Relógios de parede

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Transporte de cavalos – Tudo o que você precisa saber!

2020.09.25 20:23 Vedovati_Pisos Transporte de cavalos – Tudo o que você precisa saber!

Nem todos os cavalos necessitam viajar, mas pelos menos uma vez na vida é provável que seja necessário, seja para ir ao veterinário, uma exposição ou mudar de dono.
Seja qual for o motivo, é preciso tomar todos os cuidados e precauções para garantir que a viajem seja tranquila e confortável para seu amigo equino.
Transportar seu cavalo de um lugar para outro não é uma tarefa simples. Diferente de um gato ou cachorro que cabem confortavelmente dentro do seu carro, o cavalo exige um veículo próprio ou um trailer para ser transportado por longas distâncias.
Em média os cavalos perdem 1 a 2 kg a cada hora de viagem em tempo frio, e estes valores podem agravar em temperaturas maiores.
Os cavalos podem também sofrer de supressão do sistema imunológico, complicações respiratórias causadas pela depuração diminuída de poeira, desidratação, recusa alimentar, pleuropneumonia e cólica.
Também podem ocorrer lesões provenientes de falhas ao treinar e conduzir adequadamente o equino para o veículo – seja um trailer, caminhão ou outro transporte.
Como treinar e conduzir o cavalo para o transporte
É apenas uma questão de investir tempo e vontade para ensinar ao cavalo uma forma que ele possa entender melhor e aceitar esse conceito.
Se colocarmos esse assunto numa perspectiva de tentativa e erro, lembre-se: se o “Plano A” não funcionou, existem outras letras no alfabeto.
As duas coisas mais importantes a lembrar são paciência e não ficar preso em um método ou abordagem. Para reforçar qualquer lição, ela deva ser praticada para que o cavalo compreenda o que se espera dele.
Os cavalos reagem aos estímulos de maneira diferente dos humanos. Um cavalo nunca esquece algo que o assusta.
O melhor que podemos fazer é ajudá-lo a administrar o medo, então é melhor evitar assustá-lo em primeiro lugar do que tentar corrigir o efeito mais tarde.
A primeira experiência de um cavalo com algo deve ser positiva, o que cria confiança para futuros ensinamentos. De longe, a parte mais estressante do transporte para um “novato” é a fazer o cavalo entrar no trailer, por isso, é essencial eliminar o máximo possível todo o stress dessa parte.
Como preparar o cavalo
Ir habituando o cavalo a entrar e sair do atrelado ou vagão, mesmo que não o pretenda transportar, permite que o cavalo ganhe confiança e fique mais tranquilo.
Este método torna-se bastante eficaz se houver uma emergência e não houver tempo para calmamente familiarizar o cavalo com o atrelado/vagão.
Além deste trabalho que incide sobretudo no comportamento do cavalo, deve-se também proteger as partes mais vulneráveis do animal, (as pernas e a nuca).
Existem equipamentos especiais para viagens que protege a parte inferior das pernas do cavalo, mas o animal deve ser previamente habituado a ele no estábulo.
O cavalo pode ser coberto para que se mantenha quente, mas não deve transpirar. É importante que tudo esteja bem seguro, uma vez que o cavalo se pode assustar caso algo caia ou bata nas paredes.
Alimente o cavalo com feno encharcado durante a viagem também para fornecer água adicional e evitar a desidratação e cólicas.
Expectativas realistas
Em um mundo ideal, todo cavalo já teria confiança suficiente em nós para que possamos levá-los para qualquer lugar.
Um equívoco comum é que, se o cavalo entrou no trailer ontem, ele deveria entrar de novo hoje.
Alguns cavalos podem entrar, outros não. Espere pequenos contratempos e ignore-os em vez de castigar o cavalo por ter se comportado mal.
Se a última sessão de transporte foi boa, mas hoje o cavalo tem dúvidas, dar um passo atrás para recomeçar tudo novamente não é uma derrota. É apenas dar ao cavalo outra chance de verificar a confiança que ele tem em você.
A maneira mais eficaz de minimizar esses contratempos é através de uma prática consistente.
Não é diferente de qualquer outro exercício de treinamento, a repetição permite que o cavalo identifique a rotina, determine o que queremos e teste nossa resposta para ver se ele está fazendo o que pedimos.
Pense cuidadosamente nessa última parte. Você estará ao lado de uma das criaturas mais perceptivas do planeta. Tudo o que você faz, tudo o que seu corpo faz, a forma como você respira e para onde você olha está sendo avaliado pelo cavalo.
Entendendo como o cavalo vê as coisas
A percepção da profundidade do cavalo não é tão aguda como a nossa; embora eles geralmente possam discernir os detalhes em distâncias muito maiores do que nós, eles não conseguem determinar exatamente a distância de algo.
É por isso que eles abordam ‘coisas novas’ lentamente e, também, por que precisam parar e olhar para a rampa ou o acesso de um trailer. É também por isso que eles se podem se assustar com algo que esteja ao lado deles ou a um metro de distância, ou amassá-lo contra uma parede enquanto andam.
Eles não são cegos ou bobos – eles simplesmente não enxergam as coisas da maneira que nós enxergamos.
Os cavalos também veem detalhes que muitas vezes nós não percebemos: um carrinho de mão colocado a poucos centímetros de distância de onde estava ontem, um visitante vestindo um chapéu diferente ou um aroma sutil na brisa é o suficiente para colocar muitos cavalos em alerta.
A imagem da visão do cavalo abaixo fornece algumas pistas sobre o que os cavalos podem e não podem ver.
Observe a área grande e cega diretamente atrás do cavalo e a menor, imediatamente em frente ao focinho.
A visão binocular do cavalo (capacidade de ver simultaneamente com os dois olhos) é limitada a um campo estreito diretamente na frente da cabeça.
Manter esses atributos em mente pode a ajudar o cavalo a ver o que vemos, e nos permite prever que situações podem provocar um susto.
Note as regiões monoculares excessivamente grandes de cada lado da cabeça do cavalo.
O cavalo é capaz de coletar sinais audíveis e visuais de ambos os lados simultaneamente.
Esta informação é processada diretamente do olho ou da orelha, o que significa literalmente que o cavalo consegue enxergar os dois lados da cabeça ao mesmo tempo e avaliar esta informação de forma independente. Então, se o seu cavalo se assusta com algo, tente olhar do outro lado, ele pode ter visto algo que você não viu.
Cuidados no transporte
Isso pode parecer básico, mas nunca tente conduzir um cavalo para um reboque que não esteja devidamente engatado em um veículo apropriado.
Ao transportar um cavalo deve ter uma condução segura, evitando acelerar ou frear bruscamente.
Não deve viajar com tempo quente a não ser que seja absolutamente necessário. No verão é mais vantajoso iniciar a viagem com o nascer do sol ou já ao fim da tarde para evitar as horas de mais calor.
É importante que o cavalo se mantenha hidratado. Não faça paradas em que não retire o cavalo do atrelado ou vagão, ou pelo menos evite, uma vez que imobilizado, tanto o atrelado como o vagão têm tendência a sobreaquecer.
Aqui estão alguns passos essenciais para a colocar o cavalo no trailer:
• O cavalo deve, pelo menos, respeitar seu espaço o suficiente para não interferir nele. Se você não consegue controlar o cavalo no chão, então está procurando problemas ao tentar colocá-lo em uma pequena caixa de lata.
• O condutor deve ter a confiança para levar o cavalo para onde ele quiser e poder fazer o animal ficar parado. Se você não tem as qualidades para ser o “chefe”, então encontre alguém que tenha. Qualquer coisa menos do que isso é perigosa para você e para o cavalo.
• Deixe seu relógio no bolso. Subconscientemente, nós transferimos nossas restrições de tempo para o cavalo, o que atrapalha a confiança do animal em você.
• O melhor cenário é estacionar o trailer em uma arena ou um espaço grande, mas cercado. A ideia é mostrar ao cavalo que ele tem um escape se sentir medo – mas o espaço deve ser relativamente restrito no caso de algo sair errado.
• O piso do trailer ou do caminhão deve ser emborrachado para dar mais conforto e segurança ao cavalo durante o transporte. Ele já estará confinando, então tudo o que você puder fazer para amenizar o stress, ajudará muito.
• Paciência, paciência, paciência. Se você não tiver isso, faça o projeto para alguém que seja tolerante o suficiente para fazer o primeiro passo direto.
Existem muitas formas e técnicas de fazer o cavalo entrar no trailer ou caminhão.
Você deve encontrar a que funciona melhor para o seu cavalo. Como dissemos antes, a repetição e prática ajudam a tornar essa tarefa cada vez mais fácil, aumentando a confiança do cavalo em você.
10 dicas para transportar seu cavalo sozinho
Na maioria das vezes, a ajuda de outras pessoas é necessária – seja de toda uma equipe ou de amigos, do cuidador, do veterinário ou do próprio dono (no caso de você estar transportando o cavalo de outra pessoa). Além disso, é preciso checar vários fatores para que o transporte seja feito com segurança, como as condições do veículo até a saúde do cavalo.
Mas e se você precisar transportar o seu cavalo e não tiver ninguém disponível para lhe ajudar nesse momento específico?
A boa notícia é que você mesmo pode fazer tudo, se seguir essas 10 dicas para transportar seu cavalo sozinho.
1 – Mantenha a revisão e manutenção do seu veículo em dia
No dia da viagem, certifique-se de que esteja com o tanque cheio. E dias antes, faça uma revisão geral no veículo – seja no seu caminhão ou no trailer do cavalo. Eixos, pneus, óleo, etc. Ou seja, tudo o que você olharia se fosse fazer uma viajem comum. Leve também equipamentos e peças sobressalentes como cabos, correntes, kit de primeiros socorros, etc.
Importante: É preciso sempre pensar na segurança e no conforto do cavalo durante o percurso. O transporte de cavalos exige uma série de cuidados especiais. É preciso atentar para o tempo em que o equino ficará embarcado, respeitando as limitações do animal. Se em boas condições de viagem, os animais podem suportar cerca de 20 horas de viagem sem paradas, lembrando que, quanto mais tempo embarcado, mais o animal apresentará problemas, como estresse.
Para oferecer mais segurança e conforto no transporte do seu cavalo, opte por pisos emborrachados no seu caminhão, trailer ou reboque. Eles eliminam a serragem, areia e maravalha; são antiderrapantes e seguros; são confortáveis, macios e flexíveis; além de duráveis e resistentes.
Esses cuidados lhe darão a paz necessária para fazer o transporte do seu cavalo com confiança.
2 – Faça um checklist de todos os seus equipamentos
Todos nós temos aquela sensação desagradável de termos esquecido alguma coisa importante enquanto viajamos. Numa viagem com amigos ou com a família, você consegue substituir ou comprar novos itens. Mas quando se trata de viajar com seu cavalo, pode ser mais difícil encontrar algum equipamento ou ferramenta específicos. Por isso, faça uma lista de todos os itens que você deve levar durante o transporte. Tire um tempo para verificar cada item da lista e ter a certeza de que está levando todos eles. Obviamente, leve todas as documentações (sua e do seu cavalo).
3 – Conheça bem a rota da viagem e as alternativas
Em tempos de GPS e Waze, viajar de carro tornou-se uma tarefa mais exata, evitando que você se perca. Porém, é bom não confiar 100% nos seus dispositivos eletrônicos, pois eles não são infalíveis. Procure levar com você um mapa do trajeto e tente estudar bem o caminho e rotas alternativas antes de viajar. Dar uma olhada no local e no percurso pelo Google Street View ajuda a memorizar alguns pontos de referência visuais que o GPS não mostra, o que lhe garantirá mais segurança enquanto estiver dirigindo.
4 – Leve kits de primeiros socorros para você e para seu cavalo
Sabemos que esses dois itens são obrigatórios em qualquer viagem, mas, ao viajar sozinho com seu cavalo eles são ainda mais importantes. Certifique-se de que todos os itens estejam dentro da validade e prontos para o uso caso precise deles. Especialmente importante para seu cavalo: você precisa ser capaz de administrar ou aplicar qualquer item ou medicamento do kit no animal. Por isso, é bom conversar com o veterinário antes de viajar para aprender a usar corretamente todos os itens de forma correta e segura.
5 – Leve um carregador de bateria para seu celular
Ao transportar seu cavalo sozinho, o telefone celular é mais do que uma mera conveniência; ele pode significar a diferença entre uma resposta rápida para uma emergência ou ficar preso com seu cavalo por horas. Antes de iniciar a viagem certifique-se de que a bateria do seu celular totalmente carregada. Lembre-se de que usar o GPS do celular consome a bateria rapidamente, então é bom mantê-lo ligado ao carregador do veículo durante o uso e, também, levar com você uma (ou mais) bateria recarregável, conhecidas como ‘power banks’.
6 – Estabeleça um tempo razoável
Procure ter bastante tempo para se preparar para a viagem. Sem a ajuda de amigos, você descobrirá que muitos dos itens do seu checklist demoram mais para serem completados. Por isso, é importante ter tempo para preparar o veículo e cuidar do cavalo com calma. Nada deve ser feito às pressas. Verifique várias vezes seu checklist para se certificar de que nada tenha passado despercebido.
7 – Tente se antecipar aos problemas
É claro que você não faria uma viajem sozinho com seu cavalo se não tivesse certeza de que é capaz disso. Mas existem outras tarefas que podem precisar da sua atenção na estrada. Você é capaz de trocar o pneu do trailer sem ajuda? Você sabe como aplicar corretamente os jumpers para recarregar uma bateria? Procure se antecipar a eventuais problemas que possam ocorrer no trajeto e tenha certeza de que você é capaz de lidar com cada um deles.
8 – Escolha alguém para manter contato
Compartilhe sua agenda e o trajeto da viagem com uma pessoa de confiança – seja alguém da sua casa, da fazenda ou do haras. Se essa pessoa souber seu horário de partida e a previsão de chegada no destino, ela saberá que algo pode estar errado caso você não responda em intervalos de tempo pré-determinados. Por exemplo, vocês podem combinar de mandar apenas um “alô” pelo celular de hora em hora, dependendo do tempo do percurso, para avisar que tudo está dentro do planejado.
9 – Reduza sua programação
Considerando que você não terá ajuda, tome cuidado para não se estender demais. Se, por exemplo, você estiver indo para uma competição de equitação, tente não participar de muitas modalidades. Se a sua viagem de volta estiver marcada para o mesmo dia, você não pode estar cansado demais para dirigir. Além disso, seu cavalo também estará cansado e a viagem de volta pode ser estressante para ele.
10 – Use essa oportunidade para fazer novos amigos
As oportunidades de socializar em eventos de cavalos são um dos atrativos para os criadores e cavaleiros. Você poderá encontrar outras pessoas que também viajaram sozinhas com seus cavalos e poderão trocar dicas e experiências. Ao oferecer sua ajuda, você fará novos amigos e poderá encontrá-los em eventos futuros.
Transportar seu cavalo sozinho é uma tarefa cansativa e exigirá muita atenção e cuidado – tanto com animal quanto com você mesmo. Porém, essa também é uma atividade que aumentará a sua confiança e estreitará mais os laços entre você e seu cavalo.
Cuidados especiais em viagens longas
É muito importante cuidar com o tempo em que o ficará embarcado, respeitando as limitações do animal.
Geralmente, se em boas condições de viagem, os cavalos podem suportar cerca de 20 horas de viagem sem paradas. Lembrando que, quanto mais tempo embarcado, mais o animal apresentará problemas, como stress.
Deve-se levar o cavalo ao veterinário para um check-up completo. Qualquer doença que o cavalo tenha, tende a agravar-se durante viagens longas.
Quando chegar ao destino, vigie o estado do cavalo e leve-o a um médico veterinário para que os pulmões possam ser observados.
A pleuropneumonia é risco comum em viagens de longa distância, esta infecção pode ser fatal. Além disso, dê algum tempo ao cavalo para que este possa se acostumar com o novo local.
Se a vigem foi longa, o cavalo pode demorar alguns dias para recuperar o peso que perdeu.
Mesmo depois de uma viagem curta, não há nada melhor a um cavalo do que algum tempo no campo.

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2020.09.21 06:35 diydiauai3007 FAÇA VOCÊ MESMO RELÓGIO DE PAREDE FEITO COM JORNAL DIÁRIO DE DECORAÇÃO CASA ALUGADA!

FAÇA VOCÊ MESMO RELÓGIO DE PAREDE FEITO COM JORNAL DIÁRIO DE DECORAÇÃO CASA ALUGADA! submitted by diydiauai3007 to crafts [link] [comments]


2020.09.14 02:44 Appropriate_Cobbler1 Usarei esse Reddit abandonado para expressar meus projetos solo > sorry para o dono e os mods que estão por ai > Eu acho kkk

Projeto/Song/Letra
A vivência de vividez me transparecer o que não ser nas horas erradas e certas da minha vida, revejo flores a florescer nesse jardim toxico de sarcasmo de pureza combinado com pingos de ironizarão espalhadas no meio pacato de um cotidiano inócuo.
Tocataque tocataque
Uma expressão não existente do martelo que batia no sapato, querendo ser consertado as 15:00 da tarde combinado sempre com tic tic do relógio e do toc toc da batida abafada. A baforado pela fumaça do cigarro de qualidade >

Tocataque tocataque < explicando > é uma expressão que não existe em livros > Eu inventei como se representasse um movimento de um pendulo, como se o braço fizesse tal movimento combinado com o martelo em mãos descendo e fazendo impacto da batida no prego, sobre o sapato junto do ritimo do relogio antigo pregado na parede envelhecido pelo tempo.
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2020.09.10 16:09 henrylore Najiyu Ep 7 - Nós vamos em busca de pistas! Ao trem! Yahoô

