Bruxa namoro

Vai deixar você mais confiante e com coragem para pedir ele em namoro, Dar coragem a ele para pedir em namoro você, entre outras coisas. Ou seja esta prece vai trazer para perto de você o namorado que você deseja arrumar. Por isso se você realmente deseja mudar a sua vida e encontrar o namorado dos seus sonhos começa orando hoje. -Credo para reatar namoro.-13 elementos.-Oraçao do cachorro.-Oraçao do perdao.-Feitiço da bruxa espanhola.-Sao Marcos da pedra preta. E + as oraçoes extras. Hahaha meu gatinho ñ vai dar outra, vai voltar pra mim logo logo. ASSIM SERAAAA.. Bjsss e boa sorte pra todo muundo. 11 de janeiro de 2013 09:33 QUEM News Bruna Marquezine curte tuítes que ironizam rumores de namoro com Enzo Celulari Atriz de 24 anos de idade e filho de Claudia Raia viraram assunto nas redes sociais nesta terça-feira (16) 5/jun/2020 - Explore a pasta 'Witchy witchy' de May no Pinterest. Veja mais ideias sobre Bruxas, Wicca, Estética bruxa. Bruxa Original NÃO sou vidente,NÃO tenho poderes sobrenaturais, NÃO faço amarrações, NÃO indico quem faça e quem me procura para isso está perdendo seu tempo e me fazendo perder o meu!!O nome 'Bruxa' é apenas uma brincadeira, sou apenas uma estudiosa do tarô, que é algo que não está relacionado a religiões ou crenças. Nem Te Conto Que bruxa! Mais de 40 famosos terminaram o relacionamento em 2017; relembre Lista conta com os principais términos do ano Redação iBahia ([email protected]) As bruxas do amor são conhecidas devido ao seu enorme conhecimento sobre o mundo místico, a feitiçaria e sobre o conhecimento milenar. Sabem usar as ervas a seu favor, vários ingredientes e poções mágicas para obter determinados benefícios. Tendo em conta isso, as orações das bruxas tem se tornado cada vez mais procuradas, isto porque são umas das mais poderosas que a gente pode rezar. O nosso sistema detectou que você raramente responde a novas conversas. Especialmemte quando se trata de mensagens vindas de novos membros, pedimos que lhes dê as boas vindas para que eles não se sintam perdidos.. Nota: Você pode usar o AOutraMetade quando e como quiser, e o site continuará sendo grátis. O nosso único pedido é que você participe, sendo ativo nesta comunidade. Luísa Sonza e Vitão assumiram seu romance nesta quinta-feira (10) ao compartilhar uma série de cliques românticos em suas redes sociais. Os dois cantores já vinham sendo apontados como casal ... This is the classic Flash menu of Friv.com - it's old, but maintained for all your nostalgic gaming needs!

Arrufos em Alto-mar

2020.03.25 20:41 Upa-upa-puxadote Arrufos em Alto-mar

A sereia atonou até à cinta, de rompante. Com os punhos amuados, maltratou a frol das ondas, chapinhando com veemência. Uma vaga mais forte encapelou-se, mas a sereia, graciosa e lesta, esgueirou-se ao arrastão. Desenvolta, sacudiu os cabelos cerúleos, que chibataram o ar, com um rasto de respingos salgados. Então gorjeou para o navio, para que o Corta-línguas traduzisse.
«Então?» instou o fidalgo, debruçado sobre a amurada, rabeando os olhos entre a sereia e o Corta-línguas «Qual é a resposta dela?»
Engoliu em seco. Já tinha os cantos da boca inchados e vermelhos, com boqueiras. Suspirou e, num tugido, acanhado e cabisbaixo, explicou:
«Ela recusa, senhor. Diz que não quer…»
«Mas explicaste-lhe que a amo? Disseste-lhe que não suporto a ideia de viver sem ela? Que a quero desposar, a ela e a mais ninguém?» teimou o fidalgo, tomando o Corta-línguas pelos colarinhos à força e obrigando-o a arrostá-lo de perto.
«Sim, meu amo», afiançou fitando-o, amedrontado.
«E ela quê?»
«Não quer…» encolheu os ombros, esmorecendo-lhe a voz.
«Diz-lhe outra vez, caramba!» exaltou-se o jovem nobre, arrojando-o contra a amurada da embarcação.
