argumento de que a distância estava insuportável. Nunca pus à mesa o meu lado, que era a causa da distância, e foi isso.
Todo esse tempo na faculdade, com garotas obviamente dando em cima de mim, eu nunca consegui me dispor a flertar com nenhuma. Nem mesmo nas grandes festas que fui, só dancei e fiquei com alguns guris, mesmo que sem muita vontade. Esses dias tive uma aula que me lembrou dela e da terapia e percebi que eu ainda amava ela. Hoje ela tá a 600 km de distância, então eu liguei pra ela pra saber como ela tava e ela disse que estava como eu, mesmo reconhecendo que existiu um motivo pelo qual terminamos, e que não dava pra esquecer disso.
Sabe, não acho que eu vá voltar com ela, afinal não quero um relacionamento à distância e ela vai fazer faculdade lá, mas vou pra lá no próximo fim de semana e me pergunto muito se deveria contar a verdade sobre o que acontecia no nosso relacionamento. Do lado de não contar, penso que causaria um sofrimento desnecessário a ela. Do lado de contar, penso que ela merece a verdade, pois valorizo a honestidade, e talvez ajude ambos a superar o término. A realidade é que da perspectiva dela simplesmente nos afastamos sem motivo até terminar, enquanto da minha a culpa me corroeu até eu não aguentar mais. Até hoje não consigo me perdoar, e nem sei o que fazer com todos esses sentimentos. Eu sofri o suficiente pra perceber que minhas próximas relações tem que ser construídas em cima da honestidade para que eu não sofra, mas mal consigo construir novas relações. As vezes me dá vontade de voltar para a casa dos meus pais, implorar pelo perdão dela e não jogar fora a única conexão significativa que tive com uma guria além de minha mãe.
É foda, Reddit. Eu me sinto o vilão, e que pra qualquer vilão tem perdão, menos pra mim e pros meus pecados.
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2019.11.28 08:19 siciLY- Terminei com a mina q namorava

Eu conheci minha ex em uma rede social, conversamos muito e naturalmente nos apaixonamos. Um começo muito emocionante na véspera de Natal (onde costumava ser um dia triste para ela). Ela teve alguns problemas como ansiedade, depressão psicótica ...). Durante nossos dois meses juntos, principalmente, tive que me adaptar ao que é um relacionamento (já que sempre tive problemas com o toque e mais coisas sexuais). Depois de um mês, eu estava passando por uma fase muito difícil (como ela), e não contei nada para ela (ela sempre me contava quando não estava bem, eu tentava ajudar como podia).
Era muito difícil contar a ela tudo o que me esmagava por dentro (mesmo que ela dissesse que me amava e estava lá por mim - tanto que passou dias ouvindo-me chorando - eu tentava apoiá-la da mesma forma). Quando estávamos namorando por dois meses, caí em desespero e, então (na manhã de dois meses de namoro), terminei com ela por telefone quando ela acordou. Eu pensei que fazer uma coisa dessas durante o namoro, isso a faria pensar que ela era incapaz.
Hoje ela me diz que eu era completamente egoísta e que deveria ter falado com ela, porque definitivamente não era uma coisa boa. Ela me pede para terminar com minha namorada atual e voltar para ela, continuamos dizendo que nos amamos e falamos o que pensamos da outra sobre tudo que houve.
Então eu sou uma idiota por terminar com ela? Eu sou uma idiota por começar a namorar depois de meses (ela começou a namorar uma semana depois com sua "amiga" que odeia quando estávamos juntos)?
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2019.11.07 03:25 Mustafasustenido Completei 30 anos, virei mago e isso me abalou profundamente

Caros colegas redditors.
Buscarei a melhor forma de contar essa história aqui e farei um TL;DR no fim, mas tentarei não deixá-la massiva.
Então... venho de uma família classe média alta onde o que mais tive foi amor e carinho.
Em minha adolescência viajei bastante pelo mundo com minha família, estudei em uma escola excelente, fiz muitos amigos (alguns hoje são meus irmãos de vida) e posso dizer que foi o melhor período de minha vida.
Porém nunca consegui me relacionar com nenhuma mulher. Terminei o ensino médio sem nunca ter dado um beijo. Só tendo encostado na mão de uma menina 1x e passando por dezenas de rejeições (perdi as contas da quantidade de vezes que me apaixonei e não fui correspondido).