H: *olho volta pra cor normal
P: seu olho voltou ao normal
H: ... oq vc acha q ta acontecendo
P: eu nao tenho a mínima ideia
L: ...
Ne: a gente vai ter que ir pra naji
Ar: v-voce tá doida??? não lembra das missões que mandaram você pra lá? ou qualquer pessoa? ninguém voltou!
v-voce tem certeza???
Ne: não, mas é a única coisa q a gnt tem pra fazer
Ar: ... ferrou.
Ne: então, ponce ne?
P: sim
Ne: a gente precisa pegar uma arma pra você então venha escolher
P: ok!
H: Arthurzao? tá tudo bem?
Ar: *olhando fixamente pro corpo da Winry
... é
H: ta claramente vc n tá bem..
Ar: ...
H: quer conversar?
Ar: *fala sem parar de olhar pra cena
só se você jurar guardar segredo.
H: ...
**tempo depois
H: onde é aqui?
Ar: aqui é o bar do Christian, é um velho muito maneiro aqui da ordem
H: hmmmm
L: bem que eu tava com fome mesmo.
Ar: *abre a porta
Christian...
*surge um cara de dentro de uma cozinha, um cara velho, com um cabelo branco curto, e uma barba longa, sem o braço esquerdo, se apoia no balcão apenas com o único braço
Ch: (uma voz meio de um cara velho)
alô? ah, Arthur! oq houve? você sempre me grita meu caro.
Ar: rolou uma coisa meio ruim agora mesmo, a ordem inteira tá em alarme.
Ch: heh morreu alguém?
Ar: ...
Ch: ah.. Winry..
H: como você sabia?
Ch: ah, deixa que o Arthur te conta, eu tenho que fazer as bebidas
L: ce viu isso mano o cara não tem um braço
H: conta aí Arthurzao
Ar: hmmmmm
H: *bebe refri
Ar: mano... eu gostava de Winry e eu ia me declarar assim que as coisas se acalmassem e tal
mas eu acho que isso nao vai acontecer
H: *cospe um pouco de refri e olha pro Arthur
-'
**ali do lado na loja do ferreiro
Ne: *encostada na porta esperando a ponce
escolhe o que você mais acha que vai ser legal pra você
P: hmmmmmm
*olhando pra todas as armas 5 vezes
Ne: ...?
P: hmmmmm...
Ne: quer ajuda?
P: sério, eu não sei
Ne: tá, olha só
*olhando
espadas são pra pessoas que gostam de ir corpo a corpo, mas você tem que estar atenta a todos os lados pra se defender
lanças são pra pessoas que atacam de longe e de perto, são bem equilibradas
e arcos...
P: ARCO é isso eu quero um arco
Ne: horizontal ou vertical?
P: ... vertical
Ne: *tenta alcançar na última prateleira da oficina mas não alcança
...
P: fofinha
*segura a Nevaska e levanta um pouquinho
Ne: *pega o arco *entrega pra ponce
P: hmmmm
Ne: só não temos flechas, a gente vai ter que pedir pro ferreiro faze-
P: nao precisa!
eu dou meu jeito
Ne: mas é so-
P: a gente não tem tempo, vamos amiga
*segura a mão da nevaska e puxa ela pra fora da ferraria
Ne: que
**de novo no bar
H: ... MANO
Ar: ...
H: é mais pesado do q eu pensava...
Ch: *volta e coloca as coisas na mesa
ah que trabalho, heh
L: *colocando o braço pra dentro da camisa pra ficar sem um braço tbm
Ch: ... tá tudo bem aí menino? heh
L: hmmm, tudo bem
Ch: tá querendo ficar sem braço também? heheheh isso é engraçado
L: cara você não tem um braço como assim
Ch: ah querido eu perdi a muito tempo atrás né? tava numa batalha e o cara resolveu cortar ele fora, aí eu fiquei assim né
L: e aí você ficou sem?
Ch: e o que eu poderia fazer? não tem como eu colocar meu braço de volta, infelizmente eu ainda não sou um lego
hehehehehehehe
L: que maneiro!! e o que você fez com o braço
H: -'
Ch: ...heh o... que você quer que eu faça cara? heh
eu queria botar na porta do bar dando oi ali mas acho que seria muito macabro não? heheheh
L: ahuehee
mas isso atrapalha você?
Ch: nah depois eu acostumei! heh
so me atrapalha pra pegar as bebidas mas é tranquilo
L: quer ajuda aí?
Ch: claramente! heh vem ver minhas bebidas premiadas aqui
L: hmmmmm
*vai pra cozinha
H: cara... mas- você não acha que vai superar isso?
Ar: meh talvez
H: escuta aqui talvez a gente consiga achar algo para conversar com ela! tenho certeza de que ela tá feliz com você aqui
e ela ficaria ainda mais feliz se você fosse descobrir e prender o shibaru
Ar: ... você tem razão cara.
eu irei socar a cara desse shibaru
H: tu vem com a gente ?
Ar: não sei...
eu vou pro festival da música, então ajudo vocês lá na investigação
H: ai sim, eu curti
Ne: *abre a porta gente?
**no anoitecer
Ne, H, L, P e Ar: *olhando pra um túmulozinho escrito "Winry"
Ar: ...
H: *da dois tapinhas nas costas do Arthur
Ar: eu vou arrumar as coisas por aqui e logo sigo missão ok?
Ne: acha que consegue cuidar das coisas lá por mim?
Ar: claro, mestre.
Ne: hehe vai lá fica bem tá?
Ar: pode deixar
H, P e L: *com mochilas prontos pra partir
Ne: tão prontos
L: nunca nasci mais pronto
H: pera você nasceu quantas vezes?
P: tambem, quase morreu ali na pirâmide
L: aaaah qualé
Ne: ele não quase morreu gente
**começam a andar
H: como assim
Ne: quando a pessoa está hipnotizada, 80% do dano causado a ela vai pra versão dark dela
então o dano que o lusk tomou era reduzido
por isso que o bicho morreu antes dele
entenderam?
L: entao por isso tu deu um tempão ao invés de me ajudar?
Ne: sim eu sabia q você não ia morrer
H: oloco vc
**chegam numa estaçãozinha de trem
H: "MayGabi"
que isso
Ne: é pra onde a gente vai
*senta no banquinho
L: Esperemos.
Ne: olha só, tomem cuidado tem altos níveis de pessoas aqui que esquecem as coisas no trem
H: ué pq as pessoas esqueceriam as coisas aqui?
Ne: não sei mas tomem cuidado, não esqueçam nada
L: pode deixar
H: *ve o anoitecer
vocês também sentem algo familiar quando olham pras estrelas?
Ne: *olha pro henry
hm?
H: eu não sei eu sempre senti algo quando olhava pras estrelas
é bem... familiar
Ne: *dá um sorriso e olha pra ele
talvez sua infância tenha sido algo tão curioso quanto a vastidão do universo
amnésia infantil é algo comum da gente ter
e resquícios de memória causam...
sentimentos e tal
P: *olha pra Nevaska e olha pra baixo
H: ta tudo bem?
P: nah so lembrei da minha família, nada demais
H: ... quer conversar sobre
P: hmmmmm talvez mais tarde...
L: o trem tá vindo
**trem chegando e freiando la de longe
Ne: ... vamos?
*olha pra todos com um sorriso
H: ... vamos
**trem para
*Lusk entra primeiro
*Nevaska em segundo
*Ponce em terceiro
*Henry por último
Ne: hmmm é por ali
(o trem tem cabinezinhas tipo o trem de Hogwarts)
Ne: vamos dormir separados né?
L: claramente eu não iria querer dormir aqui com nenhum de vocês.
H: *senta na cabine e mexe nos bolsos
hmmm..
*puxa um dos papeizinhos daquelas páginas do diário de raposas
...
*olha fixamente pra página
L: *bate na parede que dá na cabine do Henry
aí, da pra ver a cachoeira q você caiu daqui
H: *olha e vê, atravessando um lago, em contraste com as nuvens escuras e estrelas, a cachoeira lá longe, e uma pequena silhueta de uma casinha, onde só se vê a luz da janela
H: ... eu prometo voltar... é sério
isso é só-
*olha pro lago e vê o reflexo do rostinho da ponce, do lusk e da nevaska nas janelas
...
por um bem maior
*pega a página e guarda no bolso
*deita na mesa e dorme
...
*tempo depois
**acorda com um barulho muito alto
H: ????
*levanta
*olha pra fora e vê o trem parado e um pouco de neblina
alô? gente o trem parou
...
*sem resposta, abre a porta
*olha aos arredores e não vê nada
*abre a cabine da ponce e da nevaska
*vê as 2 dormindo, a Nevaska babando de tanto dormir
vish ninguém acordou
*fecha a porta e vai até o maquinista
*abre a porta do maquinista e vê ele dormindo
ué...
*ouve um barulho lá atrás e olha
??(pessoa com capuz marrom escuro): *sai correndo da cabine da nevaska com uma mochila
H: EI *corre atrás da pessoa
*tenta alcançar a pessoa
??²(um cara com orelhas cinzas e olhos azuis escuro): *aparece na frente do Henry derrubando ele
H: que?? quem são vocês?
*levanta
??²: ah... só... ladrões de trem
H: essa mochila não é de voces, vocês sabem disso né?
??²: agora é, então vê se não enche o saco
H: *abre a porta da cabine do lusk
Lusk, lusk, lusk LUSKKK
??²: ele não vai acordar, a minha amiga aqui botou todo mundo pra dormir
*aponta pra ??¹
inclusive... eu ainda não sei por que você tá acordado
H: eu sou imune a ilusões
*puxa a espada
??²: filosófico
mas não é imune a mim
H: *cai no chão do nada
??²: *faz uma força de gravidade em cima dele empurrando ele pra baixo
você não consegue nem se levantar depois disso?
H: assim não né fi
*olha pra ??¹
*troca de lugar com ela
??²: °°
H: *tenta segurar o ??²
*aponta a espada pra ele
devolve o que tu roubou.
??²: *segura a mão do henry e lança uma rajada de choque nele
H: *leva o choque e perde a chance de atacar
??²: *empurra ele na parede e segura pelo pescoço
... hm gostei de você
*da um socão na cara dele
H: *apaga
**no dia seguinte
H: *acorda
hmmm.... *vê a mesa, tudo onde ele tava antes
foi só um sonho?
*olha pro lado e vê a mochila da Nevaska
....?
que
Ne: *abre a porta
finalmente tu acordou hein-
EI
Q Q A MINHA MOCHILA TA FAZENDO AQUI
EU TAVA DESESPERADA PROCURANDO ELA SEU SAFADO E VOCE PEGOU
H: eu não peguei nada aqui
Ne: o que você queria na minha mochila?
H: de noite, uns caras vieram aqui e roubaram umas coisas
Ne: conta outra, eu teria acordado
H: hmph...
L: VAMO ACORDAAAAA
NINGUEM GANHA DINHEURO NA CAMA JA QUE ESTAMOS EM TEMPOS MEDIEVAAAIS
P: bom dia
Ne: o trem já vai parar
**trem para
**todos descem e olham nos arredores, uma vila muito linda, cheia de estátuas, uma torre do relógio enorme, uma esfinge, e muitas casas extremamente bonitas (não é na areia)
H: onde estamos?
Ne: na vila da MayGabi
**entram na vila
H: ninguém desceu com a gente?
Ne: não são muitos dias que as pessoas vem aqui
experiência própria
H: mas aqui é tão lindo...
??³: oi?
*aparece na frente deles
bom dia sr (uma menina com duas mechas amarelas, e uma roupa vermelha)
??⁴: fala aí (um cara com moletom preto, e um cabelo preto, e olhos azuis[tô me orientando pela skin])
Li: meu nome é Lily sejam bem vindos a vila
Hb: e o meu nome é hbiujkbn
Li: marrapais já manda o nome inteiro?
L: MANO que maneiro
H: WOOOW
P: *olha pra Lily
hmmmmm...
No próximo episódio de Najiyu:
Najiyu Ep 8 A rainha dos gatinhos
🐈
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2020.09.10 15:58 henrylore Najiyu Ep 5 - Escrituras de uma antiga pirâmide de espelhos...

NAJIYU EP 5 Escrituras de uma antiga pirâmide de espelhos...
Ne: *para o cavalo perto de uma das árvores
{cenário: é um bosque bem bonito com árvores de acácia, apesar de ser um deserto é tão hidratado que nem parece ser um}
H: isso aqui é mesmo um deserto?
Ne: sim, expedições trouxeram um pessoal que controlava água pra cá pra eles hidratarem o lugar
isso aqui é quase que um oasis gigante
L: Hmmmm... me parece legal
H: é maneiro
L e H: *avistam de longe uma enorme estrutura de arenito, em formato triangular, uma pirâmide no horizonte
L: aquilo lá é...
H: uma puta duma pirâmide.
L: meu deus...
L e H: *abaixam um pouco o olhar e observam a vila
{vila: é bem simples n tem mt oq falar, tem várias pessoas vestindo verde, tem vários barris empilhados do lado das casas que são bem simples e bem arejadas, cheias de janelas}
Ne: aqui é a vila de samag
talvez vocês não conheçam, é por que ela é bem pouco conhecida mesmo
L: nao conheço mesmo não
Ne: eles gostam assim, eles dizem que são menos nocivos a tudo e por isso talvez seriam o foco do reino ou sei lá
coisa de gente humilde, eu nunca entendi
H: meh faz sentido
Vi¹: EI! (uma voz um pouco anasalada)
BOM DIA! Vocês são os caras que investigam né?
Ne: *com a mão em cima da cara tapando o sol q tá bem forte
a gente é mesmo
Vi¹: ah que bom que vocês vieram investigar.... eu não entendi nada, o farao nunca mais saiu e ficou aquele grandalhão lá bloqueando a passagem
H: grandalhao?
Ne: o golem de areia?
Vi¹: exatamente, ele não deixa mais ninguém entrar sei lá oq houve, tá tudo zoado naquela pirâmide
eu que não vou ver.
Ne: hmph, folgado
venham meninos
**eles passam por toda essa vila, que é bem amigável e feliz, por mais que estejam no meio do nada
**eles passam após serem abordados por 3 mil vendedores de biscoito e água com gás
Ne: finalmente chegamos
*para na frente de uma enorme parede em uma abertura que era pra ser a porta da pirâmide
*tira mochila e coloca no chão
eu acho que ainda tenho o código
hmm.... vamos ver....
*puxa um caderno preto e quando ela abre da pra ver uns desenhos de flocos, de lanças e outras armas, e também da menina da foto e o que parecem ser os companheiros dela
*no meio disso tudo ela acha escrito #34718 escrito
aqui
*levanta
*estica o braço e faz a lança dnv
*começa a cortar quadradinhos no chão
H: isso me lembra muito chocolate e me deixou com fome
Ne: *corta 10 quadradinhos e depois vai pisando neles em ordem
3, 4, 7, 1 e 8
**abre um buraquinho no canto
L: ah legal vamos ter que nos esgueirar pra entrar aí
Ne: faz um tempo q eu não faço isso
*fecha os olhos
L e H: *percebem a Nevaska diminuindo de tamanho e ficando pequetitica
H: meu deus ela vai virar um anão
Ne: *vira uma literal raposa
*entra no buraco
L: o que cáceres foi isso
H: nao me pergunta
**parede cai
H: woooow
Ne: *volta a ser oq era antes
caminho aberto, não?
L: caraaaaca aí você manda das paradas hein?
Ne: isso não é nada
L: aí mané, você tem essa habilidade?
H: Não.
**entram em um lugar bem escuro, mas é um corredor com poucas luzes no fundo
Ne: aqui a gente provavelmente vai encontrar
**ouvem passos muito fortes que tremem o chão
Ne: ele.
H: ele?
L: ah ferrou, ele não
H: quem é ele???
L: EU SEI LA DEVE SER O ELVIS PRESLEY
**surge um golem de 4 metros de altura feito de areia você consegue perceber ele "pingando" areia pra todo lugar que ele anda
Ne: ...
oi?
Golem: OOOOOOOOOO
H: maluco virou um berrante
L: EITA.
Go: *da um socão neles
Ne: *levanta parede de gelo e defende
Go: *quebra a parede de gelo
OOOO
Ne: *aproveita a surpresa pra cortar ele no meio com a lança
TOMA ESSA BANHEIRO DE GATO
Go: UUUUUUUU *desintegra em areia
H: era isso?
Ne: não abaixem a guarda, quando a pirâmide ver que a gnt tá passando deles muito fácil, ela vai summonar uma porrada
L: HÃ?
**spawna um golem atrás do Lusk
Go: *junta as duas mãos e bate no Lusk de cima
Ne: LUUUUUUSK
H: meu deus ele foi enterrado
L: *aparece segurando a mão do bicho
mão... pesada... do... cacete....
Ne: ah é, ele é maromba
H: *puxa a espada e corta a mão do Golem q o lusk tava segurando
WOAH isso foi legal.
Go: *mao desintegra e cai em cima do lusk em formato de areia
L: QUAL FOI MANÉ AGORA EU VOU CHEIRAR A CACTOS
Go: *tenta dar um soco com a outra mão no Henry
Ne: *enfia a lança entre os dedos do Golem
..oi
*começa a girar e corta ela de dentro pra fora
Go: UUUUUUUUUU
H: mas que barulho irritante esse bicho faz
Ne: agora ele não tem mais mãos.
sem diversão pra ele.
L: ...
H: ....
**spawna um golem atras do Henry e levanta e segura ele
H: OH NOUS
Ne: CAFAJESTE
*corre na direção do Golem²
L: EI ME AJUDA AQUI
Go: *se joga no Lusk e prende ele
L: AAAAAAAAAAAAAAAAA
Ne: *corta mão que tava segurando o Henry do golem²
H: *cai no chão
Go²: OOOOOOO *vai socar o Henry
H: *puxa a espada e CORTA PERFEITAMENTE
*corta a cabeça e o braço com um corte só
Go²: UUOOOOOOO *desintegra
Ne: boa 👍
L: AAAAAAAA
Ne: *olha pro golem e ve o lusk sendo sufocado pelo bicho
AI MEU DEUS
*faz um mini tornado na mão
*joga no bicho
TORNADO NEVASCA
*tornado entra no bicho e explode ele
L: AAA
Ne: que foi tá tudo bem? você se machucou muito?
L: ENTROU AREIA NO MEU OLHO SEUS CAPACETES AAAAA
Ne: a caraca
H: eu achando que era algo sério
Ne: *faz uma pedrinha de gelo na mão, aperta ela e derrete ela com o calor humano
*passa no olho do lusk
tá melhor agora?
L: valeu
**sentem um vento muito forte
*ouvem de longe: UUUUUUUUUUUUUU
H: agora tá vindo o trem da alegria
**aparece um GOLEM GIGANTESCO ENORME
HGo: OOOOOOOOOOOOOOOOOO
Ne: agora eu vou precisar de vocês mais do que nunca
L: pode apostar
H: eu to aqui
Ne: *tem uns flashback meio estranho
todo mundo morreu naquela época mas eu espero fazer diferente agora...
HGo: *dá um ultra socão com a mão dele que é do tamanho de uma árvore
Ne: *aperta o olhar e enfia com TUDO a lança no meio dos dedos do golem
DAQUI VOCE NAO PASSA VIDRO FRIO
L: EEEEEEITA CAÇAMBA
H: AHAUSHSHSNSJENE
hGo: *desintegra um pouco da mão mas nada muito grande
OOOOOOOOO
H: *puxa a espada e pula em cima da mão do golem
CHEGA AI MANEZAO
*enfia a espada e corta um pouco do braço
hGo(é pq hiper golem): *joga o Henry pra fora
H: *cai mas é segurado pela Nevaska pra não se estabacar no chão
hGo: *da outro socão no Lusk
L: *segura sendo arrastado
GRRRR AÍ SEU AEROFÓLIO
SEGURA ESSA
*soca várias vezes o punho do Golem
hGo: *começa a soltar areia pelo braço inteiro
H: *sai correndo e corta 4 dedos do golem
hGo: UUUUUUUUUU
*vem com a outra mão dar um socão neles
Ne: *vai pra frente e faz uma algema de gelo prendendo o golem
hGo: *tenta chegar com os dedos pra perto da nevaska
H: *corta 3 dedos e deixa só o mindinho e o polegar
acho que esses aí pode ficar
Ne: LUSK AGORA
L: *puxa o arco horizontal
*aponta na cara do Golem
*faz uma corrente de ar em volta da flecha e atira
*flecha entra dentro do olho do golem e explode a cabeça dele
**cai areia pra todo lado
H: AEEEEE
Ne: isso foi incrível.
L: QUE MANEIRO EU NUNCA PENSEI EM SOCAR UM CARA GIGSNTE!
Ne: aí... vocês dois....
eu acho que depois dessa cooperação de agora
a gente já é considerado um grupo ne?
H: sim
L: Exatamente.
Ne: então observem, tem uma coisa que nós, da resistência fazemos
ou fazíamos, no meu caso
*coloca a mão no meio
agora vocês colocam a mão de vocês em cima
H: *coloca a mão em cima
L: *coloca a mão em cima da do Henry
Ne: pela ordem.
H: pela ordem.
L: pela ordem.
**levantam as mãos
Ne: vocês aprendem rápido
??: quem são vocês?
e o que estão fazendo aqui?
Ne: *olha pro lado e vê
*uma pessoa de olhos pretos, marcas roxas no rosto, e uma expressão não muito legal
Ne: ah eai, também veio ver o que tá rolando na pirâmide?
??: *estende a mão e lança uma rajada de energia em cima deles
Ne: *se segura
o que é isso
H e L: *saem voando um pouco
OOOOOOAAAAH
H: caraca quem invocou Katrina?
Ne: QUEM É VOCÊ
??: *vai pra cima da nevaska e da um SOCÃO na cara dela que joga ela pra trás
Ne: *cai no chão
ai essa pessoa é diferente das outras
{a quantidade de poder obscuro que essa pessoa emana é tanta que é difícil ver a aparência dela}
L: *consegue levantar
eita...
*olha pro lado
HÃ?
H: *olhando pra pessoa meio assustado
AAAAAA
*coloca a mão do lado direito da testa, onde tem aquela espiral (q eu mencionei no 1 ep)
Ghhhhh
L: HENRY O QUE FOI MANE
Ne: Henry?
H: *sangrando um pouquinho pela boca
Ne: o que cacetes tá acontecendo, QUEM É VOCÊ
??: ÷ ¢¶÷
Ne: ?????? QUE
L: isso só pode ser um pesadelo
H: *sente uma dor indescritível na espiral que parece algo saindo
*sente algo puxando ele...
*abre os olhos e ele nao tá mais na pirâmide...
{henry se vê no quintal da casa do doke}
H: ...
*entra na casa e procura o livro das raposas
*olha no vidro do relógio de pêndulo do Doke
...
*vê ele mesmo com marcas vermelhas escuro descendo da espiral e o olho direito da cor vermelha
...
Do: *entra em casa
°[•π?
H: o que cáceres tu tá falando
Do: *olha pro Henry
H: *ve o doke com um cordão estranho
*arranca o cordão dele
....
*sente ser teleportado
*volta pro mundo normal
OOOOO
*ve uma ventania gigante vindo na direção dele
o que tá acontecendo
L: *na frente dele
TU APAGOU TA ACHANDO QUE TA NA HORA DE DORMIR???
H: ... *se olha no reflexo da espada e vê as marcas vermelhas voltando pra dentro da espiral
tá.
NEVA
Ne: OOOOOI
H: *ve o cordão naquela pessoa
O CORDÃO
Ne: *percebe
*faz uma parede de gelo pra parar a ventania de empurrar ela mesma
??: *vai pra cima da nevaska e da um socão na parede de gelo quebrando ela inteira
Ne: *vai pra cima da pessoa com a lança
??: *defende a lança e joga a lança pro lado
Ne e ??: *caem no soco e golpes
??: *consegue ganhar e chuta Nevaska pra longe
L: merda
*levanta e sai correndo pra socar a pessoa
L e ??: *caem na porrada também mas
Ne: *entra junto contra a pessoa mas os dois perdem
H: *joga a espada atrás da pessoa e troca de lugar com a espada
*segura a pessoa por trás
VAI LOGO CACETE ARRANCA O CORDÃO
??: *tentando se soltar a todo custo
££££££££
Ne: *arranca cordão
H e ??: *caem no chão
**todo o poder obscuro dela sai do lugar e eles sentem um alívio gigantesco
...
Ne: Uuuufa
que alívio
L: *senta no chão
AAAA agora eu sinto que poderia cagar caso isso fosse uma privada.
H: *levanta e coloca a pessoa do lado
tá tudo bem?
*vê as marcas roxas e pretas indo pro cordão
Ne: olha essa merda
*coloca no chão e enfia a lança no meio do pingente do cordão
tem algo aí
??: *acorda
a oi bom dia meu deus o que rolou?
H: você foi consumido por alguma coisa
??: old
*levanta
{agora sim da pra ver quem é. uma pessoa de orelhas altas e amarelas, um cabelo metade preto metade laranja, um nariz bem fofinho e roupas comuns)
Ne: um feneco?
??: sim, essa sou eu
*pega um óculos redondo do bolso e bota
agora sim eu enxergo, oi! bom dia
L: qual o seu nome, lady
P: meu nome é ponce, mas você pode me chamar também de toggi
H: aí ó
Ne: pô, legal oq um feneco faz nas pirâmides?
P: eu vim investigar o que tá rolando aqui e apaguei
H: oh nous
Ne: então você também é da ordem?
P: entrei ante ontem mas não tenho um grupo ainda...
Ne: ...
H: ...
L: ...
H: ........hmmmm
Nevaska?
Ne: .......
P: o q foi?
L: ...
*cutuca a Nevaska
fala alguma coisa cárceres
Ne: ... beh vc quer entrar pro nosso grupo da ordem?
P: vocês também são da ordem né? que estranho
H: pq estranho?
P: meh, nada
eu aceito, se eu não for encher o saco
Ne: tá
P: ai
L: mas que legal
H: alias oq rolou com a pirâmide
P: *aponta pro fundo da pirâmide
a porta que dá pro faraó e as múmias tá bloqueada por uns tentáculos roxos
H: ...
L: teremos que ir lá
P: primeiro, qual o nome de vocês
Ne: Nevaska
P: você, moço da voz bonita
L: EU? eu sei que minha voz é elegante e gostosa, mas não precisa fala-
H: meu nome é Henry
L: *olha e vê que a ponce tá apontando pro Henry
ah
P: e tu?
L: eu sou o Lusk. um cara que-
**sentem outra onda de energia obscura vindo do fundo da pirâmide
Ne: *olha lá no fundo e vê algo vindo na direção deles
**passa um cara voando e bate na parede
??: aii...
**e todo mundo reconhece na hora. é o faraó
Ne: FARAÓ?????
Fa: ai... {uma voz grossa} tem algo de errado aqui.
*cai no chão apagado
Ne: puts
L: o cara morreu.
P: ...gente
Ne: oq?
H: o que fo-
**olham lá pro fundo e veem uma silhueta, que os únicos resquícios de luz do fundo mostravam, um ser branco, enrolado, com alguma coisa, e os seus olhos aparentes, andando, cambaleando, e mostrando dominancia.
**exatamente, todos reconhecem, de uma vez só. uma das múmias da pirâmide, a mais antiga, a protagonista de todas as lendas preescritas naa paredes. ela voltou a vida, e com muito ódio, uma energia obscura emana dela, seus olhos vermelhos agora emanam força e poder.
*todos se vêem de frente a algo muito maior que pode estar acontecendo em Naji *a múmia olha pra eles, diretamente, levanta a mão direita, aponta pra eles, e diversas faíscas levantam do chão, iluminando toda a escuridão do lugar, mostrando que agora a batalha é em outro patamar
Ne: gente... se preparem
**o primeiro passo...?
só no próximo episódio :D
NO PRÓXIMO EPISODIO DE NAJIYU
Ep 6 - A grande lenda ressurge, um perigo muito maior pra todos nós!
°
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2020.08.17 23:47 bs_sena Ei Gabriel Monteiro