O Corta-línguas expirou fundo. Procurou recompor-se, como pôde. Deitou dois dedos aos cantos dos lábios, esbeiçou, e soltou um trinado. Esmerou-se por encontrar as palavras certas, os tons mais adequados para veicular os votos de amor do nobre.
A sereia, porém, atalhou-lhe a cantiga. Chapou as águas com a cauda.
«♫ Escusas de traduzir… Já sei o que é. Está a dizer que me ama, outra vez, não é? Põe-se sempre com olhinhos de carneirinho mal-morto, quando diz que me ama…♫» bufou a sereia, cruzando os braços e deitando-se de lado sobre as águas que, entretanto, haviam serenado. Apartou os cabelos da frente dos olhos e relanceou para Duque, sondando-o. «♫ Ele aceitou, ao menos?» Inquiriu a mulher-peixe.
«♬ Hã… não… nem por isso ♬»
«♫Olha, temos pena ♫», resmungou. Sem meias-medidas, deu um salto de golfinho à rectaguarda, e embrenhou-se nas profundezas, com um chapão aparatoso, cortando abruptamente com a conversa.
«Então, ela que respondeu?» tornou o Duque.
«Que é uma pena»
« "uma pena”? Como assim “uma pena”?»
«Diria que vos estava a rejeitar, meu senhor»
«Como dizes?» atroou o fidalgo, o sobrolho içado de indignação «A mim? Rejeitar-me, a mim?» recachou, deitando uma mão ao peito com afectada teatralidade. Depois, como se a ideia se lhe afigurasse um absurdo ridículo, bufou uma gargalhada abafada. «Qual quê! Foste tu!» rematou, empurrando o Corta-línguas contra a amurada. «Seu burgesso», tornando a tomar o intérprete pelos colarinhos «Foste tu que a insultaste, de certeza. Foi alguma cadelice que lhe disseste. Foi a ti que ela rejeitou!». Agarrou o Corta-línguas pelo cachaço e, numa guinada, voltou-o e debruçou-o sobre a amurada, pronto a larga-lo borda fora.
«Fica sabendo, há anos que a namoro. Anos.» frisou «E nunca me rejeitou. Nunca me dirigiu, se não sorrisos e meneios».
«Perdão, senhor. Mil perdões… tenha piedade» o Corta-línguas desdobrava-se em desculpas. A fola das ondas cada vez mais próxima, abafava-lhe a voz.
«Meu amo» interrompeu o Capitão da embarcação
«Sim?!» respostou, sem se dignar a encará-lo «Estou ocupado» acrescentou, entredentes, esboçando um sorriso de fera.
«Os homens da chusma têm fateixas e redes. Com a Sua vénia, facilmente a apanhamos» informou, secamente
O Duque largou o Corta-línguas. E pôs-se a congeminar.
O Corta-línguas apeou-se. Afastou-se da amurada e, ainda ofegante do susto, advertiu o fidalgo impetuoso, munido de uma coragem que desconhecia possuir
«Se o fizerdes, meu amo, ela nunca vos perdoará. Nenhuma mulher, nem as que são meio-peixe, se quer ver cativa. Guardar-vos-á rancor.» os olhos do fidalgo relancearam para o Corta-línguas, as pupilas trémulas. «As sereias cativas acabam por morrer subitamente, senhor. É sabido. Desfalecem, vítimas de banzo do mar e melancolia do cárcere. Não o façais. Crede-me.» asseverou o Corta-línguas.
«Amo-a» repetiu o fidalgo «Quero-a por esposa. Mas quero-a com pernas, não com rabo de peixe. E é possível» expendeu, deitando a mão ao interior do jaqueta de onde sacou uma garrafa de vidro da boémia «com este elixir- garantiram-mo, com certeza absoluta- ela há-de perder o rabo de peixe e ganhar pernas. Sofridamente, é certo.», reconheceu «Mas tão-só por três dias, nada de mais… depois já a poderei apresentar a meus pais» tentou obtemperar, ainda.
«Chama por ela, Corta-línguas» rogou o nobre, já de olhos marejados «Por favor…».
«Por duas vezes lhe expliquei os seus planos, meu amo. Mas ela não acede.» encolheu os ombros «Aliás, ela pretende que Vossa Mercê se junte a ela, nas profundezas marinhas. Diz que conhece uma bruxa do mar, capaz de vos transformar as pernas numa bela cauda de peixe. Sem quaisquer dores ou padecimentos…» relatou.