Sei que isso, em partes, se explica pelo fato de eu ter sido o ser humano mais magro (com saúde) que já conheci. Sem entrar em muitos detalhes meu IMC era por volta 13, eu era literalmente só o osso. Mais de 1,80m e menos de 50 kg (muito tempo depois descobri que é simplesmente a genética, mesmo malhando existe uma barreira pra meu peso e cada segundo de sedentarismo me faz emagrecer), exames perfeitos. No fim da adolescência entrei pra academia e consegui um corpo magro normal, porém o estrago na minha autoestima já estava feito (apesar de eu ter convicção que a qualquer momento, naturalmente, as coisas aconteceriam e eu acharia alguma menina pra me relacionar).
Passei em uma das melhores faculdades do país, no curso que eu queria, saí de casa pra morar sozinho e estudar, tinha tudo pra minha vida continuar as mil maravilhas, mas encontrei meu primeiro problema. O local de estudo só tinha homens e, como eu não era muito de sair, me bateu um grande desespero de continuar BV por muito tempo, já que não teria contato com mulheres... Enfim, uma depressão apareceu e fiquei quase 2 anos praticamente na rotina casa-faculdade-casa (além de minha família ter colocado quase uma babá em minha casa, pra que eu pudesse ficar mais relaxado). Foi com sobras o pior período de minha vida, em momentos de crise não conseguia comer praticamente nada, em momentos normais eu tinha que empurrar cada refeição. Voltei pra um estado de muita magreza (IMC 14,5), parei de fazer atividades físicas... minha família percebia pouco porque, além da distância, meu desempenho continuou excelente. Meus amigos de infância estavam em outras cidades e meus amigos da faculdade não pareciam notar nada (até porque já me conheceram nesse estado).
Consegui começar a superar essa situação depois de um grave problema de saúde na família. Entendi que nada do que eu sentia se justificava com tanto sofrimento que eu estava vendo daquele ente querido próximo a partir. Tanto que, depois da sua morte meus pensamentos voltaram a funcionar quase que normalmente (algumas recaídas de vez em quando) e voltei a ter aquela certeza adolescente que a qualquer momento naturalmente eu ia encontrar uma parceira.
Resumindo bastante, terminei a faculdade e comecei a trabalhar numa das maiores empresas do país, em uma cidade média do Brasil. Em pouco tempo eu assumi uma função de gestão e hoje estou quase no topo da carreira. Além disso dou palestras periodicamente para centenas de pessoas e ministro um curso noturno na área em que sou referência. Minha remuneração é o equivalente a 1 carro popular a cada 2 meses.
Ah... não possuo redes sociais
O que vou falar agora pode ficar parecendo querer me "gabar", mas é só pra enaltecer a gravidade da situação e o quanto tudo pesa em mim.
Meu modelo de gestão virou referência na empresa (e no mercado em geral), por criar uma equipe "família" (tenho muita facilidade em analisar perfis de pessoas e criar ambientes de trabalho que funcionam de maneira leve), os funcionários da empresa simplesmente me vangloriam pela forma como eu levo as coisas e resolvo as situações. Um dia desses um antigo auxiliar de serviços gerais (o qual sempre incentivei [verbalmente e financeiramente] a terminar o curso que estava fazendo) que conseguiu vaga de assistente administrativo em outra empresa veio pessoalmente me agradecer (até uma lembrança me deu, que guardo com bastante carinho) por conta dos ensinamentos que passei pra ele, que, segundo o mesmo, "foram de grande importância para o crescimento na carreira dele".
Dou palestra pra centenas de pessoas por mês, pra falar sobre a área que domino e está em ascensão em todo o mundo. As palestras tem sido um sucesso, e a plateia aumenta a cada ciclo. Sempre tive muita facilidade pra falar (e prender a atenção das pessoas) em público.
Minhas aulas noturnas também correm de maneira bastante positiva. Sempre tive prazer em ensinar e ver o aprendizado de cada estudante (principalmente os que mais tem dificuldades) me dá uma sensação de dever cumprido muito grande.
Além disso tudo sou multi-instrumentista. A música é parte de mim e sempre quis compartilhar com o máximo de pessoas possível. Dessa forma, sou um dos fundadores (e professor) de um projeto comunitário com objetivo de transformar a vida das pessoas de uma maneira efetiva.
Dito isso, volto pra o ponto do desabafo do tópico.
Completei 30 anos, sou BV e, obviamente, virgem e isso vem me destruindo a cada dia que passa. Todas as pessoas próximas a mim já tem família, ou pelo menos namoradas sérias/noivas e eu mal encostei na mão de uma mulher.