Ei Gabriel Monteiro, queria saber se você esta solteiro, perguntei primeiro e vi que tu mexeu o cabelo se eu tiver falando merda por favor segue o roteiro parceiro então para de graça, sai logo da internet e da um tapa na minha cara quero violência sou uma puta mal criada eu amo um homem de farda e tu ama um homem de barba maneiro quero ser algemada tu com a glock na minha cara me apontando a espingarda eu calado no meu canto com a boca amordaçada você me interrogando com tua pistola gelada Rio de Janeiro aqui não tem otário Não gosto de mulher sou carta fora do baralho Eu e tu no sapatinho abraçado dentro do armário Mas vamos rapidinho que já deu o meu horário Eu sei tu votou no Bolsonaro Mas minha xota votou nulo vai pra casa do caralho Você é dissimulado e eu vou te dar trabalho, com minha calcinha do Lula só pra te deixar bolado Pensei só por um instante, to andando até com droga só pra tu me dar um flagrante Revistando minhas roupa com a boca que nem louca E o vinicin eu quero ser a sua amante Eu avisei te amo e não é meme fiquei puto quando tu chegou ser expulso da PM Só de falar nessa porra meu cuzinho chega treme minha casa e minhas roupa tao com cheiro do seu creme Meu deus tu gosta de ditadura, para de gracinha e vem da uma tapa na minha bunda Eu não ligo pra essa porra, hoje eu sou sua Faz que nem a naja e vem me da uma "picadura" Gabriel Monteiro sou teu por inteiro não quero teu dinheiro só quero sentir teu cheiro Ser tu é companheiro, sei que tu é cavalheiro Nós dois vai ser maneiro um PM e um maconheiro Me da uma chance peço por favor deixa eu te levar pra ver o Cristo Redentor você na internet melhora o meu humor tua cara de safado que me cativou você é meu Di caprio tipo Titanic, vou te levar na boa vista pra fazer um piquenique se eu olhar pra outros cara por favor não da chilique vou quica na tua pica e vou bate o relógio chique Te amo não sei como tu aguenta, você é minha princesa de um metro e sessenta em quatro paredes é você que me arrebenta então para de caô mostra tua ferramenta.
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2020.08.07 04:24 YatoToshiro Fate/Gensokyo #49 Saber of Red (Fate/Grand Order) Parte 2