«Essa é que era boa! Eu? De rabo de peixe? Era o que faltava… olha que esta…» desdenhou o jovem. «Anda lá, chama por ela outra vez, Corta-línguas… à terceira é que é de vez…» ordenou, enxotando-o com adamanes, para ao pé da amurada.
Resignado, o Corta-línguas pegou no búzio e quando se preparava para tornar a cornetar, reparou que a sereia continuava por perto, observando o navio, debaixo de água. Assim que o viu de búzio nas mãos, subiu à superfície. Ansiosa, trissou:
«♬ E então? Já ganhou juízo, o meu príncipe? ♬»
«♫Tem dó, filha do Mar. Ao meu senhor não basta ter uma cauda de peixe. Ele não consegue respirar debaixo de água. Tu bem que podes respirar dentro e fora dela, mas ele não! ♫» pleiteou o tradutor.
«♫ Já sabia… Eu já sabia» barafustou a sereia «Vem sempre com desculpas… Sempre… não é capaz de fazer um sacrificiozinho que seja. Não!» rematou, amuada.
Mas antes que o intérprete pudesse dizer fosse o que fosse, a mulher-peixe voltou-se para o encarar «♫ Quando se ama uma pessoa faz-se sacrifícios por ela. Quantas vezes não me esfolei sentada, em escolhos e rochedos, para nos encontrarmos? Quantas vezes não ressequei ao sol? Constipei-me noites sem-fim, à custa dele… E ele não é capaz de se livrar daqueles penduricalhos horrorosos, por mim?» cruza os braços, abespinhada. «♫ Diz… diz-lhe que não posso ser sempre eu a ceder. Ele também tem de fazer sacrifícios, se quer levar esta relação avante ♫» pediu a sereia
«♫Menina das ondas… tem dó… ele não é capaz de respirar debaixo de água» tornou
«♫ Chega! Estou farta de desculpas parvas. Eu… eu também gosto dele… eu quero ter os alevins dele, mas como é que vou fazer isso se ele não pode ir à desova? Vou pôr as minhas ovas onde? Na boina dele?»
«Corta-línguas, então? Ela aceita?» intrometeu-se o Duque, impaciente.
«Está a recalcitrar, senhor. Ela está… está mesmo enfadada consigo»
«Às coas!» gritou o Duque, voltando-se para os marujos «Não ficai aí especados, às coas! Já disse.» ordenou, apontando para as redes. «Ai ela está com coisas? Vou enfiá-la num tanque por um mês, a ver se ela não muda já de ideias…»
Os marujos ficaram quedos. Sem saber o que fazer. «Capitão, que se passa com a chusma? Engajaste uma pandilha de moucos?»
«Meu senhor, a chusma recusa-se a apanhar a sereia. São gente simples, sabe… cheia de superstições e abusões de marinheiro…. Macaquinhos no sótão, sem pés nem cabeça, é certo… Mas, estão convencidos de que se apanharem a sereia vão enfurecer os mares…»
«Enfurecer os mares?»
«Sim, excelência, o grosso da chusma são pescadores e eles temem que o povo do mar se revolte contra eles se se souber que eles andam a raptar sereias…»
«Cambada…» vociferou o príncipe «Fica sabendo, quando atracarmos vou mandar-vos açoitar. A todos. Ides encher-vos de tantos vergões que até as camisas na pele vos hão-de doer» ameaçou
«Por favor…» o Corta-línguas pediu silêncio «Ela está a dizer qualquer coisa»
«♫ Já me chega» resmoneou a sereia «Vou-me embora. Dragomano, diz ao meu príncipe que se decida de uma vez.» inquieta.
De seguida, acrescentou ainda «E diz-lhe que eu sou uma sereia séria. Não vou andar com ele por aí, feito estrela-do-mar de quatro braços. Se só ele quer andar por aí na marmelada nos areais, há outras sereias sirigaitas, que de certeza que não se hão-de importar.»
«♫ filha do Mar… por favor...»
«♫ Ei! Ainda não acabei. Sou uma sereia adulta, casadoira, preparada para desovar. Se ele, deveras, me ama, então que arranje uma cauda de peixe e guelras, como um tritão normal. Caso contrário, já não quero saber dele para nada. Conta-lhe.» intimou
O Corta-línguas reproduziu o ultimato da sereia o melhor que pôde.