Analisando friamente (uma das minhas maiores virtudes são as autocríticas) sou um homem nota 7 de rosto (sei que nos achamos mais bonito do que o que somos, mas já descontei uns pontos, risos) e 3 de corpo. (recentemente estava melhor de corpo mas ansiedade que venho sentindo nos últimos meses vem me corroendo, e tenho total consciência que não posso por a desculpa dos meus insucessos integralmente no meu corpo)
Ninguém sabe que sou BV e meus dois amigos mais próximos sabem que sou virgem.
Mensalmente recebo a sugestão de procurar uma prostituta, mas meu EU me diz que isso seria a maior prova que sou incapaz de conseguir um primeiro beijo com uma moça que gostasse de mim de verdade (e nem sei se é recomendado beijar prostitutas, risos).
Meus amigos já tentaram me "armar" com conhecidas em festas, mas nas duas vezes que isso aconteceu notei que as moças não queriam e nem tentei forçar a barra. Acabei saindo das situações muito pior do que antes, sentindo a rejeição na pele mais uma vez. Sabe aquela facilidade pra falar em público? Isso desaparece integralmente em contatos sociais diretos com muitas pessoas do sexo feminino (principalmente em festas, que nunca gostei e hoje em dia mal vou, a não ser as do trabalho ou quando faço parte da banda). Na verdade ir em festas no geral me cansa MUITO, vou uma vez por ano, depois de muita insistência dos amigos, porque sei que vou ficar lá 5-6h com cara de paisagem, sem despertar o interesse de nenhuma mulher random por conta de não conseguir ter a mínima postura e não ter um corpo tão legal pra gerar interesse numa numa festa.
Tenho total convicção que, se eu fosse uma mulher, jamais pegaria um cara inibido como eu num ambiente de festa, eu simplesmente me reduzo a um pedacinho de nada, sei que isso é muito por conta da baixa autoestima devido ao meu corpo e às rejeições femininas que sofri na adolescência.
Minha rotina hoje em dia se resume basicamente a:
Trabalhar de segunda à sexta o dia todo (e noite), tento ler algo pra relaxar;
Sexta à noite (pelo menos a cada 15 dias) saio com meus amigos (e suas esposas) pra um barzinho;
Sábado trabalho mais um pouco, assisto futebol e vou dar aula de música para o pessoal no projeto;
Domingo passo o dia feliz com minha família, à noite vou à missa pra relaxar um pouco o espírito e me preparar para a semana.
Sinto um pouco de tristeza principalmente ao escrever que passo o "domingo feliz" com minha família, com um toque de desdém. Porque realmente tinha tudo pra ser algo perfeito, mas meu EU interno já passa cada minuto, em cada uma dessas atividades, pensando no quanto de vida eu perdi por chegar aos 30 anos sem ter me relacionado com uma mulher e saber que esse tempo não volta atrás nunca.
Saber que jamais vou ter uma namoradinha aos 15 anos, conhecer aos poucos e sem maiores pressões como um relacionamento funciona. Ir de mãos dadas ao shopping, assistir um filme, trocar palavras, olhares... Cada vez que penso nisso parece que uma parte de mim fica pra trás, não consigo exprimir com palavras o vazio que isso me faz sentir.
O estopim para que eu resolvesse desabafar e (com fé em Deus) procurar ajuda profissional foi o seguinte:
A empresa é composta majoritariamente por homens e mulheres de mais idade, mas possui algumas estagiárias e o pessoal sempre me fala na resenha (não sei até que ponto é resenha [na verdade eu sei que não é resenha]) que elas fazem de tudo pra se envolverem comigo (lembra aquela história de que sou bom pra traçar perfis de pessoas e montar equipes? Pois é, quando o assunto é relacionamento com mulheres eu não sei interpretar os sinais mais básicos). Obviamente eu jamais me envolveria com uma estagiária (até mesmo uma ex-estagiária), por razões profissionais, mas já recebi muitos "convites" via Whatsapp, que acabo levando na brincadeira pra não queimar minha reputação.
Enfim, recentemente chegou o ponto que resolvi que meu psicológico era mais importante do que meu medo de "me queimar" e comecei a conversar com uma estagiária (10 anos mais nova e de família humilde[claro que não ligo pra isso, só estou dizendo aqui pra que você me ajudem a interpretar a situação depois]) que já estava terminando o contrato e ia ser efetivada em outra cidade. A iniciativa foi minha (e isso me fez ter ainda mais vontade de que desse certo), mas, mesmo sendo um poste, eu sempre notei a forma que ela me olhava, sorria e nas conversas que tivemos nossas ideias se batiam muito, além de ela me atrair fisicamente e ser bastante inteligente.