https://preview.redd.it/cgjgskwklhf51.png?width=5000&format=png&auto=webp&s=e412088494be7f98ae0232ab947550b3f8077b2d
Londres: O Mundo da Morte na Cidade do Nevoeiro Demoníaco
Materializando-se do nevoeiro demoníaco, Mordred logo se encontrou e fez uma parceria com Henry Jekyll para salvar Londres, com ela fazendo o trabalho de campo. Antes da chegada de Caldéia, o casal descobriu que o Museu Britânico, que serve como entrada da Torre do Relógio, foi destruído pelos criadores do nevoeiro, o Projeto Demonic Fog, para remover qualquer oposição.
Mais tarde, ela confronta Ritsuka Fujimaru e Mash Kyrielight ao ver que podem respirar no nevoeiro, perguntando se são amigos ou inimigos. Eles não respondem, mas ela os acha inofensivos. Ela adverte a seguir em frente se eles valorizam suas vidas antes de partir. Ela fica de olho no par e as testemunha destruir um Helter Skelter. Ela interpõe durante a análise de Romani Archaman dos golens mecânicos para informá-lo de seu nome. Ela conclui que Ritsuka e Mash não são inimigos e concorda em contar a eles sobre Londres.
Ela os leva ao apartamento de Jekyll, onde ele a repreende por se apresentar com seu nome verdadeiro. Ela o ignora, já que eles não estão em uma guerra normal do Santo Graal. Eles então explicam a Ritsuka e Mash como se tornaram parceiros quando o Nevoeiro Demoníaco desceu sobre Londres. Depois que Jekyll explica as circunstâncias de Londres, ele envia Ritsuka, Mash e Mordred para proteger um de seus colaboradores, Victor Frankenstein.
Saindo do apartamento, Mordred fica desanimado e deixa quando acaba de voltar. Enquanto leva Ritsuka e Mash à mansão de Victor, ela explica como Jekyll tem colaboradores por toda a cidade e conversa diariamente com eles via rádio. Mash logo pergunta a ela sobre suas motivações para lutar por Londres. Mordred responde que ela está aqui para enfrentar os perigos do amado Londinium de seu pai., Como ela disse antes. Ela então confessa que é porque ela não violou o britânico quando Mash suspeita que havia outro motivo. O grupo finalmente chega à mansão do Victor. Mordred explica que Victor é um mago genuíno, ao contrário de Jekyll, então sua guarnição é protegida por barreiras e armadilhas capazes de prejudicar Servos. Ela se lembra de ter tido uma experiência ruim quando checou a mansão pela primeira vez. Mefistófeles então sai das mansões, e Mordred suspeita corretamente que ele matou Victor. Depois de matá-lo, o grupo vasculha a mansão e encontra uma nota em sua biblioteca detalhando uma trama chamada Project Demonic Fog. Os líderes do projeto são "P", "B" e "M", que Victor suspeitava serem Espíritos Heroicos. Mordred então mostra Ritsuka e Mash Frankenstein, que ela encontrou anteriormente. Como os outros, ela não pode dizer se Frankenstein é um Servo ou não, suspeitando que o Nevoeiro Demoníaco esteja interferindo. Ela então explica que é um humano artificial construído pelo avô de Victor, de acordo com a nota em seu caixão. Frankenstein revela que ela ainda está viva. O grupo então a leva para o apartamento de Jekyll.
De volta ao apartamento, Mordred exige que Jekyll se desculpe com Frankenstein por incomodá-la por tocá-la durante sua inspeção. Ela concorda com Mash que Frankenstein aceita as desculpas de Jekyll se ele entendeu o desconforto dela. Ela então ameaça matá-lo quando ele se pergunta se ela e Mash podem entender Frankenstein porque são do mesmo sexo. Jekyll então envia o acordo do grupo com um Tomo Mágico que está entrando em prédios e atacando civis.
Deixando Frankenstein para trás, Mordred lembra-se de lutar contra Espécies Fantasmas, pois os Cavaleiros da Távola Redonda eram uma das expectativas que podem matar fantasmas. Ela também lembra os pictos, comparando-os com alienígenas em contraste com os outros bárbaros. Ela então luta com Mash para endurecer sua determinação. Jekyll finalmente entra em contato com o grupo para informar que o Tomo Mágico está colocando suas vítimas em um sono sem fim. Mordred se pergunta se é feito por magia ou droga, embora nenhum deles deva ser afetado graças a Ritsuka sendo protegida pela Habilidade de Resistência a Venenos (Temporária), e Mordred sendo principalmente protegido por sua Resistência Mágica. Jekyll então os direciona para uma livraria de antiguidades no Soho, onde um de seus informantes deveria estar. Lá eles encontram Hans Christian Andersen, e ele informa que o Tomo está no escritório ao lado. Decidindo que é muito perigoso lutar dentro de casa, o grupo o atrai para fora. Seus ataques são inúteis quando Andersen revela que é um Servo Vadio colocando as pessoas em um sonho em busca de um Mestre cuja psique possa tomar forma. Ele o chama de Nursery Rhyme, transformando-o em uma garota chamada Alice. Depois de derrotá-la, o grupo retorna ao apartamento de Jekyll, agora acompanhado por Andersen.
Jekyll diz ao grupo que a Scotland Yard está sob ataque de Jack, o Estripador. Mordred lembra como eles lutaram várias vezes, mas ela não se lembra de sua aparência ou habilidades. Antes de sair com Ritsuka e Mash, ela pergunta a Andersen se ele facilita Jack a derrotar, como fez com Nursery Rhyme. Andersen responde que Nursery Rhyme foi uma exceção, então Mordred sai irritado com ele. O grupo finalmente chega à Scotland Yard para encontrar Jack que já massacrou a estação sob ordens de "P" para que ele pudesse recuperar um item mágico. Eles matam Jack, mas "P" se teletransporta de volta para seus compatriotas.
De volta ao apartamento, o grupo aprende com Andersen que os Servos estão se materializando com o nevoeiro. Como Servo não pode ser convocado com a influência do Graal, ele suspeita que o nevoeiro tenha sido criado pelo Graal. Mordred então patrulha, então Ritsuka e Mash se juntam a ela. Ela lembra que ainda não encontrou grupos de Helter Skelter, que é o único inimigo que ela gosta de lutar. Ela também espera que eles encontrem oponentes dignos hoje à noite. O grupo logo conhece William Shakespeare, que recentemente se materializou da neblina. Mordred contempla por que alguns servos do nevoeiro são hostis quando "P" chega. Ele admite que seu grupo tem procurado os Servos que se materializaram da neblina e os manipularam para expandir a neblina. Ele revela que seu nome verdadeiro é Paracelsus von Hohenheim e luta contra o grupo. Depois de matar Paracelso, o grupo retorna ao apartamento de Jekyll, acompanhado por Shakespeare.
Na manhã seguinte, Ritsuka, Mash e Mordred estão em patrulha. Eles finalmente retornam ao apartamento para descansar um pouco. Eles relatam a Jekyll sobre a produção em massa de Helter Skelters. Ele suspeita que o Projeto Demonic Fog está aumentando seus esforços para conseguir mais Servos do nevoeiro após a morte de Paracelso. Mordred diz a Ritsuka e Mash para conversar com Andersen e Shakespeare até que sua curiosidade seja satisfeita. Ela então diz que eles precisam desativar os Helter Skelters. Andersen então pede que eles recuperem dados da Torre do Relógio para provar sua teoria sobre a Guerra do Santo Graal. No entanto, Mordred e Jekyll revelam sua entrada, o Museu Britânico, foi destruído antes da chegada da Caldéia. No entanto, o chefe do grupo juntou-se a Andersen, Shakespear e Jekyll para surpresa de Mordred.
Chegando ao Museu, o grupo vasculha seus escombros para encontrar a entrada subterrânea da Torre do Relógio. Eles o encontram e vão para baixo para encontrar os magos mortos. Eles logo se deparam com uma porta da biblioteca protegida, então Andersen e Jekyll investigam dentro enquanto os outros guardam a porta. Os feitiços nos livros impedem que eles saiam com eles, então os outros devem defendê-los até Andersen obter as informações que ele procura. Jekyll se transforma em Hyde para ajudá-los a lutar. Andersen finalmente encontra os dados que procurava, então o grupo retorna ao apartamento.
De volta ao apartamento, Andersen revela que o Ritual de Convocação de Servos foi adaptado de um que convoca sete dos espíritos heroicos mais fortes para combater um inimigo poderoso. Ele suspeita que alguém tenha previsto a vinda do grupo e colocou as informações sobre o ritual para encontrar. Mordred acha que nada disso ajudará contra a produção em massa dos Helter Skelters. De repente, o apartamento é atacado por um grupo de Helter Skelters. Depois de expulsá-los, Romani informa ao grupo que os robôs foram criados a partir de um nobre fantasma. Ele também revela que eles são controlados remotamente pelo Servo que os chamou, o que significa que desaparecerão se o Servo for morto. Enquanto o grupo pondera a localização da Serva, Frankenstein revela que ela sabe onde elas estão.
Enquanto Frankenstein lidera o grupo, Mordred pergunta a Ritsuka se Romani (chamando-o de Dr. Maron) pode fazer um cristal que enxerga longe, dizendo que seria fácil para Merlin. Ela está bastante satisfeita que Ritsuka não saiba sobre Merlin, acreditando que a perda da fama é o que ele merece. Ela sabe que ele está preso em sua torre em Avalon e lembra que ele era um bastardo voador. Ela então diz a Ritsuka para conversar com Mash, percebendo que ela parece deprimida. Mash confessa que é porque ela ainda não pode usar seu verdadeiro Noble Phantasm, mas Mordred diz que ela é diferente daquele bastardo do escudo. Ela diz que é mais forte que ele, só que fica aquém no que diz respeito ao Noble Phantasm. Ela diz que Ritsuka é o parceiro perfeito para Mash e diz que eles precisam se tornar um mestre de primeira classe para ser um servo de pleno direito. [23] O grupo finalmente chega às Casas do Parlamento, onde são atacados por um grupo de Helter Skelters comandado por um grande grupo. Mordred protege Frankenstein enquanto Ritsuka e Mash lutam com os Helter Skelters. Com a destruição do grande, os outros Helter Skelters de repente se enfrentam. Mash então tira fotos do grande Helter Skelter, a pedido de Romani. Ela percebe o nome do fabricante, ausente dos outros, que diz "Charles Babbage, 1888 dC".
Na manhã seguinte, Jekyll diz ao grupo que Charles Babbage está vivo, apesar dos registros históricos da Caldéia dizendo que ele deveria estar morto agora. Romani atribui isso às distorções criadas pela Singularidade, resultando na mudança de eventos. Assim, os mortos ainda vivem e não existem como Espíritos Heroicos, como Jekyll e Frankenstein. Jekyll revela que os Helter Skelters que foram completamente desligados foram todos reativados. O grupo sai para derrotar aquele que controla os Helter Skelters.
Eles seguem a liderança de Frankenstein novamente, mas Mordred logo suspeita que os esteja enganando dessa vez. Frankenstein admite que não acredita que Babbage esteja construindo os Helter Skelters para machucar os outros. Mordred a convence a levá-los até ele, dizendo que suas ações agora contradizem a crença dela em sua boa natureza. Ela os leva a Babbage, que revela que ele é "B" do Projeto Nevoeiro Demoníaco e um Servo que emergiu do nevoeiro. Mordred diz a ele para ouvir o que Frankenstein tem a dizer. Babbage se prepara para se render quando fica furioso com o grupo devido a "M" usando o Graal. Mordred diz a Frankenstein que suas palavras são inúteis, dizendo que às vezes as conversas terminam em brigas. Depois que ele é derrotado, Babbage diz ao grupo para ir para o subsolo, onde eles encontrarão a fonte do Nevoeiro Demoníaco: seu Mecanismo a Vapor Maciço, alimentado pelo Santo Graal, Angrboda. Depois que Babbage desaparece, o grupo retorna Frankenstein ao apartamento de Jekyll antes de seguir para o subsolo.
Eles seguem a liderança de Frankenstein novamente, mas Mordred logo suspeita que os esteja enganando dessa vez. Frankenstein admite que não acredita que Babbage esteja construindo os Helter Skelters para machucar os outros. Mordred a convence a levá-los até ele, dizendo que suas ações agora contradizem a crença dela em sua boa natureza. Ela os leva a Babbage, que revela que ele é "B" do Projeto Nevoeiro Demoníaco e um Servo que emergiu do nevoeiro. Mordred diz a ele para ouvir o que Frankenstein tem a dizer. Babbage se prepara para se render quando fica furioso com o grupo devido a "M" usando o Graal. Mordred diz a Frankenstein que suas palavras são inúteis, dizendo que às vezes as conversas terminam em brigas. Depois que ele é derrotado, Babbage diz ao grupo para ir para o subsolo, onde eles encontrarão a fonte do Nevoeiro Demoníaco: seu Mecanismo a Vapor Maciço, alimentado pelo Santo Graal, Angrboda. Depois que Babbage desaparece, o grupo retorna Frankenstein ao apartamento de Jekyll antes de seguir para o subsolo.
Viajando no subsolo, o grupo finalmente chega à câmara de Angrboda. Lá eles encontram Makiri Zolgen, o primeiro líder do Projeto Demonic Fog. Makiri revela que o Nevoeiro Demoníaco foi criado para destruir toda a Inglaterra, como comandado por seu rei. Ele continua um Espírito Heroico capaz de ativar completamente o Nevoeiro Demoníaco em breve se materializará do Nevoeiro. Ele então se encarna em Barbatos e ataca o grupo. Depois que Barbatos é derrotado, Makiri tenta convocar um Servo, mas Mordred o mata antes que ele possa terminar o encantamento. No entanto, servindo como o círculo de convocação e o encantamento restante, a Névoa Demoníaca completa o ritual. [25] Nikola Tesla é convocado e segue para a superfície, enquanto o grupo permanece inconsciente da explosão maciça de Energia Mágica após sua convocação. Depois que eles acordam, Romani avisa que Tesla está indo para um local na superfície para ativar completamente o Nevoeiro Demoníaco, para que possa se espalhar pela Inglaterra para destruir a época. Ele explica ainda a linha extra de Makiri para Madness Enhancement durante a convocação, que Tesla executou automaticamente a tarefa para a qual foi convocado. Depois de derrotar os homúnculos que os emboscaram, o grupo logo alcançou Tesla. Ele revela que o nevoeiro ativado absorve energia mágica sem limites, impedindo que o grupo o alcance. Mordred dispersa o nevoeiro quando absorve seu Clarent Blood Arthur. O grupo aproveita essa oportunidade para combater Tesla, mas o nevoeiro logo volta. Antes de continuar na superfície, Tesla diz ao grupo que está indo para onde a névoa é mais espessa, o céu acima do Palácio de Buckingham. Ele explica que um raio dele ativará totalmente o nevoeiro e implora que eles o parem antes dele.
O grupo corre para a superfície e encontra Sakato Kintoki e Tamamo no Mae, que recentemente lutaram com Tesla. Kintoki diz a eles que dispersou a neblina ao redor de Tesla, então o grupo correu pelas escadas dele para matá-lo. Depois de matar Tesla, eles se preparam para retornar à clandestinidade para remover o Graal de Angrboda. No entanto, eles são interrompidos quando Artoria Alter de repente se materializa da neblina, absorvendo-a enquanto ela se materializa. Mordred se pergunta por que ela não chegou para salvar Londres mais cedo. Ela então suspeita que veio matá-la porque é contra a idéia de salvar Londres. Vendo que ela exerce a Rhongomyniad, Romani implora para que o grupo corra, mas Mordred se recusa, já que seu destino é se rebelar contra o rei Arthur. Depois que o grupo mata Artoria Alter, eles retornam à câmara de Angrboda para remover o Graal.
Dentro da câmara, Mordred está satisfeito com o resultado. Porém, ela ameaça matar Mash quando disse que Artoria Alter não tinha controle consciente de suas ações. Ela decide não fazer isso, já que Mash estava apenas falando o que pensava, a mesma coisa que ela disse a Frankenstein. Andersen, Shakespeare, Kintoki e Tamamo logo chegam; Mordred ameaça matar os dois escritores por ser irritante. No entanto, uma figuras misteriosas de uma distorção semelhante ao Rayshift. Ele expressa decepção em Gilles de Rais, Romulus, Jason e Tesla por seus fracassos. Ele então revela que é a mente por trás da Incineração da Humanidade, Salomão. Mordred suspeita que ele é um Espírito Heróico que decidiu destruir a humanidade depois de ser convocado. Salomão corrige, porém, que ele se manifestou sob seu próprio poder. Ele revela que o anel de luz visto nos céus das Singularidades é seu terceiro fantasma nobre, Ars Almadel Salomonis. Por seu interesse em Mash, ele convoca apenas quatro dos Deuses Demônios e ataca o grupo. O grupo mata um dos deuses demônios, no entanto, Salomão mata Shakespeare, Kintoki e Tamamo. Mash implora aos romani que os desloquem para casa, mas a presença de Salomão torna isso impossível. Salomão declara que ele supera todos os Servos, independentemente de suas fileiras, como Espíritos Heroicos. Ele então tenta matar Mordred, mas Andersen bloqueia seu ataque. Andersen explica que o sistema de convocação do Espírito Heroico original criado pela Força Contra os convoca como Grandes Servos para proteger a humanidade de uma ameaça nascida da humanidade. Salomão confirma que o sistema usado na Guerra do Santo Graal é uma degradação do original. Ele então declara que ele é o Grand Caster e mata Andersen. Mordred detesta sua vanglória, suspeitando que ele esteja realmente em pânico porque Ritsuka já recuperou quatro de seus Grails. Salomão confessa que só chegou à Singularidade por um capricho e se prepara para sair. Ele proclama que a Caldéia não é uma ameaça para ele, a menos que destruam sete singularidades. Ele então chama os seres humanos sem valor para viver, apesar de suas inevitáveis ​​mortes e folhas. Voltando à superfície com Ritsuka e Mash, Mordred está insatisfeito, apesar de terem recuperado o Graal. Ela odeia que não pode ir com eles, mas entende que desaparecerá agora que a Singularidade se foi. Ela admite que Salomão estava certo de que os Espíritos Heroicos são inúteis, a menos que sejam convocados. Ela então diz que em todas as épocas, quem constrói é quem está à beira do futuro. Portanto, ela está confiante de que Ritsuka desfará a Incineração da Humanidade. Ela então diz a Mash que ela gosta dela, mesmo que ela não goste do Espírito Heroico fundido com ela. Ela suspeita que eles se encontrarão novamente, depois desaparece satisfeita até mesmo alguém como ela salvou Londres.
Chaldea Summer Memories ~ Calmante Praia Branca ~
Mordred e vários outros servos de Ritsuka são acidentalmente deslocados para uma ilha remota onde não conseguem entrar em contato com a Caldéia. Ela não sabe onde eles estão e lança um olhar de soslaio para Artoria Pendragon, que reconhece que não está na Grã-Bretanha. Enquanto o grupo espera que Barba Negra relate sua observação da ilha, Mordred reclama do calor, dizendo que sua armadura não é de praia. O grupo logo aprende com um Barba Negra moribundo que sua localização ainda é desconhecida, e é quase impossível sair com um navio normal. Concordando com a sugestão de Artoria de deixar a ilha para entrar em contato com a Caldéia, o grupo decide construir um navio capaz de deixar a ilha. Mordred reclama novamente de como está quente em sua armadura quando os caranguejos gigantes se aproximam da posição do grupo. Artoria a repreende por usar armaduras pesadas para intimidar o inimigo. Mordred fica irritado com o comentário de Artoria de que sua reputação como cavaleira não vai além do negativo, mesmo que ela troque de armadura adequada ao seu corpo. Depois de matar os caranguejos, as origens espirituais do grupo são alteradas por Scáthach para lhes dar roupas de banho, a fim de se adaptarem ao seu ambiente atual. Mordred se orgulha de ser mais forte que Artoria, agora ela pode balançar sua espada com mais facilidade. Ela fica chocada quando Artoria puxa uma pistola de água do nada como se não fosse nada. Com ciúmes da arma de Artoria é tão verão, ela pega Prydwen. O grupo vai reunir materiais para Scáthach construir seu navio de fuga e também construir outras instalações.
Mais tarde, o grupo discute qual deveria ser sua primeira tarefa na vida da ilha quando uma tempestade de repente se aproxima. Eles entram em uma pequena caverna avistada por Mordred para escapar da chuva, mas acabam devido a um enorme enxame de insetos. Fora da caverna, o grupo decide que precisa construir uma cabana para se abrigar. Mordred sugere que construam uma cabana de ferro para maior defesa do que a cabana de pedra que Artoria sugeriu. Ela fica brava com Artoria por fingir não ouvir sua sugestão. Se a cabine de ferro for construída, Mordred entra apenas para sair imediatamente devido ao calor excessivo. Ela não se importa se é habitável ou não, apenas se é defensável. Ela então nade depois de dizer a Ritsuka que eles estarão a salvo de qualquer ataque dentro da cabine, embora não do calor. O grupo constrói um suprimento de água para preservar a água doce que coletar.
Cansado de churrasco, o grupo decide construir uma instalação de cozinha adequada. Mordred gosta do som de comer pizza, mas reclama que é uma dor de assar. Ela então sugere que eles façam uma panela grande, dizendo que quantidade é o que é importante. Se a panela for construída, ela ficará encantada ao vê-la cheia de ensopado. Ela começa a se lembrar de algo que Artoria costumava fazer durante sua vida, mas se detém. Ela então afirma que o desempenho de um soldado é afetado pela quantidade de estômagos, para que um exército se desfaça se for deixado sem comida. Assim, ela acredita que a quantidade é o mais importante quando se trata de comida. Em seguida, o grupo decide construir uma instalação de banho. Mordred concorda com a sugestão de Anne Bonny e Mary Read de que eles construam um chuveiro. Se o chuveiro for construído, ela toma banho, apenas para imediatamente surfar novamente. Posteriormente, o grupo decide cultivar um campo vegetal para um suprimento estável de alimentos. Mordred sugere o cultivo de melancias, com as quais Scáthach e Artoria concordam. Se as melancias são escolhidas, os três fazem uma competição de divisão de melancia. Mordred falha em direcionar Scáthach na direção errada, enquanto tenta direcionar Artoria na direção certa. Ela afirma que está levando na direção errada, quando Artoria diz para ela calar a boca por distraí-la. Depois que Artoria usa Mana Burtst para dividir a melancia, Mordred fica surpreso com o quão excessivamente competitiva ela é. Ela tenta fazer a mesma coisa, mas destrói a melancia. Mais tarde, o grupo construiu um campo de grãos que pode ser usado para cozinhar ingredientes. Depois, eles constroem uma fazenda para criar gado. Se uma fazenda de gado é construída, Mordred tenta pegar a carne que Scáthach e Artoria estão preparando, apenas para ser golpeada por eles.
Alguns dias depois, Artoria, Mordred, Kiyohime e Marie Antoinette aprendem com Scáthach que suas colheitas foram destruídas por uma fera, conforme determinado pelo uso de Fintan Finegas por Fionn mac Cumhaill. Mordred pensou, no entanto, que seria apenas ela e Artoria em patrulha. Infelizmente, o grupo encontra Fionn e Diarmuid Ua Duibhne, que serviram de vigia na noite anterior, fatalmente feridos. Artoria descobre pelo Diarmuid moribundo que seu atacante era um javali quando um leitão de javali. Mesmo que Marie acredite que é inocência, o outro tenta cercá-lo e matá-lo, dadas as evidências. No entanto, ele foge ao sentir monstros que chegam. Depois de matar os monstros, Artoria ordena que os outros se separem e procurem o leitão de javali. Mordred reclama que Artoria trabalha demais com as pessoas, dizendo que não entende os sentimentos das pessoas. Ela decide voltar e alegar que não encontrou nada quando encontrou o leitão de javali nos arbustos. Ignorando as ordens de Artoria, ela abraça o leitão para sentir seu pêlo macio. Ela então deixa as nozes que conseguiu de Marie para atraí-lo, alertando-o para não voltar aos campos. Mais tarde, naquela noite, ela se reúne novamente com os outros nas lavouras agora reunidas por Santa Marta, Tamamo no Mae e Anne e Mary. O grupo encontra o leitão junto com outros dois tentando proteger as plantações quando um javali demoníaco aparece. Percebendo que é o verdadeiro culpado, o grupo luta contra o javali demoníaco. Depois de morto, Mordred suspeita que os leitões ajudaram porque Marie lhes deu comida. Ela também suspeita que o javali demoníaco os tenha impedido de comer. Marie percebe que eles também gostam dela, mas Mordred nega e diz para eles irem embora. Depois que Scáthach contrata os leitões para proteger as plantações, Artoria suspeita que eles encontrarão mais javalis demoníacos, dado o tamanho da ilha.
No dia seguinte, o grupo decide construir um caminho. Mordred sugere uma pista de minecart, dizendo que ela não é apenas convinente, mas também divertida. Mais tarde, o grupo decide construir um aqueduto para melhorar sua eficiência no armazenamento de água. Mordred sugere que eles construam um oleoduto, reclamando que as idéias dos outros não têm romance. Se o pipeline for escolhido, ela orientará Ritsuka na instalação da última peça. Em seguida, o grupo decide construir uma ponte para facilitar a viagem para Ritsuka. Mordred afirma que ela e Artoria tiveram a mesma idéia de construir uma ponte levadiça, de modo que, como contrapartida, ela sugere um teleférico. Se o teleférico for construído, ela, Martha, Anne e Mary correm com os teleféricos. se o drawbrige for construído, ela o arranha com Prydwen. Ela nega qualquer responsabilidade e também pede desculpas silenciosamente a Artoria. Mais tarde, o grupo construiu um jardim. Depois eles decidem construir um local para atividades recreativas. Depois eles decidem construir um local para atividades recreativas. Se o coliseu for construído, Mordred espera impaciente sua vez de lutar. Se o campo de atletismo é construído, ela bate uma bola contra uma parede sozinha. Artoria, com certa relutância, permite se juntar à equipe de Ritsuka, dizendo-lhe para não se segurar.
Mais tarde, Mordred vai surfar depois de fingir que não gosta de compartilhar o mesmo espaço que Artoria. Mais tarde, ela dá a Ritsuka uma prancha de madeira que ela fez, alegando que elas pareciam inveja dela. Acreditando que o surf no rio era mais adequado para iniciantes, ela os trouxe e Mash, para quem também fez uma prancha. Ela confessa que gosta de surfar, porque ir contra o fluxo das ondas combina com seu caráter traiçoeiro. Ela compara a diversão de lidar com as ondas a um cavaleiro andando a cavalo ou cortejando uma mulher, pois quanto maior o desafio, maior o valor conquistado. No entanto, o grupo percebe miasma fluindo rio abaixo, então eles vão rio acima para encontrar os javalis demoníacos responsáveis. Depois de matá-los, o grupo volta para deixar Scáthach e os outros removerem o veneno. Mordred nega que tenha gostado de Ritsuka assistindo-a surfar.
Mais tarde, o grupo decide construir uma torre com vista para a ilha. Mordred esboça rapidamente seu projeto para a torre. Se sua torre é construída, ela elogia por ter a aptidão de ser um rei e uma artista. Ela comenta que o design quebrado da torre simboliza o espírito rebelde da humanidade. Em seguida, o grupo decide expandir sua cabine; Mordred sugere construir uma fortaleza voadora. Se a fortaleza voadora for construída, ela demonstra seus sistemas de segurança, nos quais Cú Chulainn, Sasaki Kojiro e Karna são pegos. Ela então confessa que seu foco na defesa absoluta é porque ela precisa proteger Ritsuka a todo custo. Ela então sugere ir à praia quando Mash aponta que a fortaleza está quente demais para morar. Mais tarde, o grupo se prepara para construir uma estátua quando chegarem aos preparativos finais para o navio de fuga. No entanto, enquanto eles se preparam para construí-lo, um javali gigante aparece. Depois de forçar a retirada, o grupo continua construindo seu navio e estátua. Se uma estátua de Mordred é feita, ela parabeniza por completar o desenvolvimento da ilha fazendo uma estátua dela.
No dia seguinte, a construção do navio de fuga está completa quando o gigante demônio javali. O grupo então luta para proteger os leitões-javali. Porém, sua estância é tremenda, e cobra da nave que a destrua. No entanto, os leitões formam uma parede para protegê-lo quando se machucam. Depois de derrotar o javali gigante, o grupo e os homens embarcam no navio. Mordred está um pouco preocupado que demore muito tempo para que eles possam entrar em contato com a Caldéia, enquanto zarpam.
Chaldea Heat Odyssey ~ Civilização em evolução ~
Enquanto o grupo continua a navegar, Mordred é atacado por Scáthach por chamá-la de velha. Eventualmente, o grupo chega a terra para encontrar um terreno baldio desolado. Mordred diz que encontra comida depois que Artoria menciona que seus espíritos morrerão primeiro ou Ritsuka morrerá de desnutrição. O grupo então ouve um grito de socorro, e eles ficam surpresos que isso esteja vindo de um leitão de javali. Eles matam o Servo das Sombras atrás dele, que se revela um javali demoníaco disfarçado. O leitão de javali chama as deusas do grupo e pede que salvem este mundo.
O grupo é liderado pelo leitão às ruínas de uma cidade. Eles encontram o chefe de leitão de javali que os agradece por salvar seu neto depois de ouvir suas circunstâncias. Eles ficam chocados quando descobrem que os edifícios eram de uma civilização avançada construída pelos leitões de javali. Infelizmente, isso chegou ao fim com a chegada dos javalis demoníacos e dos Servos Sombrios, cinquenta anos atrás. O grupo então aprende com o chefe de uma lenda em seu clã cerca de nove deusas chamadas Nove Irmãs, que deram civilização aos leitões de javali. Dizia-se que as deusas assumiam a forma humana, então o neto do chefe assumiu que o grupo era elas. O grupo decide reconstruir a ilha em troca da ajuda do pigelt de javali. Mordred alerta os leitões que Artoria pode comê-los depois que este se perguntou se os leitões que o Tamamo deveriam comer.
Mais tarde, o grupo começa a reconstruir a civilização do leitão de javali. Mordred se junta à equipe de busca de Scáthach no litoral para a chance de surfar. Depois de destruir alguns autômatos, a equipe de busca encontra um javali gigante protegendo uma árvore. Depois de matar o javali demoníaco, o grupo chega à costa, onde encontra os restos quebrados da estátua que construiu antes. Scáthach revela que eles coincidiram navegando de volta para a mesma ilha, sem saber que 2.000 anos se passaram a um ritmo incrível. Ela ainda revela que o tempo não progride normalmente na ilha, o que significa que uma hora seria diferente lá fora. Ela continua que era uma terra relativamente pacífica onde os leitões dos javalis viveram até a Caldéia chegar. O grupo então volta para os outros e conta o que descobriram. Eles também percebem que são as deusas adoradas pelos leitões de javali. O grupo decide não deixar a ilha de navio novamente, pois Scáthach aponta outros mil anos para a ilha e os leitões de javali podem ser extintos. Eles então decidem que precisam descobrir por que o espaço-tempo da ilha está distorcido, à medida que continuam a reconstruir a ilha e fazer contato com a Caldéia. Eles também se encontram com Cú Chulainn, que recentemente voltou de ser jogado ao mar do navio do grupo. Mais tarde, eles descobrem que Beowulf está na ilha, mas como um inimigo. Mordred o chama de bandido, decepcionado por ela não estar lá para encontrá-lo.
Mais tarde, Mordred se junta a Ritsuka, Mash, Scáthach e Artoria em busca da caverna onde dorme Caster, que deu eletricidade aos leitões há 2000 anos. Perto da caverna, o grupo luta contra os javalis demoníacos que a cercam. Dentro da caverna, eles encontram ainda mais javalis demoníacos. Mordred está irritado com a boa natureza inerente de Mash, mas Artoria defende Mash. Ela é insultada quando é comparada a um coquetel barato. Enquanto Artoria e Scáthach discutem sobre o equilíbrio de ordem e caos, Mordred insiste continuamente que ela não fez nada de errado. Ela também culpa o pensamento rígido de Artoria por que Lancelot enlouqueceu. Depois de matar os javalis demoníacos que antes passavam despercebidos, ela continua a insistir que não fez nada de errado depois que Artoria e Scáthach se desculparam. No entanto, ela admite que fez tudo errado quando Ritsuka concorda que não fez nada errado e pede desculpas. Artoria ordena que ela faça 100.000 flexões como quando retornam como punição, o que aparentemente é 900.000 menos que o normal. O grupo então encontra um Servo desconhecido e luta com ele e seus robôs. Depois de derrotá-lo, ele revela ser Thomas Edison, que acabou de acordar de sono criogênico. Mordred acha que Artoria está em guarda diante de um rei rei, sem saber que ela está realmente apaixonada pelo rosto de leão de Edison. O grupo segue Edison do lado de fora quando descobre que a civilização dos leitões que ele ajudou a criar está em ruínas. Mordred está chocado com a ameaça de Edison de enviar os javalis demoníacos para a fábrica de empacotamento de carne. Ela esperava que Artoria confirmasse pessoalmente a identidade de Edison.
Mais tarde, o grupo procura a caverna dos javalis demoníacos, supondo que eles tenham o Graal. Depois de algumas brigas, eles dirigem a caverna. Eles o acham guardado pela massa de javalis demoníacos, então Mordred sugere que ela atravesse a linha de frente dos javalis para permitir que Ritsuka, Scáthach e Edidon entrem na caverna enquanto os outros lutam. Ela então intenciona o plano desencadeando seu Noble Phantasm na linha de frente dos javalis. Depois que a fonte dos infortúnios do leitão, Twrch Trwyth, é derrotada, o grupo se prepara para escapar da ilha através do dispositivo de Edison. Mordred descobre com Sasaki que ele e Karna estavam hospedados em Beowulf. O grupo então foge da ilha quando é contatado por Romani, que revela que eles só saíram por uma hora, e retornam à Caldéia.
SIN: Terra do Conhecimento Unificado
Mordred é convocado com Spartacus e Jing Ke quando outro contêiner é lançado de Xianyang. Ela concorda com Spartacus que eles precisam lutar juntos, observando como Artoria ajudou Caldéia várias vezes antes. Ela não sabe quem é Qin Shi Huang e pensa que é o menor imperador romano. O grupo então força Hinako Akuta e o príncipe de Lanling a recuar quando emergem do container. [34] Mais tarde eles matam Jotun do Cinturão Nórdico Perdido. Mordred notou que alguns fugiram, suspeitando que eles tenham um ninho em algum lugar. Ela sugere encontrá-lo e destruí-lo, uma vez que a vila é totalmente indefesa. Ela fica atrás de Nezha e Leonardo da Vinci, enquanto os outros vão encontrar o ninho de Jotun e investigar o Cinturão Perdido. Ela brinca sobre ela e Nezha encontrando e matando Hinako. Depois que os outros retornam, ela diz a Goldolf Musik para não se importar com o comportamento de Spartacus em relação aos moradores. Quando outro contêiner é lançado de Xianyang, ela o destrói com Clarent Blood Arthur. No entanto, Xiang Yu emerge de seus remanescentes e ataca o grupo. Ele sai com Langling quando o último vem buscá-lo. Mais tarde, Mordred pondera sobre sua força, notando que estava constantemente alerta para evitar lacunas em suas defesas. Ela não acredita que ele ajudaria o Qin depois de ouvir que ele se rebelou contra eles na História adequada. Da Vinci então relata que um exército está se aproximando de veículo, então o grupo vai interceptá-lo. Eles lutam contra Lanling e Xiang Yu quando Qin Liangyu e seu exército chegam, ordenando que ambos os lados se retirem. Qin Shi Duang então fala com eles através das vibrações do escudo de Mash depois de disparar um feixe magnético de foco nele. Ele concorda em entregar Tamamo Vitch se eles concordarem em deixá-lo examinar a Fronteira das Sombras, então o grupo concorda de forma relutante. Depois que ele examina a fronteira das sombras, o grupo percebe que a construção em Xianyang é sua verdadeira forma.
Mais tarde naquela noite, Mordred conversa com Spartacus depois de perceber que ele não é o seu habitual. Ela lembra que o Lostbelt é um mundo onde a guerra foi eliminada. Ela então fica confusa quando ele pergunta se eles têm o direito de estar aqui. Mais tarde, Da Vinci e Sherlock Holmes tentam convencê-la, Spartacus e Jing Ke a continuar sua trégua com Qin até que Hinako seja derrotada. Ela aceita o plano, pois era algo que costumava discutir com Agravain. Ela diz a Spartacus para suportar quando ele discorda do plano. Mais tarde, o grupo notou que Spartacus levou vários moradores para marchar em direção à capital. Mordred desaconselha o uso de um Feitiço de Comando contra ele, pois, embora o prenda, não conquistará sua obediência. Ela então pede a Ritsuka para deixá-la convencer Spartacus a parar. Ela explica que fará isso derrotando-o na submissão. Depois que Jing Ke decide se juntar, Mordred diz a Nezha para guardar a fronteira das sombras. Ela, Ritsuka, Mash e Jing Ke logo alcançam Spartacus e os moradores. Eles lutam com ele quando Nezha chega para relatar que Qin Liangyu roubou a fronteira das sombras. Sherlock deu a Nezha o Spirtiual Foundation Graph, e teve sua fuga. Qin Shi Huang ordena a Xiang Yu que mate o grupo depois de saber que eles ensinaram poesia aos aldeões, porque ele prefere que eles sejam pacificamente ignorantes. A luta de grupo contra ele quando Hinako e Lanling chegam. Os dois grupos lutam um pouco quando Qin Shi Huang repentinamente faz Hinako, Lanling e Xiang Yu recuarem. Ele lançou uma carga útil da Grande Muralha em direção à localização atual do grupo, e ela chegará em três minutos. Mordred pega Spartacus depois que o detém com um Cronista sobrecarregado. Ela fica irritada por ele chamá-la de homem, mas se recusa a bater nele em sua condição atual. Depois que ele desaparece, o Spirtual Foundation Graph reage à linha ley conectando-se ao Trono dos Heróis.
Jing Ke sugere que eles se separem nos três grupos; um para perseguir a fronteira das sombras e dois para levar os aldeões para algum lugar não observável para Qin Shi Huang. Ela designa Mordred e Nezha para escoltar os moradores, enquanto ela vai com Ritsuka e Mash para perseguir a fronteira das sombras. Depois que Mordred e Nezha terminam, eles se escondem e esperam perto de Xianyang até que todos estejam juntos antes de atacar a capital. Mordred diz que o plano está cheio de buracos, mas observa que é mais flexível por causa disso. Ela diz aos moradores que não é culpa deles que eles precisam sair, pois é assim que a guerra é para os civis. Ela concorda com o garoto, que se uniu a Spartacus, que agora experimentam a liberdade, algo que ela diz que vale a pena morrer. Mordred e Nezha então escondem os aldeões em uma caverna com provisões.
Os dois mais tarde redevos com os outros estavam indo para Xianyang, junto com Chen Gong, Red Hare e Vitch. Ela permite que Vitch ajude, pelo menos até que o último trai. Eles logo chegam à capital e matam Qin Liangyu. Enquanto viajam pela área residencial, Mordred fica preocupado com o Palácio de Epang caindo sobre eles. O grupo entra no departamento tecnológico do palácio para encontrar a fronteira das sombras lá. Eles lutam contra os soldados de Han Xin, seus comandos os fortalecendo. O capitão da guarda, Li Shuwen, chega para ajudar Han Xin. Depois de alcançar a vitória, o grupo leva a Borda das Sombras para a Árvore Fusang. Eles chegam ao tesouro quando são confrontados por Xiang Yu e Hinako, que anteriormente revelaram sua verdadeira identidade como Yu Miaoyi. A Árvore Fusang é revelada como o Mayall da Árvore da Fantasia. Depois que Xiang Yu e Yu Miaoyi são derrotados, Mordred se vangloria de como ela vai vencer as previsões de Xiang Yu toda vez. Vitch então ativa Mayall, revela que estava dentro da Árvore Fusang. Vitch então se teleporta para longe, e o Palácio de Epang cai. Qin Shi Huang aparece das ruínas agora em forma humanóide e luta contra o grupo para ver cujo mundo continuará. Depois que ele é derrotado, Mordred diz que ela ajudará idiotas como Ritsuka sempre. Qin Shi Huang confia o futuro à Caldéia, mas Xiang Yu rejeita sua decisão. Apesar de suas feridas, ele luta contra o grupo. Lamentando loucamente sua morte, Yu Miaoyi permite que Mayall a absorva. Mayall desperta completamente, e Qin Shi Huang ajuda a destruí-lo. Depois que Yu Miaoyi, Cheng Gong e Red Hare desaparecem, Mordred decide ficar com os outros até que eles deixem o Cinturão Perdido.
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2020.08.02 21:37 flaviofrozza O RELÓGIO DE PAREDE MAIS INCRÍVEL DO MUNDO 🕙