«Ah, insolente!» Barafustou o Duque «Olha, diz-lhe que vá bacalhoar, então» e virou costas
«♫ Ele que respondeu?»
«♫ Não quer a cauda» encolheu os ombros o tradutor
«♫ Ai é?... polvos o fodam» e submergiu, com um chapo violento
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2020.03.16 20:34 Upa-upa-puxadote 15 Obras de Camilo Castelo Branco em epub

São 15 epubs. Alguns são romances, outros são peças de teatro.
«A caveira do Mártir» - Publicado em 1876, o romance “A Caveira da Mártir” foi um dos maiores sucessos comerciais da carreira literária de Camilo Castelo Branco, quando ainda era vivo e, tal como muitas das obras camilianas, é baseada em casos reais e históricos. Mas, ao contrário de outros romances, que seguem somente uma história linear, aqui é explorado um entrelaçado de histórias, interligadas pelas acções e domínio da Santa Inquisição na justiça portuguesa e da aplicação da pena capital.
«Mistérios de Lisboa» - Publicado num jornal portuense, em 1853. Enredo: Pedro é um órfão de 14 anos, aluno de um colégio católico. Na sua procura pela identidade dos seus pais vai conhecer a trágica história da vida de ambos. À sua volta, várias histórias, entrelaçadas e interligadas, que atravessam todo o século XIX sobre 40 diferentes personagens: amor, paixão, crime e adultério, onde cada um tem o seu papel no destino dos outros.
«A Queda de Um Anjo - Publicado em 1866, esta história sobre a corrupção moral é uma dos mais célebre romances satíricos de Camilo Castelo Branco e também um dos mais divertidos e cómicos. A temática da história é simples: o poder corrompe; e a ostentação, o adultério e a personalidade de “vira-casacas” são corolários dessa corrupção. Enredo: Calisto Elói, um morgado minhoto provinciano de elevados valores morais é convidado para ser deputado em Lisboa, acabando assim por se deixar corromper pelo luxo e pelo prazer que imperam na capital.
«O Judeu» - Publicado em 1866, a obra “O Judeu” de Camilo Castelo Branco é um romance histórico de homenagem àquele que se tornou na figura representativa dos milhares de judeus portugueses que morreram pela Inquisição entre 1540 e 1794, em Portugal. Enredo: História da vida trágica de António José da Silva, o mais famoso dramaturgo português do seu tempo que acabaria posteriormente por morrer na fogueira às mãos da Inquisição.
«O retrato de Ricardina» - A obra foi escrita em plena guerrilha literária, que opôs os escritores românticos da velha guarda, aos jovens estudantes de Coimbra, que defendiam um novo tipo de literatura na chamada “Questão Coimbrã”. Curiosamente, Camilo escreveu este romance com o intuito de parodiar os movimentos literários do Realismo e do Naturalismo, mas o resultado foi uma obra que faz um fresco da condição da mulher da época, com poucos direito e sem grandes liberdades. Enredo: Bernardo, um jovem humilde, que na infância era pastor e aprendiz de pintor, fica subitamente rico com uma herança que recebe. Após formar-se em Coimbra e voltar à sua terra, na freguesia de Espinho, apaixona-se pela bela Ricardina, filha do Abade da região, um homem poderoso, influente e vingativo que recusa que a filha se relacione com alguém das suas origens. Os dois fogem, sempre perseguidos pelos capangas do pai da rapariga.
«O Morgado de Fafe em Lisboa» - Peça de teatro. Enredo: O Barão e a Baronesa de Caçurrães querem casar a filha, extremamente pretenciosa, com um pretendente rico mas a rapariga não acha nenhum dos pretendentes dignos dela. No entanto quanto mais se descobre sobre a personalidade da mesma, mais se percebe que ela é que não é digna dos pretendentes.