Começamos a conversar diariamente via Whatsapp (evitávamos contato pessoal por conta do ambiente da empresa). Pouco antes do contrato dela acabar surgiu o momento e falamos mutuamente do que sentíamos, dos problemas que isso podia trazer pra vida profissional, mas acabamos concordando que valeria a pena tentar algo. Um tempo depois resolvi chamá-la pra sair e ela aceitou, mas veio com uma conversa que não era pra eu criar expectativas e que ela "não era fácil" (com outras palavras mas em resumo era isso). Confesso que achei meio estranho, há pouco tempo havíamos nos aberto um para o outro, mas não entendo nada de mulheres mesmo, então vamos seguir a história.
Tive o primeiro encontro da minha vida (sim, aos 30 anos, repito) levei ela pra jantar em um local que não fosse o mais caro da cidade (pensei que ela se sentiria mais confortável caso pudesse pagar o que havia consumido, se desejasse).
Saí de casa bastante nervoso, mas seguindo à risca tudo que os tutoriais on-line tinham me ensinado. Asseado, perfumado, bem vestido (como se eu já não vivesse assim...) e tentando o máximo possível ser simplesmente eu.
Chegamos ao local (um pouco preocupados que algum conhecido nos visse), mas a coisa fluiu tão naturalmente que, aos poucos o nervosismo foi passando. Aproveitamos o momento "livres" e conversamos sobre muita coisa ao longo de quase 3 horas (sem nenhuma forçação de barra, a coisa realmente acontecia de maneira espontânea), falamos um pouco sobre nossas vidas, nossos anseios, falamos mal das pessoas das mesas vizinhas... isso tudo com intensas trocas de olhares. Chegou um ponto que tomei coragem, segurei na mão dela e, pasmem, ela deixou. Fiquei ali de mãos dadas com ela (foi uma das melhores sensações que já tive na vida), trocando carícias e conversando por mais alguns minutos, quando decidi que era hora de sair e tentar algo.
Como já disse, antes do encontro eu estava muito nervoso, mas depois de todo aquele tempo com ela eu percebi que as coisas realmente iam acontecer de forma bastante natural.
Saí do restaurante abraçado com ela, fomos em direção ao carro (estava num local isolado), fiquei de frente com ela, falei 2 palavras e fui em direção ao meu primeiro beijo.
Ela simplesmente se virou e disse "na-não" (foi mais em forma de ruído de negação, mas achei melhor escrever assim), nesse momento não entendi mais nada (teria interpretado algum sinal de forma errada? Deveria insistir?).
Dei um abraço nela falei algumas palavras, tentei novamente e recebi mais uma rejeição.
Não soube o motivo (até agora não sei), mas preferi não insistir, demos um abraço demorado e levei ela pra casa, conversando sobre outras coisas.
Faz pouco tempo que isso aconteceu e ainda trocamos algumas palavras via Whatsapp. O que me deixa tranquilo é que eu pelo menos tirei a bunda da cadeira e tentei. Mas a frustração de mais uma rejeição é algo incomensurável pra mim. Não sei quando terei contato com outra mulher a esse ponto (estatisticamente eu tenho contato, com chances de dar algo, com uma mulher a cada 2 anos, e, é claro, nunca deu certo)
Com relação a esse encontro (eu queria até a opinião dos colegas redditores) eu trabalho com 3 hipóteses:
1 - Ela quer algo, mas não quis se mostrar fácil/interesseira (como as outras estagiárias que mandam mensagens diretas pra mim por Whatsapp) e está esperando outro convite meu para que possamos sair novamente e finalmente ocorra algo;
2 - Ela não quer mais nada por conta de uma das milhares de coisas que podem estar se passando na mente dela;
3 - Isso foi a prova de que meu corpo possui alguma substância não identificada, incolor, inodora e insípida, que cria uma barreira contra mulheres.
Não sei se vale a pena insistir, estou tão frustrado que não consigo ter forças pra um contato mais direto (apesar de sentir muita falta das conversas com ela);
Pra finalizar, meu desespero hoje é tão grande que penso até em fazer uma rede social (coisa que nunca tive) só pra me "amostrar" (algo que é totalmente contra meu perfil). Mostrar meus carros, minha casa na praia, minhas viagens semanais, meus momentos com os amigos, sei lá, qualquer coisa que pudesse gerar alguma curiosidade sobre mim para as mulheres.Mas aí me olho no espelho e percebo que quando chegar a esse ponto eu realmente não estarei mais sendo eu e algo de muito errado (além do que já está se passando) estará acontecendo.