O RELÓGIO DE PAREDE MAIS INCRÍVEL DO MUNDO 🕙 submitted by flaviofrozza to u/flaviofrozza [link] [comments]


2020.07.31 16:46 RathalosSlayer97 Qual foi a maior ave rara que já conheceram nas vossas vidas?

Ora boa tarde, gente linda! Uma vez que vossas excelências pareceram apreciar a minha outra crónica da vida e que vos consegui inspirar a escrever as vossas (e tornar este sub um pouco menos limpo...) decidi regressar com mais uma. Podem descansar, esta não será tão hostil para com os vossos estômagos.
Da última vez, falei sobre pessoas com bom coração mas também com um sentido de higiene tão atroz que fazem com que o Cascão pareça o mais leal discípulo da Dona Pureza. Mas hoje vou falar sobre experiências com pessoas "curiosas". Pessoas que são, digamos, um bocado para o "esquisitas". Pessoas que não dão uma para a caixa. Pessoas que praticamente podiam ter a sua própria faixa de riso a segui-las no seu dia-a-dia.
Na minha vida já vi e conheci muitas assim. Entre os maiores êxitos estão um velho que não sabia atar os seus sapatos demasiado largos e começou a berrar Ó MARIA! Ó MARIAZINHA! no meio da Primark onde eu estava e um gorducho (mais oleoso do que a comida que tinha no tabuleiro) sentado na mesa cinzenta de um fórum, que exigia que a sua família se despachasse a comer porque já eram duas da tarde. Depois, e talvez para garantir que a sua legião de filhos e a sua mulher com cabelos que pareciam ter saído dos anos 60 percebiam bem a gravidade da situação, o mesmo gorducho pôs-se a repetir essa hora tão grave várias vezes enquanto batia com o fura-bolos no pulso direito.
Claro que já tinha visto outras pessoas a fazerem o mesmo nos seus relógios, mas a diferença alarmante neste caso era que aquele espécime não tinha nenhum relógio no pulso que agredia. Se calhar tinha-o perdido e estava a atravessar a fase de negação do seu luto. Ou se calhar já o tinha comido e agora arrependia-se de tal ação. Mas se realmente foi isso que aconteceu, não o posso culpar. Afinal, acho que todos sabemos bem como funcionam os almoços em fóruns. Custa um pouco esperar por uma mesa quando já se tem a barriga a refilar e um tabuleiro recheado nas mãos.
Também tive alguns colegas na escola que podem encaixar nesta lista. Mas não posso falar muito de um deles, pois acontece que as suas aventuras enquadram-se mais nos meus desabafos sobre malta porca e eu já prometi que desta vez não ia enjoar ninguém. Tudo o que direi sobre esse moço é que ele se parecia imenso com o Shaggy se este último tivesse um metabolismo mais sossegado e sofresse mais as consequências da sua alimentação. Até a barba era parecida. E que ele ficou famoso na escola após ter aproveitado a sua constipação para se tornar num autêntico chef, cuja obra-prima foi uma sopa de escarro e ranho no lavatório da sala onde tínhamos as aulas de trabalhos manuais.
Tive também algumas experiências interessantes a partir do décimo ano, onde me inscrevi num curso profissional. Em teoria, nós éramos engenheiros promissores. Mas na prática éramos apenas trolhas que eram pagos em avaliações. Se contasse tudo o que vi acontecer nesta escola isto iria tornar-se muito comprido, por isso apenas irei mencionar a ocasião em que um dos meus colegas ia caindo de cabeça para dentro de um balde de tinta, a vez em que um outro (que era basicamente uma versão lusitana de um good ol' boy) ligou para as "meninas" dos classificados a meio de uma das aulas na obra, e as várias vezes em que a nossa sala teve que ser evacuada porque o alarme de incêndio disparava toda a santa vez que os tipos do curso de cozinha tinham aulas práticas.
E por falar em fogo, já ouvi dizer que a casa velha e abandonada onde a nossa turma trabalhou ardeu depois da turma do curso de eletricistas ter ido para lá tratar dos cabos.
Mas nenhuma destas prendas se compara aos grandes vencedores deste álbum de magníficos artistas.
Um conhecido da minha avó que esteve com ela por uns tempos. É bom homem, mas vomita tantas pérolas que é praticamente um dispensador da PEZ com bigode. Mas acreditem quando digo que só se estragou uma casa, porque a minha avó não é exatamente melhor. Uma vez fui ao Aki com ela e os meus pais para comprar papel de parede, mas aconteceu uma grande calamidade que nos fez abandonar a loja sem o cobiçado objeto e em busca de um outro tipo de papel mais vulgar.
Acontecia que o almoço nesse dia tinha sido massa de marisco, e deixem-me admitir, nunca pensei que hidratos de carbono e vida marinha me pudessem ensinar tanto. Mas nessa tarde aprendi uma grande lição: não se deve dar esta comida a pessoas que não conseguem domar as vontades primitivas dos seus intestinos.
Não demorou muito até as nossas narinas serem assoladas por um horrível e apodrecido aroma. Era como cheirar o hálito de uma fossa séptica depois desta acordar de uma noite louca. Aliás, à primeira até foram as fossas do estabelecimento que levaram com as culpas ("Devem de estar a arranjá-las..."). Mas depois reparámos que o cheiro nos estava a seguir e não assombrava mais nenhum corredor. O meu pai acusou então a minha avó de ser a bruxa que envocava e liderava aquela funesta procissão de cadáveres invisíveis e ela confessou, em voz alta.
Nem deve ser preciso dizer que ainda hoje evito ir ao Aki.
E numa outra ocasião (porque apesar daquele acontecimento desconcertante por entre os produtos de bricolagem, somos masoquistas e ignorámos os avisos cósmicos que nos alertavam para não andar com aqueles fantoches em público) fomos com eles para um simpático Jumbo, onde o dito companheiro da minha avó afirmou que ia já tratar das coisas mais importantes e que não podiam faltar lá em casa.
E então, aquele homem-matraquilho, que não pode ter mais de um metro e meio, saíu disparado pelo solo do mercado como um touro enraivecido e sem misericórdia. O seu Santo Graal empacotado estava já muito perto e ele não iria deixar ninguém meter-se no seu caminho. No meio da sua correria desenfreada lembrou-nos que ainda tinha também que ir buscar umas baláchas e espágéti ("bolachas" e "esparguete" para os que não são fluentes em matraquilhês). Nesse momento desejei ardentemente que ele tivesse ido connosco ao Aki, porque se tivesse sido assim, já sabia que devia fazer tudo menos entupir a velhota com mais massa.
Por vezes chego a pensar que irritei sem querer algum feiticeiro e agora tenho que suportar esta maldição de levar com tantas bizarras jornadas e encontros.
E é isto, meus caros amigos e amigas. E vocês? Já conheceram pessoal mais do que um pouco excêntricos ou curiosos?
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2020.07.08 21:21 YatoToshiro Fate/Gensokyo #35 Assassin of Red (Fate/Apocrypha)


Fate/Apocrypha - Fate/Grand Order

Assassin of "Red" É o Servo da classe Assassina de Shirou Kotomine da Facção Vermelha na Grande Guerra.
Ela é uma das Servas convocadas por Ritsuka Fujimaru nos conflitos da Grande Ordem do Fate/Grand Order.

Red Faction

A Facção Vermelha consiste de pessoas selecionadas pela Torre do Relógio especificamente com o objetivo de recuperar o Grande Graal e impedir a deserção de Yggdmillennia. Eles decidem escolher profissionais externos e alguns da Torre do Relógio também. Aqueles das grandes famílias não podem ser escolhidos, pois exigiria mais de três meses de política como sucessão e guarda de Magic Crests antes que uma seleção pudesse ser confirmada. Bram Nuada-Re Sophia-Ri decide sobre os catalisadores, enquanto Rocco Belfaban e Lord El-Melloi II lidam com os participantes. Eles restringem fortemente as viagens à Romênia para magos para evitar que o cenário improvável de Magias de Comando se manifeste em um magus de terceira categoria.
Eles procuram um Mestre da Igreja para que seu envolvimento prove a legitimidade de sua causa. Embora eles não precisem de um superintendente imparcial como os conflitos de Fuyuki devido a uma luta entre duas forças opostas de magos, seria um problema se eles devessem apoiar a Facção Negra. Eles desejam proclamar-se como a única organização taumatúrgica legítima, mesmo que isso signifique ter um Mestre como superintendente.
Se saírem vitoriosos, planejam levar o Grande Graal por segurança. Belfaban admite que isso provavelmente seria difícil devido ao fato de o sobrevivente ser confrontado com algo que pode levar à Raiz, então o resultado será com eles. Eles podem tentar um desejo, ou até destruir tudo para impedir que outros façam um. Kairi Sisigou acredita que Belfaban preparará uma equipe de resgate para se mudar rapidamente quando a guerra terminar, mas planeja contorná-los para fazer seu próprio desejo.

O nome verdadeiro do assassino é Semiramis. Nascida da deusa da sereia síria Derketo e um homem humano, ela foi deixada à beira-mar por sua mãe sem amor. Ela foi embrulhada nas asas quentes de uma pomba e alimentada com o leite da pomba. Semiramis foi então encontrado e educado pelo pastor Simmas até se casar com Onnes, um antigo general; mas foi então levada pelo rei sírio Ninus, que se apaixonou por ela graças ao seu belo rosto. Isso forçou Onnes a cometer suicídio, e depois que Semiramis ganhou os favores do rei com os planos de batalha originais, ela se casou com ele e formalmente se tornou rainha. Alguns dias após o casamento, ela matou o rei com veneno e reinou como regente sobre a Assíria pelas próximas décadas. Este é o caso mais antigo de assassinato por envenenamento em lendas.

Ela é uma pessoa muito entusiasta que se entrega ao luxo e "exala uma atmosfera decadente de algum lugar". Desde a infância, ela estuda uma ampla gama de disciplinas, como cosméticos, cabeleireiro, dança, roupas, música e astronomia, e seu lindo rosto cativou muitos homens. Sua paixão a levou a iniciar uma guerra para possuir um homem solteiro e envenenar seu marido, o rei, pela política, mas suas habilidades como rainha são incontestáveis. A prova das muitas expedições que ela liderou pode ser vista nas paredes e no Portão de Ishtar. Ela acredita que é necessário ser superior aos outros e ter mais desejos do que as pessoas comuns como governante, pensando que aqueles que defendem a frugalidade estão apenas praticando um esporte privilegiado para aqueles que conquistaram a "posse mais importante de todas", autoridade. Ela sente que aqueles que governam cometem tirania simplesmente pelo ato, portanto aqueles que são reis também devem ser tiranos.
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2020.07.06 04:08 MensageiroDoPudim Capa de uma das revistas mais famosas do mundo, reparem nos quadros e no relógio do apocalipse na parede...

Capa de uma das revistas mais famosas do mundo, reparem nos quadros e no relógio do apocalipse na parede... submitted by MensageiroDoPudim to PuddingsUtopia [link] [comments]