«A Bruxa do Monte Córdova» - Publicada em 1867, esta novela Camiliana tem como pano de fundo a guerra civil que ocorreu entre 1831 e 1834, e opôs os defensores de D. Pedro I e da sua filha D. Maria II, liberais e constitucionalistas, aos defensores de D. Miguel I, os absolutistas e tradicionalistas. Mas a acção principal em si relata-nos uma história de amor trágico que define bem a época conturbada em que se vivia, falando principalmente da falta de carácter dos representantes da igreja, enquanto instituição, que incentivavam o fanatismo e o histerismo religiosos e davam azo a intrigas e convulsões sociais.*
«A Brasileira de Pranzins» - Enredo: Marta de Prazins, chamada de “A brasileira” pois está prometida, pelo pai, a um tio que fez fortuna no Brasil, apesar de ter José Dias como seu apaixonado.
«Amor de Perdição» -A mais popular obra de Camilo Castelo Branco, que lhe conferiu fama, popularidade e que o consagrou como um dos mais relevantes escritores românticos portugueses. Foi escrita, segundo o autor, em apenas 15 dias, no ano de 1861, enquanto esteve preso na cadeia da Relação, na cidade do Porto, por se ter envolvido num escândalo de adultério.
Enredo: Simão Botelho e Teresa de Albuquerque, dois jovens enamorados de famílias rivais da cidade de Viseu do século XIX, mantêm um namoro proibido com consequências trágicas e mortais, não apenas para ambos mas também para aqueles que os rodeiam.
«Amor de Salvação» - Amor de Salvação, obra de Camilo Castelo Branco, publicada em 1863, é uma novela passional, considerada pela crítica uma das obras mais bem acabadas do autor. Enredo: Amor de Salvação conta a história da relação conturbada entre Afonso e Teodora, que tinham sido prometidos um ao outro, desde o momento que nasceram.
«Coração, Cabeça e Coração» - Romance que conta a história de Silvestre da Silva, em três grandes fases da sua vida. Uma primeira em que ele dedica os seus amores e às “coisas do coração”, às quais ele depois diz ser uma “tolice brava”; a uma segunda fase ao “intelecto” e. finalmente a uma terceira em que afirma render-se aos apelos do estômago até morrer.
«Onde está a Felicidade» - Publicado em 1856, o romance Onde Está a Felicidade? é um retrato fiel da sociedade da época, caracterizada pela importância do dinheiro e do estatuto como forma de promoção social. Trata-se de um romance onde impera a crítica à sociedade, representada pelas figuras de Guilherme do Amaral, que simboliza a riqueza, e de Augusta, que personifica a população de parcos recursos. Enredo: A história da busca da felicidade por parte de Guilherme e Augusta. Ambos apaixonam-se e tornam-se amantes, no entanto, Guilherme abandona a jovem, seduzido pela beleza de uma prima sua e Augusta irá perceber que a felicidade não é fácil de encontrar
«A doida do Candal» - Enredo: Quando Simão Peixoto ameaça a sua irmã Lúcia com o convento para que possa ficar com as heranças que por direito são dela, esta pede ajuda ao seu primo Marcos Freire. Com ajuda de José Osório este consegue retirá-la para casa de umas parentes. Furioso, Simão quer vingança, e tanto provoca Marcos que acaba por se bater em duelo com ele, matando-o. Quando a notícia chega a Maria da Nazaré, com quem Marcos tem um filho, esta enlouquece, ficando conhecida como a doida do Candal.
«O Lobisomem» - Peça de Teatro = Enredo: Uma aldeia localizada nas serras de entre Douro e Minho vive assombrada com as aparições de um lobisomem que ronda as imediações da povoação. Entre o medo e o mistério, resta ao povo tentar descobrir a quem dos vizinhos recaiu tamanha maldição.
«A Sereia» - Uma novela de Camilo muito popular no tempo da sua publicação mas que acabou por ser relegada para o esquecimento dentro da vasta lista de obras camilianas. Enredo: A trágica história de Joaquina Eduarda, cantora de palco a quem chamavam “A Sereia”.
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2019.07.09 12:18 lipherus Íbis — Capítulo I

Bom dia, é a primeira vez que escrevo em primeira pessoa e gostaria de opiniões. =)
“A voz dos deuses e escolhida de Thot. No começo, era apenas uma Oráculo. Depois, uma bruxa queimada na fogueira do deus pagão. Espírito vagante sem salvação. E agora, protegida pelo crepúsculo Retorna aos braços d’Aquele que sempre a amou. Sob as asas d’Ele, ela se abrigou. E descansou.”