TL;DR: Homem, 30 anos, família perfeita, muitos amigos (alguns verdadeiros irmãos), trabalho dos sonhos, ótima situação financeira, porém BV e virgem.
Fazendo um resumo desde a adolescência:
Comecei a aprender sobre música achando que com isso um relacionamento viria naturalmente (ao menos a música virou uma paixão real em minha vida);
Comecei a fazer academia achando que com isso um relacionamento viria naturalmente;
Comecei a cursar um dos cursos mais concorridos do Brasil achando que com isso um relacionamento viria naturalmente;
Comecei a trabalhar e hoje ganho mais do que 99% da população brasileira achando que com isso um relacionamento viria naturalmente;
E não veio. Hoje não sei mais o que buscar ou a quem recorrer... A ansiedade (ou seria depressão?) está chegando a tal ponto que me vejo totalmente refém de alguns pensamentos que me atrasam bastante. Eu não consigo, por exemplo, passar mais de 15 dias (ou ir pra um lugar distante) longe da minha família/amigos próximos. Começa a bater um desespero (tipo os que eu sentia na depressão quando tinha 20 anos) e começo a pensar que eu poderia estar ali com uma companheira, aproveitando cada segundo. Já desisti de diversas viagens para fora do Brasil por conta disso. Coisa que fazia naturalmente na adolescência.
Sinto que a cada dia a bolha vai aumentando, a ponto de começar a atrapalhar nos meus trabalhos e vida pessoal, viagens a trabalho para fora do estado estão se tornando um sofrimento (as consequências de todos meus medos recaem sobre meu sistema digestivo), acordo à noite desesperado com medo do dia de amanhã, comecei a procrastinar algumas coisas e perder o tesão em diversas situações de prazer do dia a dia (não consigo mais jogar videogame por achar que isso me torna ainda mais virgem e inútil. A própria masturbação se tornou um momento de tristeza. Tocar piano, violino, violão, etc sozinho muitas vezes só me traz dor).
Cada elogio que recebo na empresa, palestras, aulas, crianças no projeto de música, família, amigos, parece aumentar o vazio que sinto.
Gostaria de simplesmente arrumar uma companheira e viver a vida a dois, viajar, compartilhar momentos, beijar, quem sabe, caso a coisa desse certo, ter filhos, criar uma família...

De qualquer forma, me sinto um pouco mais leve por ter passado 2 horas escrevendo e tendo exprimido todos esses sentimentos pela primeira vez (pra o lado de fora de minha cabeça).
Estou pensando em procurar um psicólogo (creio que já devia ter feito isso desde a minha primeira depressão lá nos 20 anos). Como garantir que eu, sendo uma figura conhecida na cidade não terei todas as minhas histórias íntimas divulgadas (sei que psicólogo é uma profissão muito séria, peço até desculpas de antemão caso essa pergunta ofenda alguém, mas uma pessoa má intencionada poderia destruir toda minha reputação externalizando minha intimidade). Na verdade a pergunta é "como escolher um psicólogo?". Caso não dê certo é normal trocar de psicólogo?
Obrigado a todos pela atenção.
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2019.10.25 16:42 HermitsKiss Tive razão de ter ficado ofendido?

Pessoal, acabei de passar um estresse com a minha ex-namorada. Sou homem trans, tenho apenas ela de apoio em minha vida, e nesse Dezembro, nós vamos viajar juntos para Brasília para a realização da minha mastectomia. Ela é a única que se disponibilizaria para me acompanhar, e mesmo a gente sendo ex, ela é alguém que eu sempre confiei muito e temos um pós-relacionamento ok.
Hoje eu confessei para ela que tinha muita vontade de fazer um ensaio fotográfico antes da cirurgia, porque queria manter algumas fotos para comparação posteriormente, e também para registrar o meu processo, enfim, algo muito íntimo e importante para mim. Na minha cabeça, eu imaginava um ensaio bem sensível, comigo me despindo e encarando a realidade do meu corpo no agora, me despedindo dessa imagem que tanto me causou sofrimento, me preparando para abrir um novo capítulo em minha vida. Isso é muito importante para mim.