2020.06.30 10:51 alteregoshadow Resumo do resumo preguiçoso do bug interno

A formatação vai ficar um lixo por motivos de bug No momento estou tentando bater meu recorde de 72h em jejum, enquanto aproveito mais uma ótima madrugada sozinho na cozinha escura ouvindo o tic tac do relógio de parede comprado na lojinha de 1.99 Até que me lembro de quando o meu eu do passado chorou na minha frente, e eu não consegui resistir e comecei a chorar também Ele me disse que tinha medo de sentir dor. Dei um abraço bem forte nele, falei pra ficar tranquilo. Já passamos por tanta dor juntos Já jogamos airsoft na linha de frente tomando tiro pra caralho, já caímos morro abaixo, já comemos três pizzas e tivemos um mini ataque cardíaco... Sei lá, há um tempo atrás eu prometi a ele que ninguém nunca mais iria mexer comigo de graça Eu ia deixar de ser "bom em nada", e eu ia deixar de ser só mais um saco de pancada (é sempre muito fácil transformar uma criança num saco de pancada, né?) Enfim, minha jornada continuava. O meu eu da época das sombras foi recomendado por um anônimo de fórum da ""deep web"" a fazer academia e se livrar dos vícios. Meu eu daquela época nunca fez isso, tive que fazer por ele Calma... por que estou digitando isso aqui? Eu nunca gostei desse lugar. Acho a comunidade brasileira do Reddit muito chata e fresca. Mas eu também sou chato e fresco kkkk talvez exatamente por isso esteja aqui Resolvi criar uma conta agora, entrava só como visitante de vez em nunca, até pq nunca tem nada de interessante aqui. É quase sempre os mesmos tópicos falando ou de relacionamento ou solidão Mas esse não é o primeiro tópico que faço aqui... Já fiz um falando sobre como estou fazendo minha carta de suicídio kkkkk A carta de despedida (o suicídio lá nem é explícito) é apenas um pedido da minha sombra Não quero me matar pelo menos não por enquanto Muito leviano da parte de vocês redditors ao fazerem aqueles comentários no meu post. Mas não os julgo tbm, não há muito oq esperar de uma comunidade chata e fresca kkkkkk Lembrei em 2018 quando tive um amigo virtual nos tais fóruns da ""deep web"" (* som de fantasminha genérico *), ele era bem carinhoso comigo, já me deu um jogo de presente na steam; porém certo dia eu forjei minha própria morte, e passei a ignorá-lo completamente, sinto-me um cusão por ter feito isso, pelo menos é cômico voltar de tempos em tempos naquele fórum com uma conta fake e ver que o pessoal lá realmente acha que eu morri... meio sinistro na vdd Mas ainda assim sinto que não deveria ter feito isso, fico com a consciência pesada muito facilmente, lembro-me até hoje de quando roubei uma balinha no mercadinho do seu zé da esquina, tinha uns 12 anos; ou então no primeiro ano do ensino médio quando estava zuando uma amiga que tirou nota vermelha em física, mas ela começou a chorar... ver aquilo partiu meu coração, e para minha redenção decidi que seria justo ajudá-la a recuperar a nota, afinal além de tudo eu tinha as maiores notas de física da turma. Assim que ela recuperou a nota, voltei a zuar ela kkkkk mas nunca deixou de ser minha amiga por isso; uma vez já escreveu bem grande na contracapa do meu caderno de matemática "alteregoshadow, eu te amo". Guardo esse meu caderno até hoje (tudo bem que alguns dos meus amigos resolveram encher a página de desenhos de pinto, porém a frase ainda está lá) Eu fui meio pestinha na época de escola, em especial nos últimos anos do fundamental, uma vez eu fiquei acumulando saliva na minha boca por horas e depois soltei toda a cachoeira na mesa do meu amigo que sentava atrás; ou quando eu ficava pegando um monte de barata e lagartixa morta pra colocar nos estojos das meninas Sabe, sinto falta dessa época. Nem muito pelo motivo clichê de época da escola, simplicidade e tal, mas mais pq acho que foi a época em que eu fui a melhor versão de mim Um amigo meu mora num lugar bem isolado, tipo um sítio mesmo, mata densa e tal. A gente ia lá vez ou outra pra brincar, e era bem dahora. Esperávamos chegar a noite pra fazer o clássico pique esconde na floresta escura. Eu era conhecido por ser um dos melhores, não me encontravam nunca, até pq eu não tinha medo de me deitar e rolar no mato; saía correndo engolindo teia de aranha, lesma, pisando em cobra, enfim Era conhecido também por ser muito bom nos videogames e tirar as maiores notas da sala Aquilo definitivamente era a concretização da promessa que fiz ao meu eu de um passado ainda mais distante: disse que ia estudar mais, treinar mais, ser mais sociável E tudo isso aconteceu. Fiquei mais inteligente, mais forte, mais ágil, e do aluno mais "fantasma" da escola me tornei o líder de um grupo que reunia basicamente todos os garotos da oitava série. Ninguém mexia comigo, mas também nunca fui autoritário, zuava todo mundo e era zuado de volta. Certa vez a turma se uniu contra mim e jogaram todo meu material no lixo kkkkkk ri muito no dia Mas depois disso... sei lá Passei a frequentar academia, vez ou outra estudava um pouco, mas nada na mesma intensidade ou emoção A real é que eu passei toda minha infância sozinho na vdd. Meus pais trabalhavam o dia todo e meu irmão mais velho estudava em tempo integral. Na época teve um grande surto de dengue na minha cidade, por todo lado era cartaz falando da importância de tomar cuidado, afinal, dengue MATA. Aquilo me deixava demasiadamente pensativo, como assim morte? Eu nasci pra morrer? O que vem depois? Todo dia era a mesma coisa, chegava da escolinha e passava o dia inteiro pensando em morte, isso com uns 5 anos de idade. Pouco tempo depois, a situação piorou quando começaram as histórias de fim do mundo. Lembro que até chorava de tanto pensar nisso. A primeira vez que pensei na possibilidade de suicídio tinha uns 8 anos. Também nessa época foi quando presenciei um acidente em que um caminhão passou bem por cima da cabeça de uma menininha de uns 2 anos. Aquilo me marcou muito, e quando eu cheguei em casa, esperei todo mundo dormir para ligar o computador e pesquisar "fotos de cérebro", "fotos de acidente" e etc. Acabei parando em vários blogs e fóruns de gore (que eram bem mais comuns naquela época). Ficava assustado ao ver a fragilidade humana nos acidentes e pasmo ao ver a frieza de alguns para torturar outras pessoas por motivos torpes. Ainda assim, assistir gore acabou se tornando uma prática que levo até hoje (com menos intensidade), não por ser um psicopata que gosta de ver a dor e sofrimento alheio mas pq acaba me lembrando das minhas "origens", pensar sobre a morte e etc (todo mundo já deve pelo menos ter passado por uma situação em que sabe que vai se frustrar ou enraivecer mas mesmo assim segue em frente, é mais ou menos isso). Para morrer basta estar vivo, foi nisso que me toquei na época Posteriormente, com 10 anos, foi o momento em que fiz aquela promessa para mim mesmo. Não darei muitos detalhes aqui, e oq aconteceu logo depois já contei... Mas e após tudo isso? Bem, depois que o meu "auge" se foi, eu percebi que todos esses pensamentos ruins na vdd não sumiram, apenas estavam se escondendo. Quando voltaram, foi de uma vez. E ao invés de tentar lidar com isso de uma maneira normal, eu simplesmente achei que seria uma boa ideia dividir minha mente em partes. A maioria de meus alter egos são na verdade versões de eu mesmo porém em diferentes épocas. Porém também tem a minha sombra (pra quem conhece o conceito de Sombra do Carl Jung talvez entenda melhor isso). E oq aconteceu foi que, eu acabei criando egos que brigam entre si constantemente, deixei todas as minhas características positivas a um ser superior, idealizando um eu melhor que eu, um eu que agarrou todos seus potenciais e os explorou ao máximo, uma pessoa que eu nunca conseguiria ser porém dizia ser no mundo internético afora. Estava mentindo para mim mesmo Sabe, cada um dos meus alter egos têm uma qualidade. Um é bondoso, tem o inteligente, o criativo... porém parece que o que sobrou para mim foi apenas loucura. Poxa, eu já fui cada um deles, por que não consegui pegar pelo menos uma parte boa de cada um? Parece que eu regredi. O certo não seria, ser uma pessoa melhor a cada dia? Se eu ao menos pudesse juntar a bondade, criatividade, inteligência, e etc, eu definitivamente iria orgulhar o meu eu do passado, mas ao invés disso, estou apenas enganando ele e a mim mesmo, colocando todo meu potencial num alter ego superior que me consome a cada dia É complicado, por um lado tem a promessa que fiz que me mantém vivo, querendo cumpri-lá. Mas por outro, eu vejo eu mesmo desprovido de significado, tenho uma vida boa, bons amigos, situação financeira estável, minha família não gosto tanto mas relevo, enfim, mas parece que nada me é suficiente. Sinto que a vida é só um tédio extremo mesmo, até em momentos que era pra eu me divertir estou entediado, ou então quando de fato me divirto, depois o sentimento de vazio vem ainda maior, não dá pra explicar com palavras, o que posso dizer é que sou extremamente curioso, o que me atrai ao suicídio é o fato de ser uma morte planejada, eu poderia saber quando e como morrer, preparar uma carta de despedida, fazer uma "queima de arquivo" e etc, mas por outro lado, eu ficaria extremamente agoniado em não saber qual seria a reação das pessoas diante minha decisão. É literalmente a curiosidade o que mais me mantém vivo, e por vezes, a curiosidade de saber como seria meu suicídio é a predominante E não falo de tristeza ou depressão, sei lá eu nunca fui atrás de um profissional, mas eu sinceramente não acho que tenha depressão, no máximo TDAH pois de fato sou muito hiperativo e perco o foco muitas vezes, tropeço algumas vezes e (não sei se tem muito a ver) às vezes tenho a sensacão de que estou girando ou caindo, principalmente quando eatou sentado ou deitado em um ambiente escuro, mas assim, eu acho que a vida, especialmente hoje em dia e ESPECIALMENTE para pessoas como eu, é assim mesmo. Eu não preciso estar depressivo para sentir como a vida realmente é, e sinceramente tô cada vez menos ligando pra isso. Eu aprendi desde muito cedo a lidar com silêncio, solidão e tédio(esse é o mais difícil), além do mais tenho imaginação fértil então o meu maior passatempo (entretenimento, hobby chame como quiser) é só me perder na minha mente mesmo. Poxa, tem um universo inteiro dentro de mim para ser explorado, não quero me preocupar com coisas mundanas. E pra quem me critica, dizendo que isso é fugir da realidade, pensem que TUDO (ou quase tudo) que o ser humano faz no tempo livre é exatamente para fugir da realidade. A vida real é meio chata né kkkkkk. Jogar videogame, assistir filme/série que seja, jogar rpg de mesa, ler um livro, ouvir um audiobook ou podcast ou até mesmo uma festa com bebida e música alta, tudo isso serve para as pessoas fugirem da realidade, mas diferente do que eu faço, já que eu fujo da realidade mas pelo menos não fujo de mim mesmo Eu fujia de mim mesmo no último ano do ensino médio, sabe né, aquele ano que ngm liga. Ia e voltava pra escola a pé, e sempre passava na lojinha pra comprar chocolate, me viciei naquilo. Sempre comia no caminho e colocava a embalagem na mochila. Até que resolvi contar quantas embalagens tinham e pasmém, quase 80, isso em um pouco mais de 2 meses Sempre tive um mundo onírico muito vivo, desde criança bem pequena, sinto os meus sonhos de fato, lembro quando tinha uns 6 ou 7 anos sonhei que um guerreiro samurai atravessou a longa katana no meu peito e foi uma das maiores dores que senti. Tento às vezes praticar sono induzido, dou risada dormindo, falo dormindo e por vezes até escrevo ou desenho dormindo (não sou sonâmbulo). Comecei a perceber que boa parte dos meus sonhos envolvem meus alter egos, e na maioria das vezes estão em um ambiente fantasioso (como uma mansão ou castelo mal assombrado, cemitério, labirinto e etc) e precisam trabalhar juntos para resolver os puzzles e escapar Na maioria dos sonhos eu não sou o protagonista ou sequer participo, apenas observo os meus egos, em terceira pessoa Muitas das vezes a minha sombra mata os meus egos nos finais dos sonhos É muito simbolismo envolvido, ainda estou pensando sobre isso, pode ser uma autosabotagem (suicídio) ou então algo do tipo matar o velho para manter o novo, eu não sei Se tem uma coisa na qual eu posso ser grato, é por ter tido sorte para arranjar bons amigos. Sei que muita gente (em especial desse sub) deve ter mais dificuldades com isso, eu por outro lado, apesar de nem precisar tanto pois me dou bem comigo mesmo e na maioria dos momentos até prefiro estar sozinho, tive bons amigos. Às vezes é bom ter uma boa companhia. Aquele meu grupo da oitava série que falei anteriormente, mantenho contato com quase todo mundo, ainda considero sim porém cada um seguiu seu rumo e não tem nada de errado ou anormal nisso. Acho que muita gente que sempre teve dificuldade em fazer amigos cai no erro também de romantizar demais a amizade, do tipo "seremos amigos para sempre" ou sei lá mais oq. É completamente natural que com o tempo o afastamento ocorra, não precisa se sentir mal se as conversas não fluem mais Inclusive uma vez mandei uma mensagem para um amigo não se preocupar comigo pois em no máximo 5 anos provavelmente não iríamos mais nos falar de qualquer maneira, e ele respondeu: "Como assim com certeza continuaremos a nos falar e jogar Airsoft e RPG por muito anos a vir!". Admito que quase chorei lendo isso, e me senti fraco Mas continuando, em especial na internet, existe muito isso. Às vezes vem alguém desabafando por não ter amigos, recebe várias mensagens de pessoas para conversar, porém essas mesmas pessoas depois dão o famoso "ghosting". Olha, isso é bem previsível na verdade. Apenas faça a si mesmo a seguinte pergunta: "Quantos de seus amigos virtuais seriam seus amigos se você os conhecessem no mundo real, ao invés de no mundo virtual?". É apenas um questionamento, mas acho interessante. Pois é muito fácil falar que é amigo de qualquer um na internet Inclusive, entrei num servidor público de discord, daqueles só pra conversar e tal, e pqp parece que é impossível achar um servidor de discord em que a userbase não esteja repleta de adolescentes genéricos que têm problemas de autoestima e passam o dia jogando videogame ou assistindo filme/série/anime, tinha mto pré adolescente tbm de idade entre 11 até 14 anos Não ficava muito a vontade lá, as regras tbm eram muito vagas, não podia ser ofensivo no chat mas não estava definido oq era ofensivo pra staff. Levei um aviso simplesmente pq um adm lá quis, ainda não entendi que regra quebrei, ele provavelmente só estava de mal humor mesmo sla Tinha um canal de desabafo que só podia falar "coisa séria", aí uma vez falei sobre como fico puto por comer muito chocolate e queria mesmo era encher minha perna com tiros de airsoft, aí levei outro aviso por não respeitar a seriedade do canal. Sla né, autosabotagem não é uma coisa séria pra ele? Foda, muita arbitrariedade. Não tem como arranjar um servidor público decente. Sempre tem uma userbase majoritariamente imatura, joguinhos e eventos sem graça e confusos, enfim Mas oq eu queria fazer naquele servidor, eu fiz aqui. Provavelmente não da melhor maneira, certamente não da maneira como eu imaginava, mas está feito Ficou confuso e grande pra caralho lol
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2020.06.11 23:01 alequispres Parece que os vizinhos tão dentro da minha casa.

Eu vivo na mesma casa a 20 anos. Os vizinhos do lado direito tinham filhos, mas não dá minha idade, uns 20 anos mais velhos, e eu não tinha vizinhos da esquerda. Certo dia, 5 anos atrás, o meu vizinho da frente, comprou o terreno da esquerda e mandou um filho dele morar lá com a esposa. Nas primeiras duas semanas parecia um baile funk, a polícia veio umas 3 vezes mas continuaram fazendo festa (eu moro com os meus avós, um tem 80 e a outra tem 65), depois de mais uma semana o barulho parou, e tudo voltou ao normal. Não. O vizinho construiu um galinheiro no muro pra minha casa, e eu moro na região metropolitana de são Paulo, não no interior. Os galos do vizinho não tem relógio, eles cantam as 3,4,5 da manhã. O meu quarto é o último da casa, seguido por um quintal aberto, ou seja, minha janela da direto pro galinheiro. Dentro desse galinheiro tinha também um pavão, não fazia barulho, mas eu achei um fato interessante. Depois de arranjar um galinheiro, o vizinho arranjou 3 cachorros que ele claramente não cuida, estão sempre chorando e latindo pra tudo, eu fico até com dó. Passou dois anos, eles tiveram um filho, e começaram a gritar muito com ele, muito mesmo, com uma criança. Nesse mesmo ano, um dos filhos da vizinha da direita voltou a morar com ela e trouxe os filhos dele, duas crianças, que não incomodavam, brincavam na rua, coisa normal de criança, mas no final do ano passado eles passaram por uma reforma, e construíram uma laje, e adivinha na parede e janela de quem que vai essa laje? Na minha. Enfim, hoje, a laje já está construída, e tudo o que eles falam, parece que estão na minha casa, os vizinhos dos dois lados!!!! Além disso, o vizinho da direita está sempre construindo alguma coisa e batendo na parede, a vontade que tenho e de ficará batendo com um martelo o dia inteiro de volta.
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2020.06.06 03:41 ToTomate A ampunheta

Oi, muito dificilmente vou aparecer na turma feira mas sla quero compartilhar minha história com alguns seres pessoas. Estava eu la no 4 ano (com uns 9-10 anos n me lembro) e do nada a professora passa um trabalho de pesquisa, era sobre os relógios (era em dupla por sinal). Eu fui fazer dupla com meu amigo Arthur (vou ixpor pq sla ve ele ve isso e eu n tenho mais contato com ele sdds) agnt fazia mta merda (ja fizemos desenhos obsenos{sla} na parede da escola) (voltando a historia) nos fomos fazer o trabalho e o relógio q nos foi dado foi a ampulheta (Eu não sei onde nem como nem o por que mas tinha visto em algum lugar da internet algm zoando falando algo sobre punheta e talz kkk). Como você ja pode imaginar fiquei fazendo piadas e agnt ficou rindo falando :ah ampunheta hehe kkk sla. Até que um belo dia o filho de uma mãe (muito legal por sinal) decidiu falar EM VOZ ALTA na frente de TODA a sala e de TREIXXXX professoras E na frente da TIA DA CANTINA!!!: (carls {nome da garota q eu gostava}) se o (meu nome kkk) de pedir em namoro não aceita que ele so pensa em ampunheta/punheta (n me lembro ao certo) KKK essa foi a historia do meu maior mico foi muito triste eu todo inocente n sabia oq era e ninguem sabia na verdade so as professoras que ficaram rindo com vergonha kkkk( demorou p mim descobrir oq era esse ato divino e finalmente entender o pq todos estavam rindo(press F to pay respect)
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2020.05.17 19:03 feliciomoreira Pt-Br: Digital declutter e meus dispositivos

Desde o início da quarentena estou meio atoa já que minha faculdade não ministra EaD, assim, depois de 1 mês terminei hoje o meu declutter das músicas (sempre salvava o álbum inteiro na plataforma que uso, independe se gostava de todas as músicas ou não, e quando ía escutar todas minhas músicas no aleatório sempre acabava usando diversas vezes o botão "próxima" para pular aquelas que eu não curtia). No início do ano eu comprei um leitor digital e doei praticamente todos os meus livros, exceto aqueles de valor sentimental (presentes e os que me marcaram). O espaço físico liberado foi imenso, principalmente pois moro em república e cada cm² é valioso, rs. Além disso, ano passado fiquei praticamente deletando e-Mails desnecessário e hoje tenho um inbox 0 (é maravilhoso). Hoje começo meu "declutter" no Google Photos, aquele "espaço ilimitado" é um grande chamativo mas também uma grande armadilha, sempre "taquei" tudo lá (10+ anos de), fotos, imagens, papéis de parede, documentos (definitivamente não recomendável). Já que a ferramente de busca do serviço é muito boa, espero conseguir separar tudo de acordo sua categoria, deletar fotos repetidas e diminuir um pouco aquele tanto de foto dos rolês com 30 pessoas diferentes rendendo 60 fotos em um único dia. Wish me luck! hhahaa
-meus eletrônicos, não curto laptops, nunca me deixaram na mão-
-Computador -CPU (sff) -Monitor -Mouse -Teclado -Smartphone -Fone sem fio -Fone com fio (pra uso no PC) -Smartwatch -Relógio simples (para uso nos plantões) -Leitor digital e-Books -Carregador portátil (Respectivos cabos e carregadores) PS: também tenho guardado um Dreamcast que ganhei quando tinha 9 anos :D

--GOOGLE TRANSLATED-- (yeah, sorry)

Since the beginning of the quarantine, I’m quite at ease since my college doesn’t teach distance education, so today I finished the declutter (1 whole month) of my songs (I always saved the entire album on the platform I use, regardless of whether I liked all the songs or not) , and when I was going to listen to all my songs at random I always ended up using the "next" button several times to skip the ones I didn't like). At the beginning of the year I bought a digital reader and donated practically all my books, except those of sentimental value (gifts and those that marked me). The physical space released was immense, mainly because I live in student house and every cm² is valuable, lol. Also, last year I was practically deleting unnecessary e-mails and today I have an inbox 0 (it's wonderful). Today I start my "declutter" on Google Photos, that "unlimited space" is a big flash but also a big trap, always "toss" everything there (10+ years old), photos, images, wallpapers, documents (definitely not recommended). Since the service's search tool is very good, I hope to be able to separate everything according to its category, delete repeated photos and decrease a little that much of the photos with 30 different people yielding 60 photos in a single day. Wish me luck! hhahaa
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2020.05.08 18:46 DepoisdoTiro Clarice

(As frustrações cotidianas e a censura social levam o eu lírico ao desastre. Clarice é um poema catarse)
Manhã em caos pela janela aberta,
Clarisse ainda colada à coberta
Abriu os olhos e não viu motivos
De entregar o corpo fatigado
Ao purgatório onde arruinam os vivos

Até o relógio tinha se atrasado
A luz chegara ao quarto, ele calado
Lançou contra a parede o desgraçado

Retorce os cabelos em um amarro
Um cigarro, um café, Mais um cigarro
Melhor se nem tivesse acordado
Quem dera tudo logo terminado
Quisera se alegrar com algo lembrado,
Quimera se sonhasse como antes
O hoje já começa amargurado
Pensar no amanhã é angustiante
Rasgou o calendário pendurado.

Sentada sob a água no banheiro
O choro disfarçado de chuveiro
Procura desviar a consciência,
Não ousa olhar o corpo em decadência

Desenha uma nova aparência
Disfarca a olheira mal dormida
Engole a libido reprimida que não conhece cama há mais de um ano…
Escolhe um vestido italiano
Contrai com a cinta as curvas em excesso.
Recorda um comentario indigesto.

Seu desjejum esta a seu dispor:
São dois moderadores de apetite
Mais dois moderadores de humor

Pisando duro chega até a garagem
De fora é perfeita, sem defeitos
De dentro tudo a ânsia já devora.
Que resta a Cinderella pos moderna?
Pegar a rodovia e ir embora

A fada não mandou a carruagem
A chave nao engata, imprestável
A engrenagem ronca e não acorda
O carro é mais um traste irresponsável
Sai, bate a porta e joga a chave fora
Retorna à casa, refaz seu roteiro
Decerto era tudo um pesadelo
Recebe um bom dia do porteiro
Que dia? Era quase uma da tarde!