O pequeno e singelo poema cortou o silêncio do salão. Eu estava trêmula e ofegante, pois estava atrapalhando a palestra do meu professor e a grande oportunidade de sua carreira. Os estudiosos olhavam para Heru e depois para mim, à espera de alguma cena dramática que não aconteceu. Ele apenas desceu do palanque e me alcançou, sorrindo e igualmente trêmulo ao tomar o papel de minhas mãos. Murmurou agradecimentos e disse estar surpreso com a tradução, porque aquelas palavras deixavam explícitas que os antigos egípcios eram capazes de prever o futuro. Prometeu uma conversa sobre o papiro depois e pediu que eu me retirasse, mas não sem antes me agradecer de novo. Ao fechar a porta, explodo em lágrimas emocionadas e cansadas. Traduzir o poema foi um trabalho árduo de quase quatro anos, para no final descobrir que Thot havia se apaixonado por uma mortal e enterrou seu corpo em uma tumba sem glamour. Ele queria que sua amada permanecesse anônima, mas que ainda soubessem a quem pertencia. Ela não tinha um nome e sequer corpo, todavia sua existência estava cravada nas paredes de pedra do sarcófago. Levanto-me orgulhosa e volto para o laboratório, à procura de mais pistas sobre os amantes. Havia algo que ainda não tinha visto nas marcas e, mexendo em alguns pertences, um pingente em forma de meia lua cai no chão. Não sou perita em metais preciosos, mas sei que seguro algumas boas gramas de ouro puro. Procuro por escritos no verso da peça, e nada encontro, salvo os hieróglifos que remetiam a Osíris e Thot. Um presente para o deus do submundo? Depois de catalogar o colar, volto minha atenção aos textos até sentir dor de cabeça e sentar na cadeira. — Nailah, o professor Heru te chama no salão de convenção. Engulo em seco e vou até ele, esperando uma bronca por ter interrompido a palestra. Porém, ao entrar, fui recebida por salvas de palmas fervorosas. Ele me abraça e pede que explique aos demais sobre a descoberta, já que o mérito da tradução é todo meu. Sinto um misto de vergonha e emoção, porque Heru não tomou os créditos para si e deixou que eu, uma mera assistente, falasse aos melhores profissionais do mundo por horas a fio. Ele ficou ao meu lado para explicar alguns termos que não conheço, simplificar perguntas e traduzir algum outro idioma que não entendo. Ao terminar, pude respirar. Estou tão cansada que é difícil manter os olhos abertos e pensar, mas eu ainda preciso falar com ele. Despeço dos outros por alguns minutos e Heru me abraça de novo, sugerindo um jantar antes de irmos para casa e dormir. Aceito e nós fechamos o laboratório depois de pegar algumas coisas. "Sob as asas d’Ele, ela se abrigou.” É engraçado como essa frase ecoa na minha cabeça quando estou andando lado a lado com Heru. Eu o conheço há quase dez anos e nunca deixei de me sentir protegida e iluminada por sua presença. Ele é alto e imponente, com a pele tão preta que é quase avermelhada, e olhos espertos e pretos. Mas, basicamente, Heru Monterrey é um cachorro grande e bonachão que ladra e não morde. É muito fácil deixá-lo magoado e à beira de lágrimas, se quer saber. E eu amo ver esse lado sensível e frágil do meu professor, pois o torna humano e acessível. Ninguém imagina que um pesquisador de renome como ele é coração mole. — Eu encontrei isso. — entrego o colar em suas mãos. — Estava perdido no meio dos papéis. Parece que é uma oferenda a Osíris e Thot. — Ou uma oferenda de Thot para Osíris? Coço a cabeça e suspiro. — Não tinha pensado nisso. — confesso. — Nailah, você está esgotada e eu acho que deva tirar umas férias. — ele toca no meu rosto. — Eu estou pensando em dar um tempo também, podemos viajar juntos. — Quem convida é quem paga, viu? — empurro ele com meu ombro e sorrio. — Seria uma bênção poder dormir até tarde. — Pode ficar com a lua. Pego o colar e olho pra ele, chocada. Sabe-se lá de quando é a oferenda e Heru estava entregando casualmente pra mim, como um pingente comprado numa loja qualquer. Abro a boca inúmeras vezes, mas nenhuma palavra decente sai dela e só me limito a levantar as tranças pra facilitar