Eu disse que queria procurar um fotógrafo LGBT, de preferência trans se fosse possível encontrar, e então ela me diz que tem que ser um que faça "ensaio sensual", porque é assim que se chama a fotografia de pessoas nuas. Isso me deixou TÃO ofendido, uma falta de tato tão imensa chamar isso de ensaio sensual, porque eu não quero NENHUMA associação com sensualidade. Pelo amor de deus, eu odeio esse corpo! Eu só quero poder fazer as pazes com ele minimamente antes de partir para a próxima página, sabem? Mesmo se fosse esse o nome do ensaio, ela deveria ter pensado duas vezes antes de um reducionismo assim porque nossa, isso me magoou muito e além do mais me deixou super desconfortável com os meus planos. Isso me fez até chorar e eu estou sentindo uma mágoa que não cabe em mim, porque me perturba bastante a sexualização do meu corpo.
Me parece que ela não teve nenhuma empatia antes de dizer isso, mas eu não sei se eu estou overreacting. Só parece que ela estragou algo muito importante para mim, mas eu queria saber de outras pessoas trans, como vocês se sentiriam no meu lugar? Tem alguma lógica se sentir incomodado por isso?
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2019.10.15 11:43 B34r_w1th_m3 Eu queria ter sido piloto

Peço perdão pelo tamanho, não esperava que fosse ficar tão grande.
Eu queria ter sido piloto...
Dois anos e meio atrás eu estava meio à deriva no mundo. Estava no segundo ano ensino médio e não sabia exatamente o que fazer da vida. Não me sentia pertencente a nenhum lugar, não tinha exatamente planos pro meu futuro, meu relacionamento com meus pais ia de mal a pior e ainda por cima me metia em brigas.
Eu estava irritado com o mundo, mas eu não podia socar o mundo (embora com certeza eu tenha tentado, ficado com marcas nas minhas mão até hoje para me lembrar de não fazer mais isso). Queria desaparecer, me desintegrar. Me mostraram uma prova que teria para à Academia da Força Aérea e eu pensei "Vou me tornar piloto e voar pra longe de tudo e todos".
Me empenhei como nunca, estudei como um condenado para a prova que viria um Junho, porém houve um problema: eu me apaixonei. Me apaixonei pela aviação. Isso não estava nos meus planos, não era pra isso ter acontecido, mas aconteceu. Eu entrei em contato com esse mundo e me encantei. Ser piloto, ser militar, fazer algo que eu sentia que me deixaria completo. Eu agora queria virar piloto, piloto de resgate ainda.
Me apaixonei também por uma garota, algo que também não estava nos planos. Eu já havia amado antes, mas isso era algo diferente. Era algo que eu não consigo explicar exatamente até. Pra ser sincero eu não sei nem exatamente explicar como que essa mulher entrou na minha vida, só sei que um dia ela estava lá eu eu não queria que ela fosse embora. Melhorei por conta dela. Larguei a raiva, as brigas, as frustrações. Tentei realmente me tornar um homem melhor por mim, pelos outros e, especialmente, por ela.
Por muito tempo as coisas na minha vida estavam boas. Realmente boas. No dia de fazer a prova da AFA, passei pra segunda fase (algo que eu honestamente não imaginei que fosse realmente acontecer). Comecei a treinar para os testes físicos que eu teria de fazer para provar que eu estava apto para me tornar um militar. Apto para me tornar um piloto. Meu relacionamento com a garota ia ficando cada vez melhor. Eu não acreditava que existiam pessoas feitas uma para as outras, mas comecei a acreditar. Comecei a acreditar nisso, logo eu que sou a pessoa mais cética que conheço.
No dia de fazer os exames físicos, fui reprovado por ter queimado a linha de largada de uma das provas. Serei sincero com você, reddit, doeu ter sido barrado naquele ponto, especialmente por uma coisa tão boba quanto pisar numa linha, mas foi uma dor momentânea. Eu agora sabia o que eu queria da minha vida. Eu queria ser piloto, queria continuar esse relacionamento com essa mulher que sabe-se lá como eu tive a sorte de ter na minha vida.
Virou o ano e comecei novamente a me preparar para a prova que teria em junho. Estava confiante e determinado. Foram seis meses de preparo duro, mas que valiam a pena. Eu enxergava na FAB e na mulher meu futuro. Chegando em junho eu fiz a prova novamente. Saí da sala de prova confiante que havia conseguido passar pra segunda fase. Passado cerca de um mês saiu o resultado. Fui reprovado.
Eu não atingi a nota mínima em matemática para passar para a segunda fase. Quando fui corrigir minha prova com o gabarito oficial, havia contado que havia tirado mais do que o necessário para passar. Até hoje suspeito que cometi um erro na hora de passar o gabarito. Posso estar errado, porém. Talvez eu tenha ido pra prova confiante demais sabendo de menos.