Perdeu a consciência esse idiota
Mais um dos que enlouquecem sem alarde

E antes que a maldiga aos vizinhos,
Moeu o funcionário em pedacinhos

Melhor não ser mais nada, a ser infame
Sua própria existência era um vexame
Contrariava até seu próprio nome
Que Clara? Que iluminada? Luz aonde?
São cacos obsoletos, inadequados
O relógio, a folhinha, o porteiro, a chave, o carro
e agora também ela
Na impossibilidade de um conserto
Tascou-se pelo vidro da janela.
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2020.03.02 00:03 RimbaudHighOnCrack Auschwitz

Qualquer barulho é um túmulto.
Nos Ghettos vazios. Mal-assombrados. Onde as bombas badalam meio-dia, como o sino de uma igreja morta, que desmoronou em três dias e não ressucitou.
Fantasmas de couro e prata atravessando paredes, com pranchetas na mão. E os meninos brincando de caça-de-guerra, de tourniquetes, de granadas de meia, enquanto o Olho Ariano assiste amarelo entre as nuvens, seus broches estrelados.
E ao fundo se ouve o apito do trem. Agora nem mais homem, nem mulher. Carga num vagão de chumbo. Rebatendo, rebicando.
Anos-luz até a cabana de madeira. A lamparina rente a porta. Os sonderkommando arrastando as carcaças com olhos leitosos. Sob o túmulo de Birkenau.
O mistério. A nudez coletiva. As tatuagens. O calor da chama nas máquinas. Balas de prata para o exército alemão. A gracha na mão é o novo sangue no batente - salva o primogênito e mata o pai.
E o caminho de volta até as beliches. Chuva escorrendo entre as tábuas de madeira. Pingando entre os dedos do pé.
Os clamores na noite como uivos cansados - Eli Lama Sabactani - dia após dia, a febre dormente consoladora, o delírio, sonhos que duram até depois do amanhecer. Sonhos que duram até depois de aparecer
A Estrela da Manhã com seu queixo ossudo, Herr Kommandant e seus chifres dourados e seus carrinhos-de-mão com pilhas de adolescentes que foram para o arame.
E a fila se forma com a continência e o berro.
Costelas translúcidas com diarréia seca nas coxas se amontoam no chão e lambem o café da manhã como cães revirando lixo.
A sarna comendo o pescoço, os braços e as palmas das mãos. Raquíticos com suas áureas de serafin banhado em gás mostarda.
O inverno polonês. Os beiços craquelados. Os arames farpados. E o Anjo da Morte andando entre crânios e joelhos ao som de Kadishs lacrimejados.
Rabinos esqueléticos como montanhas de sapatos, como montanhas de cuecas cagadas, como montanhas de relógios de prata.
E a Sala de Espera.
Onde as crianças caminham em silêncio, os murmúrios, burburinhos. Roupas brancas e limpas aguardam no Sétimo Céu aos pés de Yaweh - Eli Eli - depois do banho.
E o rebanho se ajunta. Esqueletos macerados, pó que se volta ao pó, com seus peitos e pintos de fora. O roxo nos braços doloridos. Os murmúrios, os burburinhos.
E vem quente o abraço quente do monóxido de carbono, do ácido cianídrico. E a multidão se debate na porta de chumbo. Como porcos presos numa jaula de pesticidas.
Eli Lama Sabactani. Eli Eli Lama Sabactani.
Berros. Unhas se quebram ao arranhar o piso branco. Tosse. Os ossos se partindo. As costelas das crianças pisoteadas - corderinhos em sacrifício de Páscoa.
E o Mar Vermelho.
Silêncio.
Silêncio.
Silêncio.
Silêncio nas barracas.
Silêncio.
Silêncio nas beliches.
Silêncio.
Silêncio nos corredores.
Silêncio.
Silêncio nas fábricas.
Silêncio.
Silêncio nos arames.
Silêncio.
Silêncio na Sala de Espera.
Silêncio.
Apenas as cinzas subindo ao céu
E um novo trem surgindo no horizonte.
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2020.03.01 20:26 Obstinate_slob Encontro no café

ACTO I
CENA I
Aos poucos, a luz vai-se tornando menos difusa. Consegue divisar-se o interior de uma taberna um tanto bafienta. A maioria das paredes e do mobiliário é de madeira escura, com rebiques metálicos detalhados nas esquinas. Ao fundo, um balcão, com tampo de latão baço, qual ringue de patinagem para moscas. Ao centro há uma mesa com duas cadeiras, numa das quais um homem encapuçado, trajando uma casaca negra, espera. Estatura meã, escanzelado, só com a metade inferior do rosto a descoberto. Nota-se que se impacienta. Relanceia para o relógio de parede, cujo tiquetaquear interminável lhe mói o juízo, bufando de exaspero pelos cantos da boca. Remexe-se, inquieto, no seu assento. Quer repoltrear-se, mas as cadeiras velhas vacilam e rincham, sempre que faz algum movimento mais brusco. O que o desencoraja de passar de uma postura de à-vontade para uma de “à-vontadinha”.
Eis senão que se ouve o abrir da porta. Entra uma velhinha, que se dirige com uma passada resoluta, mas pausada, até à mesa. O Encapuçado acompanha-a com o olhar, até que chega à mesa e se senta ao seu lado.
E(ncapuçado) - abeirando-se da Velhinha segreda-lhe - « Sabes quanto tempo me puseste à espera? Pensei que me ia dar o badagaio.
V(elhinha) - Serenamente, sem sequer o encarar- «Mais vale tarde que nunca, não?» -e, depois, como quem não quer a coisa, arrosta-o, uma bonomia de olhos sorridentes estampada na cara.
E - alvoroçando a surdina- «Ah pois, claro!- sopra sarcasmo entredentes- «E o tosco aqui de plantão»- gesticula para si - «que se dane, não é?»- recacha e revira os olhos com teatralidade.
Aproxima-se ainda mais da mulher, desviando o olhar- «Sabes sequer o que está o que está em jogo? Imaginas sequer o que me espera se me apanham?»
V -Procurando apanhar o olhar do Encapuçado- «Se estivesses assim tão importado com o tempo, não estavas agora a fazer esta birra» -* os olhos sorriem-lhe inexpressivamente* . «Já podíamos ter isto despachado…» - reponta, enquanto rebusca o cigarrito do costume no fundo da carteira . «Aliás, sabes bem que estás a salvo aqui» - afiança, enquanto abeiça o cigarro e chispa o isqueiro .
Depois de puxar uma passa, para desafogar a tensão, torna a tranquilizar - «Ninguém há-de dar contigo. Este sítio está às moscas, nem o servente está ao balcão» - esguelha para lá com os olhos, antes de voltar a fitar o Encapuçado - «está na dispensa a passar pelas brasas, como de costume...»
E - Detém o olhar da Velha por uns instantes, a ruminar nos próprios dentes, de nervosismo. Acaba por engolir a impaciência. Recompõe-se. - «Deste-lho?»
V « Sim.»
E «E então?» - faz um gesto circular com o indicador
V: «Espantou-se um bocado, mas aceitou. Afinal, quem é que diz "não" a dinheiro à borla, não é?» - solta uma baforada velhaca e satisfeita - «Ainda para mais, às mãos de uma inocente velhinha…» - pestanejou, afectando uma caricatura de inocência seráfica, sorrindo-se.
E « Se adivinhasse sequer quem és na verdade…»
V - Atalhando o devaneio do encapuçado - « Mas não sabe… E isso dá-nos uma vantagem crucial. Já aceitou a primeira parte do trato. Se gastar o dinheiro, fica a dever-me um favor» - com malícia a transbordar-lhe por entre os beiços jucundos.
E «És aterradora» - murmura por entre um esgar risonho - «E assim que o fizer…»- faz um muxoxo - «entro eu…» - remata, arregalando os olhos e alçando o sobrolho, com entusiasmo destravado.
V «Nem mais. Já sabes como vais fazer?»
E «Ainda estou a congeminar a coisa... - retruca. Um polegar enlevado, aflora-lhe o arco-de-cupido dos lábios - «Mas, também…» - sacode a ideia com a mão, como que repente tornando com os pés à terra - «É só um adolescente, não há-de ter grandes coisas metidas na cabeça, além de videojogos, mamas e bater gaiolas...»
V « Tem de ser um desejo bastante forte. Se pudesse, fazia-o eu, mas… - trejeita com contrafeita resignação- já sabes como é, não posso ser eu a tentá-los…»
E « Não te preocupes. Quem melhor para fazer os homens cair em tentação que eu?»
A Velhota compraz-se com as palavras do Encapuçado e esborracha o cigarro contra o cinzeiro. Levanta-se, lesta e airosamente, e afasta-se da mesa para sair. As luzes apagam-se lentamente.
FIM DE CENA
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2020.02.15 02:28 carretinha O padre e A Baronesa