o trabalho dele. Heru me julga por um tempo, ajeita e mexe no colar até deixá-lo bem em cima do meu coração e ficar satisfeito. — Tem certeza? — murmuro. — Isso é da sacerdotisa e não quero que Thot venha me assombrar. — Se Ele deu pra amada d’Ele, acho que não ficará bravo se eu der pra minha, não acha? Abaixo os olhos, subitamente tímida. Nós sempre brincamos com nossos colegas, que consideravam-nos namorados, mas ele nunca falou tão sério quanto aquele momento. Mordo meus lábios e seguro sua mão, sem dar resposta, mas deixando claro que se aquele é o sentimento dele, então é recíproco. Às vezes palavras não ditas fazem mais efeito do que aquelas expressadas aos quatro ventos. — Comida japonesa? — Heru pergunta para quebrar o gelo. — Depois umas doses de anti-histamínico pra não morrer de alergia? — Combinado. Saber que ele é apaixonado por mim tanto quanto sou por ele fez um bem danado pra minha auto-estima. Se antes e em algum momento da minha vida achei que não era bonita ou capaz, estava completamente enganada. Ouvir dos lábios dele que minha inteligência e devoção foram fatores cruciais para que ele se interessasse, tornou-me tão inchada quanto um balão. Depois, Heru começou a enumerar minhas qualidades físicas e só parou quando eu estava com a cara quente e prestes a surtar. Eu sou brasileira e me orgulho disso. Meu país tem os problemas dele, assim como os Estados Unidos também têm, mas nunca pensei que estudar na Unesp ia me levar até onde estou. Lembrei das noites acordada estudando infindáveis textos, das vezes que quis desistir e da minha felicidade por ter sido aprovada na faculdade que ele dá aula. E passei a amar meu corpo em forma de pera, os cabelos trançados e coloridos e, acima de tudo, a cor da minha pele. Antes tinha um grande tabu comigo mesma, por ser preta e ter uma posição de destaque, mas conforme fui aprendendo na faculdade e com a vida, percebi que estar ali é um mérito do meu esforço triplicado. No final da noite, eu e Heru transamos e dormimos juntos. Foi o momento em que eu o vi mais vulnerável, conheci cada cicatriz de seu corpo, os problemas que tinha, as marcas... Tudo. Ele se entregou completamente e assim também fiz, mostrando-lhe as feridas que tenho da época em que me afundei em depressão e cortei meus braços e pernas. — Bom dia. — ouço seu preguiçoso resmungo enquanto ele aperta minha barriga. — Agora posso morrer em paz. — Quer parar com isso? — começo a rir e abro meus olhos. — Bom dia. — Eu sempre quis apertar sua, como é que você chama? Pança. — seu português falho é particularmente adorável. — Eu amo essas dobras, sabia? — Heru! Para, sua mão tá gelada! — Tá bom, tá bom. Permissão pro abraço? — Concedida, senhor Monterrey. Enquanto ele toma banho, vou preparando o café da manhã. É inconsciente, mas eu checo minha barriga e conto as dobrinhas, três no total, pensando em como Heru pode achar aquilo interessante. Ouço seus passos ecoando pelo corredor e me viro para olhá-lo, namorando a cena do homem enrolado na toalha e molhado ainda. Ele se aproxima e ajeita a lua, jogando as tranças sobre meus peitos para tapá-los e evitar que eu pegue mais friagem. Seguro sua mão em meu rosto e fecho os olhos, sorrindo como a trouxa que sou. — Vai querer viajar? — Onde pretende ir? — roubo um selinho dele antes de servir a mesa. — Não vai entregar o artigo científico sobre a tradução? — Não está escrito em lugar algum que sou obrigado a trabalhar durante minhas férias. — ele dispara. — Pensei em alguma praia, sei lá. — Negão desaforado. — acerto a colher de pau na cabeça dele. — Praia é muito clichê e eu não sou muito fã do frio. — Patroa difícil de agradar, viu? Sento ao seu lado e começo a rir. Ele está tão à vontade que até parecemos casados há eras, e eu só sinto que vou desmanchar de felicidade. Nós conversamos um pouco mais sobre a tradução e Heru corrige o inglês, reclamando do quanto sou ruim para escrever. Tal afirmação me ofendeu um pouco, já que escrevo fanfics durante minhas folgas e nem formado nisso ele é. Começo a julgá-lo em silêncio e