Fiquei desesperado, já que minha mãe havia me dado somente aquele ano para passar numa faculdade. Eu não consigo por a opção "Aviação" num vestibular. Não sabia para o que prestar. Mas não havia problema, já que a mulher que eu amava ainda estava comigo. Decidi, depois de muito pesquisar e conversar com amigos e meu pai, prestar engenharia mecatrônica. Era uma área que eu me interessava, mas, honestamente, não me imaginava trabalhando com ela. Decidi fazer isso, mas eu ia tentar a prova da AFA uma terceira vez no ano seguinte.
Chegando o final do ano, época de vestibulares, a ansiedade dos alunos está no seu máximo. Muitos sentem a pressão desse sistema injusto. Uma competição brutal, se me perguntar. Eu, tentando focar no meus objetivos, não fui afetado muito por ela, mas minha namorada foi. MUITO afetada. Sua ansiedade despertou de uma forma esmagadora. Ela se viu no conflito entre prestar o vestibular para a área que ela amava e prestar para a área que achava que deveria fazer, já que arte não tem renda tão garantida assim. Ela não queria mais sair de casa, ver seus amigos e a mim, fazer antes as coisas que amava. Ela foi definhando. A mulher que eu amava estava se afundando num buraco que sua própria mente cavava. Me doía ver aquilo. Eu tentava ajudar, mas a melhor ajuda que eu consegui fazer era manter minha distância.
Não muito tempo depois que isso começou, ela admitiu pra mim que não me enxergava mais como uma pessoa que lhe causava prazer, mas sim como uma responsabilidade. Ela se forçava a falar comigo para não me magoar, mesmo que a ansiedade dela fizesse com que ela quisesse se isolar de todos os seres do mundo. Ouvir aquilo me feriu de uma forma que nada até hoje chegou perto de fazer igual. Já levei muitos socos, chutes, cortes e diversos outros tipos de ferimentos, mas aquilo fez algo comigo que me fez questionar minha própria existência.
Eu estava falhando em proteger a pessoa que eu mais devia proteger nesse mundo. Estava fracassando na minha única missão que realmente importava, que era fazer ela feliz. Eu era um fardo pra ela, uma responsabilidade que só aumentava os seus sintomas.
Sabendo de tudo isso, fiz a última coisa que eu pensei que teria de fazer: terminei com ela. Cada célula do meu corpo dizia para eu não fazer isso, que íamos conseguir passar por esse momento delicado. Mas eu sabia que não íamos. Eu era uma das fontes da tristeza dela. Ignorando cada parte de mim que protestava, terminei com ela para o próprio bem dela. Ela tinha que melhorar a qualquer custo, mesmo que esse custo fosse o nosso relacionamento.
As coisas só pioraram então. No início do ano seguinte, 2019, fui diagnosticado com uma espécie de diabetes. Isso significava que mesmo que eu passasse na prova escrita da AFA eu seria reprovado nos exames médicos. Meu sonho de ser piloto se foi. O futuro que eu havia sonhado por um ano e meio se foi. A mulher que eu amava e as minhas asas. Talvez eu tenha sonhado demais. Talvez eu tenha sido Icarus e voado perto demais do sol e me queimado. Talvez eu podia ter evitado tudo isso se eu tivesse sido menos arrogante na hora de fazer a prova e se eu tivesse sido menos um fardo para a minha namorada.
Eu estava novamente perdido. O que que eu deveria fazer? O prazo imposto estava prestes a acabar. Tentei me recompor ao máximo e traçar um novo plano. Deixaria meu choro somente para as noites no meu quarto, porque de dia eu precisava trabalhar, pensar num novo rumo.
Passei pelo ENEM pra uma faculdade boa em outro estado para engenharia mecatrônica. Eu estava agora ficando com uma outra garota, porém nada tão intenso naquele momento quanto era com a minha ex. As coisas estavam tomando um rumo que havia potencial. Mas não era meu sonho.
Meses se passaram e cá estou, distante do estado de onde eu vim. Estou namorando essa nova garota faz um tempo já e as coisas estão indo muitíssimo bem. Eu estou gostando de fazer essa faculdade. Morar sozinho tem sido uma experiência fantástica. Fiz novos amigos e estou vivendo uma vida nova. Ainda assim eu ás vezes queria poder mandar uma mensagem pra ela e dizer "você ia amar o céu estrelado daqui", ou "eles rasparam meu cabelo no trote da faculdade!". Queria poder olhar para um avião no céu e não soltar um suspiro triste, pensando como a vista lá de cima deve ser bela.