Em uma aldeia havia um padre conhecido pela sua piedade com os monstros. Possuídos de todos os lugares viajavam até a pequena aldeia para serem curados de seus demônios. O padre atendia em uma pequena igreja, sem bancos, feita de madeira, pintada de branco, que era quente demais no verão e fria demais no inverno. A simplicidade das instalações não incomodava aquele sujeito humilde, porém a Baronesa se contorcia de ver um servo de Deus trabalhar num lugar tão mal cuidado. Claro, isso não seria um problema se Ela não tivesse que ‘visitá-lo’ toda dia de missa.
A Baronesa, dona daquelas terras e outras na região, tentava emplacar seus novos produtos no mercado. Máquinas como o mundo nunca tinha visto, criaturas metálicas espertas, programadas para todo tipo de tarefas: limpeza, construção, cuidado com as crianças, vigilância dos escravos, mordomos e tudo mais que o cliente pudesse imaginar. Mas o povo, pobre de conhecimento e ainda mais pobre de dinheiro, olhava para as máquinas com desconfiança, viam em seus olhos amarelos e iluminados motivações ocultas e sombrias. A Baronesa, sabia o que o povo pensava de suas construções e se surpreenderia se fosse diferente.
“Esses ignorantes e imbecis, não compreendem os avanços da tecnologia! Mas de que adianta? Ainda que entendessem, nada poderiam fazer! Essa gentalha não consegue manter uma moeda no bolso. Oh, imagine! Nem que juntassem todos os pobretões de todas as aldeias da região, não conseguiram comprar um peça das minhas maravilhosas máquinas.”
O que a surpreendia era a reação dos seus pares, os sofisticados baroneses, duques e nobres, que rejeitavam com igual força suas ideias sobre a modernidade.
“Minha querida Baronesa, a senhora possui tantas terras boas, devia focar em cultivá-las ao invés de construir essas criaturas de metal.”
Para impressionar a nobreza, encontrar possíveis compradores ou pelo menos alguém que a apoiasse, a Baronesa gastava partes enormes da sua interminável fortuna com festas e mais festas. Onde as máquinas serviam, cozinhavam, faziam segurança e entretinham os convidados, sem parar, sem reclamar e sem se cansar.
No entanto os barões, duques e nobres não pareciam impressionados e tratavam com profunda indiferença as maravilhas da tecnologia. Num mundo iluminado por velas, onde moinhos de água tinham acabado de ser inventados, tais criaturas metálicas pareciam apenas uma alegoria festiva, um enfeite, algo que está ali por estar e ao mesmo tempo não existe, uma mistura estranha entre personagens bizarros de circo e mendigos de rua.
Foi durante uma missa, num dia extraordinariamente quente, agravado pelas instalações da igreja; no meio da aglomeração do povo, que se agregava mais próximo do altar para acompanhar mais um exorcismo e cura de um monstro; onde a nossa querida Baronesa se sentia absolutamente desconfortável; que Ela teve a ideia de que
“Se meus pares fecham os olhos para as modernidades, a igreja há de abri-los.”
Foi assim que irrompeu um grito pedindo atenção. O povo, até então atento a cura, voltou-se para Ela. Até o monstro sobre o altar se virou. O único que não se mexeu foi o padre, pois aquele era o momento mais crucial do exorcismo, se ele saísse do transe a alma daquela pessoa poderia se perder para sempre.
“Senhoras e senhores, desculpe-me interromper o espetáculo que é a cura divina! Todavia preciso anunciar para todos vocês, que depois de tantos anos que passamos neste lugar caindo aos pedaços, finalmente teremos uma nova igreja! A doação, claro, será feita do meu próprio bolso e construída com minhas próprias máquinas, de modo que todos só tem a ganhar.”
O povo que desconfiava no começo da fala, sorriu ao ouvir ‘do meu próprio bolso’. Mas logo fechou a cara novamente, ao ouvir ‘com minhas próprias máquinas’. Afinal, se não fossem por essas malditas criaturas de metal, os pedreiros teriam algum trabalho e receberiam o suficiente pra gastar no bar, no verdureiro e na peixaria; que faria com que a dona do bar, a moça das verduras e os pescadores tivessem mais dinheiro pra gastar no padeiro, no alfaiate e no ferreiro; e assim, sucessivamente. De modo que o pouco dinheiro pago aos pedreiros passasse pela mão de todos na aldeia, em seguida na mão de todos das aldeias vizinhas, até enfim ser pego por cobradores de impostos e finalmente se perder dentro do cofre de algum nobre.
Apesar da decepção, o ânimo geral foi positivo. Afinal uma igreja nova ainda era melhor que nada. E embora duvidassem das intenções da Baronesa e de suas criações, jamais duvidariam de sua Fé, que alegavam ser a maior entre todo povo comum. Boatos passados de boca em boca diziam até que Ela era capaz de realizar milagres, mas claro que não passavam de boatos.
Entretanto por mais fervorosa que fosse a Baronesa, a ponto de sair da sua confortável mansão no topo do Monte; descer a pé todo o morro; atravessar o rio; subir a colina onde estava a igreja; e fazer o caminho de volta todas as vezes que ia à missa, Ela ainda questionava certas ações do padre. A Baronesa, assim como todos ‘cidadãos de bem’, defendia que os monstros não deveriam ser curados, muito pelo contrário, deveriam ser caçados e mortos pelos crimes que cometeram contra Deus, pois ‘os crimes contra Deus’ eram a única explicação para tem se transformado. Isso se não tiverem matado gado, ou estripado alguém depois que assumiram a sua forma monstruosa.
Após o anúncio ninguém mais assistia o exorcismo e para o padre isso não fazia diferença, na verdade era até melhor. Não gostava de fazer os exorcismos em cima do altar ou em público, se o fazia daquela forma era por dois motivos: O primeiro, era literalmente por pressão popular, porque uma vez o povo quase quebrou a porta dos fundos da igreja enquanto tentavam espiar um ritual. E o segundo, porque aquela era uma boa forma de divulgar seu trabalho e atrair aqueles que precisam de cura. Portanto apenas um exorcismo era feito em público e só no final da missa, se ainda houvesse outros possuídos a serem curados eles seriam atendidos na parte de trás da igreja, quase em segredo.
Só depois que o demônio foi expurgado e finalmente o monstro pode olhar no espelho e ver a pessoa que era, que o padre abandonou o transe e a concentração no trabalho. E não demorou muito a saber da novidade através dos cochichos e conversas que corriam por toda assembléia:
“Onde ficará a nova igreja?”
“Será que vão derrubar essa daqui?”
“Tomara que tenha uma torre do sino!”
“Espero que não seja em cima do morro.”
“Ia ser lindo se fosse em cima do rio!”
Assim que pescou informação o suficiente sobre a construção da nova igreja, foi imediatamente contra. Jamais um único fiel deveria ser responsável pelo dinheiro e construção do templo, porque
“Um templo, assim como a Fé, deve ser uma construção conjunta. Feita pela dedicação e amor das pessoas e não por ganhos materiais ou glória pessoal. O marceneiro deveria trabalhar a madeira que o lenhador cortou e doou, para que os ajudantes usem os pregos que sobraram da construção de suas casas, para pregar juntas as tábuas. Todos trabalhando juntos, sem ninguém cobrar a ninguém, cada um fazendo e doando de acordo com o que pode e tem!”
“É assim que deveria ser construído um templo! E foi assim que foi feita essa capela.”
Esperou a multidão se dispersar e foi conversar com a Baronesa, que por sua vez estava ansiosa para contar os detalhes da obra.
“Eu agradeço sua oferta minha querida, mas um templo assim como a Fé deve ser uma constr...”
“Desculpe senhor padre, porém acredito que alguém mais competente deveria tomar a decisão. Passados mais alguns anos ou uma praga de cupins e esse lugar vem abaixo! Além disso o povo clama por um lugar mais confortável! Já lhe aviso: se o senhor insistir em recusar minha proposta, enviarei a oferta ao bispo.”
“QUE ENVIE ENTÃO! Mas saiba que nunca estarei de acordo com um templo feito tão mundanamente!”
Foi uma discussão acalorada, contudo não foi nem a primeira, nem a mais tensa delas. O padre e a Baronesa tiveram várias discussões em torno da Fé, da organização da aldeia, das leis e de outros vários assuntos. Mantinham ao mesmo tempo um profundo respeito e um certo desafeto um pelo outro, mas nunca rancor.
O padre achava que as ideias da Baronesa eram afastadas demais da comunidade e pouco preocupadas com a benevolência, apesar de estarem de acordo com as palavras de Deus. Para a Baronesa, as ideias do padre eram sempre ideológicas demais e pouco práticas, apesar de estarem de acordo com as palavras de Deus. E como era a concordância com as palavras de Deus que decidia quais eram as melhores ideias, eles não tinham critério de desempate. Costumeiramente, o padre ganhava as discussões, por ter uma posição mais próxima de Deus, mas as coisas costumavam ser feitas ao modo da Baronesa, por ter uma posição mais próxima do Governador.
No fim, o projeto foi enviado ao bispo que o aceitou imediatamente, formando uma comissão de bispos para abençoar o local da nova igreja e os objetos santos.
A planta da igreja, também incluía uma área no subsolo que seria a nova casa do padre. Ele, até então, morava num pequeno quartinho de teto baixo, na parte de trás da capela, dormia num colchão fino colocado sobre o chão, que fora presente do pescador. O cômodo também possuía ainda um fogão a lenha, montado pelo ferreiro. O banco e a mesinha onde o padre realizava seus estudos, ambos bambos, eram peças defeituosas doadas pelo marceneiro e um pouco mais afastado havia uma fossa com cabine, feitas pelo próprio padre, onde ele fazia suas necessidades.
A Baronesa foi rápida para mostrar serviço, e assim que abençoaram o local as máquinas deram início a construção. Os bispos ficaram encantados com a forma que aquelas criaturinhas de metal trabalhavam, tão encantados que se sentaram num ‘acampamento de obras’, montado pela Baronesa, para assistir a construção. Quando anoiteceu, a casa do padre já tinha o piso e todas as paredes. Logo antes de se retirarem para dormir os bispos perguntaram a Baronesa:
“Suas construções não vão descansar?”
“Ah, senhor bispo, não se preocupe, elas não precisam disso, podem trabalhar por dias seguidos. Inclusive, garanto aos senhores que a igreja estará de pé e decorada antes do dia de missa.”
Os bispos se surpreenderam com a promessa. Uma igreja como aquela demoraria ao menos três meses para ser construída por mãos humanas, se essas fossem mãos de pedreiros experientes talvez dois e meio. Porque a Baronesa falou muito bem delas, os bispos esperavam que as máquinas fizessem em um mês, tanto que a maioria deles tinha planejado ir embora no dia seguinte, menos o bispo responsável pela região que faria a primeira missa e o batismo da igreja. Contudo já que a Baronesa prometeu uma entrega tão rápida, todos resolveram esperar para realizar uma grande missa de batismo.
***
As máquinas trabalharam durante toda a noite. Elas têm a forma que melhor condiz com o seu trabalho. Sim, porque diferente das obras feitas por pedreiros, onde cada um faz um pouco de tudo, as máquinas possuem uma função específica, então necessitam de um corpo específico. Enquanto uma passa o cimento, a outra coloca os tijolos; uma ajuda a secar o cimento e, ao mesmo tempo, outra passa a massa onde o cimento já secou; uma é responsável por ajudar a secar a massa e a outra por pintar onde a massa já secou; algumas ajudam a levantar aquelas que trabalham em andares mais altos; sem falar na batedora de pregos, nas carregadoras, nas colocadoras de móveis e decoração, etc. Tudo isso é perfeitamente sincronizado, para que não se pinte onde a massa está molhada; não se pise onde o piso ainda não assentou; ou para não secar o cimento antes de colocar os tijolos.
Todavia diferente de um relógio, que para funcionar depende de todas suas engrenagens perfeitamente encaixadas, nos lugares e tempos específicos, tais criaturas trabalham de modo tão sincronizado porque se comunicam. Sim, e se comunicam de uma forma parecida, mas ao mesmo tempo muito diferente daquela dos humanos. Sua precisa e avançada ‘fala’ é composta por vários sons de *beep*, e cada máquina tem um *beep* de tom e altura diferentes. Durante a execução de uma tarefa elas ‘falam’ de forma incessante, para alertar umas às outras de suas ações, logo todas precisam conhecer a ‘voz’ uma das outras, a fim de ter uma noção sobre ‘o que ocorre onde’ na execução da tarefa.
Contudo não só na linguagem elas lembram os humanos, elas pensam, tem sentimentos, personalidades, gostam de certas máquinas e desgostam de outras. Apesar de serem fisicamente iguais e pintadas do mesmo jeito, o colocador de tijolos 36579 é alegre e festivo, enquanto o 85479 é introspectivo e silencioso, isso fica evidente em seus movimentos e também no tom e frequência de seus *beeps*. Um humano até poderia perceber isso, se pudesse observá-los atentamente durante dias, no entanto para as máquinas a diferença de personalidade entre eles é gritante. Claro, a personalidade deles pode até fazer com que ajam de forma diferente, mas de modo algum isso afeta seu trabalho, pois apesar de mover o braço um pouco mais e se agitar de vez em quando, o 36579 precisou colocar os tijolos da mesma forma e ao mesmo tempo que o 85479, para que as paredes ficassem prontas juntas.
Um humano provavelmente se sentiria desconfortável de ter que trabalhar de forma tão mecânica, sem poder imprimir sua personalidade, sua ‘marca’ no trabalho. Só que essa é a beleza para as máquinas, elas adoram ser todas diferentes e ainda assim trabalhar de jeito igual. O sincronismo as deixam felizes. Trabalhar para elas não é muito diferente de uma dança, uma dança num mundo onde todos são exímios dançarinos.
E naquele dia participaram de seu grande baile, que se estendeu por toda noite, quando tiveram de cochichar, mantendo seus *beeps* baixinhos para não acordar as pessoas humanas. Com a chegada da manhã seguinte, dançaram novamente sob o dia, cantando *beeps* mais altos, porque os humanos faziam muito barulho. E dançaram, trabalham, cantaram e cochicharam durante os dias que vieram, até que…
***
Na manhã do ‘dia “antes do dia de missa”’ a igreja estava pronta. Era grande, definitivamente maior que a velha capela. Ainda não chegava aos pés de uma catedral, porém tinha os tijolos mais bem colocados, as paredes mais bem niveladas, os únicos bancos posicionados com precisão milimétrica e um altar perfeitamente arrumado, com os todos utensílios alinhados, prontos para o início da missa.
As máquinas, orgulhosas do seu trabalho, se retiraram e aguardaram, ao lado da igreja, o despertar da Baronesa. Dispuseram-se em fileiras organizadas por função e aproveitaram o tempo de espera para conversar. Demoraram apenas 12 segundos para discutir profundamente sobre os mais variados assuntos, a comunicação delas era realmente muito eficaz. Nesse pequeno intervalo de tempo conversaram sobre: como os humanos eram estranhos, como gostaram de finalmente fazer um trabalho fora da mansão, teorizaram sobre os pássaros que cantavam na manhã, flertaram, fizeram novas amizades, planos para os próximos trabalhos, etc. Depois ficaram paradas. As mais afobadas tremiam de levinho, ansiosas para que sua Mestra dessem-lhes mais ordens, afinal gostavam muito de trabalhar.
A aldeia inteira, e boa parte das vizinhas, estava presente para a missa, que foi coordenada sobretudo pelo bispo regional, contando com as participações pontuais e diversas bênçãos dos bispos das outras regiões. Finalmente, depois de anos à frente do altar, o padre podia assistir uma missa como simples fiel e isso trazia-o boas lembranças.
Ao final da missa, e antes de conhecer sua nova casa, o padre perguntou a Baronesa se Ela havia construído um lugar para realizar a cura dos possuídos. Ela disse que não, que havia esquecido, mas os dois sabiam que o ‘esquecimento’ era proposital. Era mais provável que ela tivesse construído um abatedouro do que um lugar de cura.
“Se não construiu não há problema, eu os receberei na minha casa então.”
Em sinal de respeito, a Baronesa presenteou o padre com uma máquina ajudante, que ele só aceitou depois de muita relutância.
“Senhor padre, faça o favor de aceitá-lo, o senhor bem sabe é um tremendo desrespeito cometer a desfeita de rejeitar um presente.”
O ajudante foi instruído por sua Mestra a apresentar a casa ao padre, que levou alguns amigos e o bispo da região consigo. Desceram a escada atrás do altar, que levava à casa. Tudo tinha sido construído e organizado nos padrões mais modernos, o padre, que era um sujeito simples, não gostou da casa de primeira, desconfiava do estranho vaso de porcelana com água dentro, que ficava onde o ajudante disse ser o banheiro. Julgava que aquilo tinha intenções malignas.
Na verdade várias coisas na casa pareciam ‘erradas’, as velas nos candelabros nunca apagavam, a casa estava fresca demais para uma casa no subsolo e havia sempre uma brisa vinda de algum lugar. No final da visita, encontraram várias escotilhas bem discretas, por onde entravam ar e luz. A Baronesa podia não gostar do padre, mas queria que a casa fosse o mais funcional possível. Porém foi só depois de abençoar a casa mais de 15 vezes e finalmente descobrir como funcionava o vaso de porcelana que o padre se livrou de um certo ‘sentimento ruim’.
O ajudante era muito útil. Ele ajudava a preparar a missa, limpava a casa e a igreja, preparava comida e fazia companhia pro padre nas madrugadas. E apesar de achar estranho no começo, o padre foi, aos poucos, se acostumando com a natureza daquele ser flutuante com uma grande lâmpada amarela no meio do rosto. A máquina se auto denominava ‘Ajudante 2047’, tinha uma personalidade extrovertida e adorava falar. Isso incomodava a Baronesa que estava prestes a tirar-lhe o modulador de voz, quando teve a ideia de dá-lo ao padre. Nada poderia tê-lo deixado mais feliz! O padre era quieto e gostava de ouvir as pessoas, então tratava o ajudante com paciência, até quando ele falava demais, o que na opinião do padre não acontecia com tanta frequência, afinal a comunicação dele era estranhamente… eficaz. A maior parte das conversas eram sobre as pessoas. Apesar de nunca falar diretamente com elas, o Ajudante 2047 adorava ver seu comportamento estranho e ficava sempre ansioso para interagir, contudo toda vez que se aproximava de alguém a pessoa se afastava, às vezes com um olhar de repúdio, às vezes com um olhar de medo, mas na maior parte das vezes com uma mistura dos dois. No dia seguinte, o padre teria que encontrar e explicar para a pessoa que o ajudante não faria-lhe nenhum mal. Todavia mesmo com tantas explicações as pessoas ainda evitavam-no, então contentava-se em observá-las.
Agora que não precisava fazer todo trabalho da casa e igreja sozinho, o padre era mais visto do lado de fora, onde ajudava qualquer um que precisasse e não cobrava nada em troca, pedia apenas que comparecessem à missa. Vivendo assim, o padre e o Ajudante ajudaram-se mutuamente e logo isso virou a vida ‘normal’.
Com a reforma a igreja ficou mais famosa e a fila de possuídos cresceu, indo muitas vezes da sala da casa do padre até a entrada da igreja. Ao atender um enfermo, primeiro ele tinha de escutar suas confissões, em seguida concedia-lhes perdão e só depois fazia a oração de expurgo, para livrar-lhes. Alguns viam os sintomas da possessão desaparecem imediatamente, deixando cair qualquer escama, pêlo ou pedaço de pedra que, porventura, vieram a crescer; outros só melhoravam com o passar dos dias, mas seus sintomas iam embora sem deixar qualquer evidência. Os primeiros a serem atendidos eram aqueles que estavam em situação mais grave, ou seja, aqueles prestes a completar a transformação e perder o controle. Destes, alguns eram atendidos antes do final da missa, outros no lugar que estavam assim que fila se formava. Licantropia, glutanismo, petrificação, harpeismo e duplicismo eram os casos mais comuns, mas havia uma infinidade de outras possessões.
Um dia houve uma discussão sobre quem construiria a nova ponte sobre o rio, a Baronesa logo ofereceu suas máquinas, em troca, claro, de uma pequena contribuição da população. Já o povo queria que o marceneiro e o pedreiro fizessem a ponte. O padre, como sempre, tomou o lado do povo, pois sabia que se deixasse a construção nas mãos da Baronesa e suas máquinas o dinheiro jamais sairia dos cofres dela. Quando mandaram o impasse para o Governador, todos temiam que a Baronesa fosse ganhar, então o padre arquitetou um plano: avisou todos na aldeia, de modo que a Baronesa não ficasse sabendo, que seria feita uma missa importante no ‘dia depois do próximo dia de missa’. Durante essa missa ‘escondida’ eles arrecadariam os fundos para a ponte, que deveria ser construída antes que chegasse a ordem do governador. Assim, quando a Baronesa descesse de sua mansão no ‘dia de missa’ a ponte estaria pronta e o dinheiro continuaria entre o povo.
“Sei, senhor bispo, que este não é o plano mais honesto, mas o povo não aguenta mais entregar suas moedas à quem nunca às retorna.”
Confessou o padre, em lágrimas. O bispo apiedou-se do homem e respondeu-lhe que aquela devia ser a vontade de Deus, portanto não haveria castigo.
A Baronesa trabalhava em suas máquinas na varanda da mansão quando viu uma aglomeração na frente da igreja. Era normal que houvesse ‘missas depois do dia de missa’, Ela própria ia às vezes, o estranho era estar tão cheia. Pensou um tempo sobre o assunto, perguntou-se se havia esquecido alguma data especial, até que se lembrou da discussão e conjecturou que aquilo só poderia ser um plano do padre. Com pressa, desceu pela primeira vez o morro com suas roupas de trabalho, tomaria-a muito tempo colocar as roupas chiques, que costumava usar quando descia ao povoado. Andava rápido, porém o caminho era longo e ela só chegaria ao final da missa, mas talvez, a tempo de frustrar os planos do padre.
O padre que havia organizado a missa do lado de fora, exatamente para que pudesse ver o abrir e fechar do portão da mansão, acelerou a missa e conseguiu recolher o dinheiro antes que ela atravessasse o rio. Aflito, disse que não haveriam exorcismos públicos e que aqueles que necessitassem de ajuda deveriam procurá-lo em sua residência.
Neste dia havia um homem, que estava acompanhado de uma enorme criatura envolta num manto negro. O povo sabia que aquilo só podia ser um monstro em estágio final de transformação. A criatura era a esposa do homem e tinha sido possuída por um demônio glutão. Ao ouvir que deveria esperar ainda mais para ser curada, ela perdeu o controle, deixando-se levar pelos pensamentos sombrios que a atormentavam. Ficou furiosa, arrancou a capa que cobria o corpo e o rosto, e respondendo respondendo aos protestos do marido, que implorava para ela colocar o pano de volta , vociferou:
“Estou cansada! Estou com fome!”
O monstro era terrível, gordo, sem pelos ou cabelo, tinha horríveis bolas de pus amarelado, que se espalhavam como furúnculos por todo o corpo. Seu rosto era completamente deformado, a ausência de lábios fazia com que seus dentes e gengiva ficassem totalmente expostos. Porém a pior parte era a carne e pele que faltavam na lateral direita do torço, fazendo com que as costelas ficassem de fora e que fosse possível ver alguns dos órgão internos da criatura, mas o pedaço não parecia ter sido arrancado, não, pelo contrário, estava em formação. A carne borbulhava e parecia crescer muito lentamente, desejando cobrir as vísceras e formar o braço que faltava.
A criatura começou a andar em direção ao altar. As pessoas assistiam a cena paralisadas, em choque, horrorizadas. Ao dar o segundo passo, ela esbarrou no homem do casal à frente. O resultado fez com que o pânico tomasse conta do público, que finalmente disparou a correr em todas as direções. Primeiro, o homem ficou preso, depois seu corpo foi sendo pouco a pouco absorvido pela carne do monstro, e na medida que ia sendo ‘incorporado’ o lado direito do monstro enchia-se de carne, pele e bolhas de pus. A esposa do homem até fez um esforço para salvá-lo, mas ao ver a carne sendo derretida e sugada, vomitou e caiu para trás, para, em seguida, sair se arrastando de costas pro chão, incapaz de desgrudar o olhar do horror que acontecia em sua frente. Por sorte, o monstro a ignorou, seu olhar, faminto e furioso, dirigia-se para o padre, que preparava uma oração desde que este havia tirado o manto. Precisava do exorcismo pronto quando tocasse no monstro, do contrário seria absorvido.
Nesse momento a Baronesa já estava chegando e pode ver tudo com seus próprios olhos, furiosa, ela cerrou os punhos e começou a rezar. A criatura encarou o padre até que o corpo do homem fosse totalmente absorvido, aquela ‘refeição’ tinha sido o suficiente para formar um braço grotesco, mas não para preenchê-lo de carne, sobrara então por todo lado direito do monstro buracos, por onde se via os ossos e partes internas. Isso deu ao padre tempo para terminar o exorcismo. Semi-acabada, a criatura avançou correndo aos tropeções, como as criaturas infernais normalmente fazem, o padre só precisava tocar na criatura e fazer a segunda oração para a salvação das duas almas. O homem absorvido já estava morto, porém sua alma precisaria ser libertada e a possuída, exorcizada. Fazer isso em tão pouco tempo não seria tarefa fácil, mas tinha de tentar.
O monstro já estava perto. O padre sentia o cheiro podre, ouvia as passadas pesadas, os grunhidos inumanos, mas manteve os olhos fechados e o coração sem medo. Calculou a posição do monstro e no momento certo esticou o braço. Ouviu um grito, mas não sentiu o toque. Abriu os olhos. Sua mão estava a centímetros da criatura.
Algo estranho havia acontecido. A Baronesa tocava o monstro pelo lado, que congelado como uma estátua, tinha uma expressão de terror e tristeza nos olhos, um terror que só um possuído poderia sentir. O terror de ter seu corpo mudando a composição de carne, ossos e órgãos para cinzas, o que causava uma dor alucinante, o terror de ter sua alma sendo desmembrada, estraçalhada e destruída, o terror de saber que não vai nem para o céu ou para o inferno e sim para o vazio da inexistência, o terror de sentir tudo isso e não poder gritar.
Do lugar onde a Baronesa tocou, espalhou-se uma cor cinza por todo corpo do monstro, com uma textura que não lembrava pedra, mas, sim, pó acumulado. O padre teve tempo de ver o efeito tomando o corpo da criatura, que apesar dos pecados e da morte, possuía ainda um resquício de humanidade e tinha salvação. Também teve tempo de reparar em uma lágrima, que escorria do olho ainda não transformado em cinza da possuída. Quando foi finalmente inteira afetada pelo toque, ela se desfez e suas cinzas levadas pelo vento. A alma das duas pessoas, assim como a do demônio haviam sido completamente destruídas. O padre sabia que aquilo não era um exorcismo, era uma outra coisa, mais antiga, mais cruel, mais perigosa…
“Ela... ela lançou um sortilégio?”
Foi o que pensou, enquanto encarava a Baronesa, que estava pingando suor, cansada, ofegante, suja de terra e graxa. Ela olhou em seus olhos, mas não disse nada, apenas se virou voltando para a mansão.
Durante a noite, máquinas de limpeza desceram, para limpar o que sobrou das cinzas.
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2020.01.20 10:38 Marcia1970 Relógio de Parede

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2020.01.13 13:31 Limp-Diver Convivendo com um familiar bipolar

Bom, tenho 17 anos e como muitas outras pessoas que tem a mesma idade, eu ando bem estressado e ansioso com essa questão dos vestibulares. Dia 6 eu fiz a 2ª fase da FUVEST e se eu acertei 60% é muito. Enfim, não é bem esse o foco do desabafo. O que anda me destruindo de verdade é um problema que eu tenho em casa. Minha mãe tem transtorno bipolar, fazendo com que ela tenha crises de mania em intervalos irregulares (a última tinha sido há uns 8 anos) e fique completamente fora de si. Aqui em casa somos eu, meu pai e minha irmã (mais nova) e só a gente está acompanhando a situação da minha mãe. A gente não tem família aqui perto pra buscar apoio. Esse episódio de mania começou há quase 2 meses e estamos eu e minha irmã passando dias inteiros com a minha mãe dentro do apartamento, porque meu pai precisa trabalhar e só volta de noite (exceto nos finais de semanas, que ele só trabalha sábado de manhã).
Nessa crise ela já fez de tudo; no começo ela só ficava eufórica, agitada e começava a tirar tudo do lugar, quebrava algumas coisas, mas o mais triste era ver uma mãe num estado irreconhecível. Aí a coisa começou a evoluir, a agitação foi aumentando e se agravando e assim, eu comentei antes que a gente não tinha família próxima pra pedir ajuda, bom, a gente tem. O irmão dela mora por aqui e ela pediu pra ficar na casa dele durante um tempo, e nós levamos. Acontece que ele exagera um pouco na bebida e logo na primeira vez que deixamos ela lá, ele ameaçou meu pai com uma faca, então por conta desse lance com a bebida a gente acabou voltando ela pra casa depois de uns dias, porque ela não pode ficar na responsabilidade de alguém que não sabe cuidar nem da própria vida. E dessa vez que fomos buscar minha mãe meu tio também não queria mais ficar com ela, meio que ele expulsou ela de lá. O problema maior é que não só meu tio é agressivo com meu pai, como também minha mãe foi ficando agressiva com o decorrer da crise. No início ela xingava muito meu pai, brigava com ele, ficava dando tapas, só que isso foi evoluindo; agora não é mais só com ele, esses dias ela jogou água quente na minha irmã, ontem ela atirou um relógio de parede em mim.
Outra coisa que virou ponto pra estresse é que ela começou a fumar e mesmo que seja algo pequeno, é algo que eu não suporto. É um maço inteiro todo o dia e se ela fica sem, ela surta. Nosso apartamento é muito pequeno e como ela não pode sair de casa sem ninguém acompanhando, ela costuma fumar aqui dentro mesmo e o cheiro se alastra por tudo que é canto.
A gente já foi em duas consultas com o psiquiatra, na primeira ele passou a medicação e na segunda ele aumentou as doses. O problema é que ela se recusa a tomar os remédios, insiste que nunca ficou doente na vida e que quem precisa de remédios são os outros, principalmente meu pai, que segundo ela é um psicopata. Eu acho que isso acaba sendo o mais enfurecedor. Somos só nós três tentando fazer o que a gente pode, meu pai é um 'psicopata' e eu e minha irmã somos os piores filhos do mundo, enquanto meu tio, que expulsou ela de casa e não dobrou um dedo pra visitá-la, é idolatrado. Felizmente, com um pouco de esforço, eu consigo dar os remédios pra ela direitinho, contanto que não seja nem minha irmã, nem meu pai, ela acaba deixando ser medicada.
Outro problema é a falta de horas de sono, porque minha mãe dorme muito pouco mesmo sendo medicada. Ela costuma dormir por volta da 1:00h e acorda por volta das 6:00h - 7:00h, e sempre acorda fazendo uma barulheira infernal, se não está gritando, está quebrando coisa. Já virou um despertador praticamente e nisso ela é bem eficiente.
Coisas 'menores' que ela faz mas que ainda contribuem pra deixar a situação pior são uns rabiscos nas paredes (vou ver se consigo linkar umas fotos nos comentários). É algo que não me afeta diretamente, mas que acaba pegando um pouco porque acaba sendo um lembrete constante do estado mental da minha mãe.
De uns 30-40 dias pra cá eu venho me sentindo muito pra baixo, não consigo fazer absolutamente nada. Mal da vontade de sair de casa. Eu queria ter alguém pra conversar pessoalmente, normalmente eu só converso com meus amigos 'virtuais' por Discord, só que costumam dormir até bem tarde, então comecei a escrever esse post. Eu também ando tendo uns pensamentos suicidas que vem sendo mais frequentes. Eu não acho que eu vá me matar nem nada, eu acho que tenho um estado mental bem estável se não estiver perturbado por uma situação assim. Eu só espero que isso acabe logo e que tudo vire motivo pra dar risada dentro de alguns meses.
Não sei se tudo isso ficou claro de ler, qualquer coisa eu tendo editar, mas se leu até aqui, obrigado!

Edit: Foto parágrafo 6 - http://prntscr.com/qn0ndy
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2019.10.28 19:48 readyfortheplague Diz curto que eu digo calma ! pra ver se o vento sopra !

Eu não preciso se me diz
não quero se me tenho nas planícies alagadas das aladas percepções
eu não tenho obrigação vigente
eu não sou aquilo que puder ser
esse novo já não basta
nem parte da premissa absoluta de sua casta
eu não vou te amar
eu não quero
eu nem tenho como !
se eu perco a dúvida mas ganho o sono
se depender da mão que faz o dengo
eu sei que vou sempre perder
porque no antro da loucura eu sou rei
e isso é verdade ! você já disse isso ! eu sei
um não poderia resolver toda essa questão
pra quem de posses doiradas vertiginar se ao se tocar
e saber que não feito daquilo
que vale mais do bolso a moeda ao porco
do cofre o parede descascada
também !
se dizes como os outros falam não fala nada !
e escapar é mais fácil do que permanecer pra lutar
ainda mais em tempos sem arma
Se a minha falha fica mais fácil pra quem pondera
do lado de relutâncias primordiais na avareza de cada gesto !
pelo menos pro cofre ! ou pra parede descascada vale mais
sei não ! se relógio não anda ! não tem por onde correr
se não na parede descascada !
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