ele percebeu que tinha me magoado, em seguida pediu desculpas atrapalhadas e disse que ama minha escrita. — Como você imagina Thot de personalidade, Nailah? — Meio parecido com você, mas muito mais apaixonado pelo trabalho. Ele foi um carinha muito ocupado, até ajudar Osíris no submundo ajudou. — acendo meu baseado e deito no sofá enquanto Heru escreve no computador. — Curou o olho de Hórus quando Seth arrancou, depois ensinou magia para Ísis poder reviver o marido, luta contra Apófis quando Amon-Rá traz o sol... Tudo isso e ele ainda fez o calendário e desenvolveu os hieróglifos. — Você tem uma admiração enorme pelos deuses, hum? — A mitologia egípcia é linda, se me permite dizer. Tudo é tão conectado e diferente ao mesmo tempo... A gente não sabe nem um terço do que eles acreditavam e criavam. — E a sacerdotisa? — Não tenho uma imagem dela. — ofereço o cigarro pra ele. — Mas deve ser alguém de personalidade parecida com a de Thot, porque ela pegou o cara pelo colarinho mesmo. Uma pena que não seu nome em lugar nenhum, ia ser muito interessante conhecê-la melhor para entender como funciona esse lance de deuses e amores mortais. — Você viu isso? Sento no colo dele para ler o artigo de um colega nosso, o qual afirmava que Sekhmet e Anúbis tinha um relacionamento secreto. Para mim e meu conhecimento, a afirmação é errada pois eles eram deuses sem sintonia alguma. Ela é a deusa da guerra, tão furiosa que Rá precisou enganá-la com vinho para acalmar seu frenesi sangrento. Já ele parece ser mais pacato e melancólico, servindo fielmente ao propósito do julgamento da pena e à proteção da mumificação. Parecia impossível imaginá-los juntos. Ao terminar de ler, porém, comecei a ter minhas dúvidas sobre o que conhecia até então. — Será que existe algum documento que prova essa teoria? — Antes de Osíris ser quem é, Anúbis tinha o mesmo papel que ele. — Heru contestou ao soprar a fumaça na minha nuca. — Se Sekhmet matou os homens através de sua ira, é bem provável que tenha o encontrado durante a caminhada. — Mas tem uma teoria que diz que Sekhmet é uma face de Hathor e Bastet... Será? — Em Mênfis, ela foi esposa de Ptah e mãe de Nefertun até Mut e sua Tríade tomar lugar e ela passar a considerada como a própria Mut. Nossas informações são bem escassas e temos várias ideias do que pode ou não ser. Cada região tinha seu próprio mito, quem sabe o Richard esteja certo e apenas olhando para outro lugar que não vemos? Deixamos a discussão pra lá quando pegamos fogo levados pela maconha. Quando paro pra pensar nisso, me sinto um pouco culpada por levá-lo ao mau caminho, apesar dele ser bem mais velho que eu. Mas a erva funciona como uma válvula de escape para nós e não é algo que fazemos sempre, resumindo nossas brisas às escavações e trabalho. Pela primeira vez desde que fazemos isso, é que nos preocupamos em elevar a coisa para um nível mais pessoal e físico. Eu namoro o rosto distraído dele e lembro de tratar os arranhões que deixei em suas costas, ouvindo-o dizer coisas em árabe que não fazia nem questão de traduzir. Heru levanta-se num supetão e vira o meu colar, anotando os hieróglifos em um papel improvisado e resmunga ao voltar a deitar. Já sei que tenta entender a oferenda e pronuncia as palavras em sequências variadas, até fazer sentido. Toco em seu lábio para fazê-lo se calar e me aninho em seu abraço. Só hoje, querido, não falemos em trabalho. Roço meu nariz por seu rosto quadrado e reclamo da barba áspera, mas sinto-me protegida por seus braços e mãos sempre geladas. Heru beija a minha testa e desenha com os dedos na minha bunda, me fazendo rir. Ele se lembra de me agradecer pela tradução de novo e mais outras vezes, reforçando o quão honrado se sentiu por me ter como sua assistente, amiga e agora parceira. Confessa que estava a um passo de desistir do texto e eu, novamente, rogo-lhe que não falemos de trabalho. Mas meu amado professor não está contente e me implora para que façamos um artigo sobre Thot e sua amante ao voltarmos de férias.
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