Estou escrevendo isso, reddit, porque hoje descobri que ela está namorando um outro cara. Isso me abalou de início. Me senti injustiçado. " Por que que ele podia ficar com ela e eu não?" eu fiquei me perguntando por horas enquanto eu chorava em minha cama. Quando todo esse momento passou, eu pude refletir um pouco melhor. Estou feliz por ela, de verdade, até porque eu fui o quem seguiu em frente primeiro. Porém, o mais importante, isso mostra que ela está bem de novo. Bem o suficiente para confiar de novo em alguém da forma que ela confiava em mim. Isso é tudo que eu quero, que ela esteja bem. Devo admitir, porém, que, assim como eu invejo o piloto do avião, eu invejo esse novo cara. Tanto o piloto quanto ele tem uma vista muito bela diante deles.
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2019.09.24 09:26 goth_chinchilla Sou uma pessoa horrível e desonesta

Eu fui diagnosticada com algo chamado transtorno de personalidade obsessivo compulsivo. Já faz alguns anos, eu tomo medicação, mas não acho que é isso de verdade. Meu psiquiatra e meu terapeuta não sabem muita coisa sobre mim. Eu sei que eu deveria contar, mas eu provavelmente seria chamada de sociopata ou coisa assim e na pior das hipóteses, trancada em algum lugar ou tomando algo muito mais forte.
No último fim de semana, eu não tomei o remédio e senti muitas coisas diferentes. Decidi que precisava conversar com alguém mas não tenho muitos amigos, a minha família não me ouve e meu namorado definitivamente não é uma opção, mas vocês são.
———
Eu minto muito. Muito mesmo. Desde sempre e sobre absolutamente tudo. Eu sou muito boa nisso, as vezes eu acredito na mentira também. Suspeito que algumas pessoas na minha vida tenham percebido e caído fora, mas a maioria não (ou não liga, tem isso também). Eu sou uma grande mentira.
90% do meu currículo não é de verdade. Praticamente tudo o que eu falo que já fiz também. Eu inventei relacionamentos e amizades e até machucados. Forjei diplomas, e-mails e até laudos médicos. Eu sei que é errado, mas eu não consigo parar. Quando eu tento, eu sou só uma pessoa triste e fracassara e todo mundo perde o interesse. Nenhum relacionamento dura, ninguém conversa comigo por mais de 30 minutos. Eu tomo downvote a rodo na minha outra conta.
Mas aí eu minto. E de repente eu sou a garota que morou em Berlin, que teve uma adolescência divertida e assim vai.
Eu manipulo as pessoas também. Eu falo mal delas umas pras outras, eu mudo as coisas de lugar pra causar confusão, eu aumento as situações. E quando algo dá errado, eu aumento o drama em 1000% pra sair como vítima e todo mundo ter pena de mim.
Eu nem sequer sei se gosto do meu namorado. Penso no meu ex o tempo todo, eu choro quando a gente briga, eu odeio fazer sexo, mas eu mantenho ele perto de mim. Eu sou a namorada perfeita, a família dele me ama. Eu odeio 80% da personalidade dele, mas continuo aqui. E eu sei que ele pensa o mesmo de mim. Ele pensa na ex, ele odeia minha personalidade. Eu faço drama quando a gente fala sobre essas coisas, mas no fundo eu não dou a mínima. Eu só gosto de ver ele se sentir culpado. Dois doentes.
Eu finjo ser outra pessoa o tempo todo. Cada 99 que eu pego, eu invento uma história sobre mim. Fingi ser de outro sexo por anos na internet, eu finjo ter uma vida diferente. Minha personalidade é moldavel e eu nunca sou a mesma pessoa com ninguém. Todo mundo conhece um lado diferente meu.
Na maior parte do tempo é divertido. Na outra parte, eu me sinto muito mal e odeio minha vida e quem eu sou. Acho que sou doente, psicótica e que vou acabar machucando alguém algum dia. Eu sei que deveria contar pros meus médicos, mas não quero ser trancada em um hospício ou passar o resto da vida sendo olhada como louca.
Não quero que ninguém saiba. Eu sei que é errado. Estou tentando mudar.
Sem doxxing, por favor. Essa é a primeira vez que estou sendo honesta. Só queria que alguém ouvisse.
Sou uma pessoa horrível.
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